quinta-feira, 19 de abril de 2012

Catequese 1º ano

Encontro com Pais 
A Luz


Vamos celebrar a Festa da luz na nossa paróquia. Reflectir sobre a luz que vamos festejar é fundamental para uma celebração mais sentida e festiva. E foi isso que fizemos no passado dia 14 de Março. Juntamo-nos todos, pais e catequistas do primeiro ano de toda a paróquia, e aquecemos o interior daquela, que lá fora, teimava ser uma noite fria.






Era uma vez uma pequena estrela caída do céu, perdida num campo do planeta terra. Ficou aí a cintilar. Passou por ali um lobo mau. Avançou em direcção à estrela para a devorar, mas uma estrela não se pode comer. Então o lobo cobriu-a com terra. Apareceu depois uma pobre mulher, que andava a apanhar lenha para a fogueira. O lobo, espantado, foge. E a mulher aproxima-se suavemente. Com as suas mãos delicadas, tira a terra que cobre a estrela. Pouco a pouco, começa de novo a brilhar.
E a mulher disse para consigo:
- Vou levar esta estrela para casa; iluminará o meu marido quando ele regressar do trabalho.
E com as suas mãos em forma de concha, a mulher recolhe a pequena estrela e muito contente regressa a casa.
Ao chegar, coloca-a sobre uma mesa junto da porta. Quando o marido chegou, ficou espantado coma claridade com que era recebido ao abrir a porta e pergunta:
- O que esta coisa a brilhar assim?
A mulher conta-lhe tudo e o homem diz:
- Esta estrela vai ser para nós uma coisa preciosa. Guardemo-la só para nós!
Mas a mulher disse:
- Não guardemos a luz só para nós. Vamos colocar a estrela luminosa fora de casa para que ilumine a todos os que passam na rua.
E todas as vezes que o homem dizia:  “guardemo-la só para nós” a claridade diminuía. E todas as vezes que a mulher dizia “que ela ilumine também os outros la fora”, a estrela brilhava sempre mais.
O homem preparou então um lugar da parte de fora da janela e colocou aí a estrela cintilante. Desde então, a estrela passou a brilhar cada vez mais.


Esta história, com uma pequena encenação de luzes, foi o ponto de partida para uma partilha vivida em grupo. Duas questões foram lançadas aos pais “Identifica-se com alguma das personagens desta História, porquê?” e “O que é a estrela para si?”
Da “discussão” e da partilha nasce a luz. Vejamos o que nasceu da partilha destes pais.

1 - Identificamo-nos com a mulher mas temos alturas em que parecemos o homem.
A luz para nós é farol espiritual.
2 – Identificamo-nos com o casal pela partilha da luz.
 Para nós a estrela é um sentido, uma orientação, guia que nos faz ver com mais nitidez o caminho a percorrer. A estrela é luz… assim sendo deve ser partilhada por todos nós.
 
3 – Identificamo-nos com a senhora pela partilha, capacidade de persuasão, persistência e a forma como acredita.
A estrela é luz, orientação, felicidade e fé em Jesus Cristo.

4 – Identificamo-nos com a senhora pelo seu sentimento de partilha, para que todos pudessem sentir o mesmo.
A estrela tem para nós o sentido de Deus e tudo o que Ele e Jesus nos dão.
 5 – Pensamos que nos identificamos com a esposa e o marido porque, no fundo, no nosso dia a dia, todos temos comportamentos que demonstram egoísmo inicial (o marido) e outros em que somos solidários e temos espirito de partilha (esposa).
 A estrela é o sentido da vida, a esperança, o caminho, a luz, a fé… no fundo simboliza Jesus.
 
6 – Identificamo-nos com a mulher porque é um exemplo de partilha.
  A estrela significa a luz da nossa vida e de união.

7 – O grupo identifica-se mais com a mulher e a estrela porque simbolizam a partilha, o amor e o que desejaríamos ser. No entanto, referiu-se que podemo-nos identificar com qualquer uma das personagens pelas atitudes que adoptamos no dia a dia.
Para nós a estrela é luz, amor, partilha, amizade, esperança e sinceridade.

8- Identificamo-nos com a mulher porque ela quer partilhar a todos a luz da sua estrela.
 A estrela significa a luz do mundo que ilumina o nosso caminho…

E esta luz que ilumina o mundo, escutamos nós em Jo 8,12, é Jesus. Ele mesmo o disse: “ Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida”.



Partilha dos Pais da Paróquia de Rio Tinto



quarta-feira, 18 de abril de 2012

Catequese 1º ano




Jesus Está Vivo


  Como os discípulos estavam reunidos, também nós nos reunimos para dar início ao terceiro período de catequese. Os discípulos estavam trancados numa sala, apavorados porque Jesus estava morto; tudo tinha acabado. Mas nós estávamos cheios de alegria, porque Jesus ressuscitou. Estávamos ansiosos por saber a Boa Noticia que Jesus tem para nos transmitir.
«A paz esteja convosco!
Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós.»


 Naquele tempo, os discípulos de Jesus estavam cheios de medo, e Jesus veio lhes dizer que não precisavam de ter medo porque Ele estava ali, porque Ele lhes dava a Sua paz.
E, Jesus mostrou que a Ele nada era impossível, porque estavam com as portas trancadas para que ninguém entrasse, mas Jesus mesmo assim entrou.
Quem pode ter medo quando tem a seu lado um amigo tão especial como é Jesus?
Foi isso que Jesus lhes quis dizer: por que tendes medo se Eu estou aqui; dou-vos a minha paz para que o vosso medo seja ultrapassado. E, envio-vos para que todos possam sentir a minha paz. Como o Pai me enviou, envio-vos eu também. Hoje, Jesus continua a dar-nos a Sua paz. Sentir medo é próprio do ser humano, mas o cristão não fica agarrado aos seus medos, porque em Jesus encontramos a paz, a força e a alegria para continuar o caminho. Porque Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida.


«Obrigada Jesus pelo Teu grande amor por mim.
Fica sempre comigo para que nunca me falte a Tua paz»

 



Hoje, Jesus continua a enviar-nos para que a Sua paz chegue a toda a gente.

Como posso levar a paz de Jesus aos outros?

A quem vou levar a paz de Jesus ao logo desta semana?








Nós já experimentamos a paz que Jesus nos dá, quando fizemos os compromissos ao longo da quaresma. Quando fazemos aquilo que é bom não só para nós mas também para os outros. Quando respeitamos e fazemos os outros felizes, sentimo-nos bem, sentimos paz. Quando cumprimos com as nossas obrigações, na escola, em casa e com os amigos, sentimo-nos bem. Sentimos paz. E quando o desafio é grande, através da oração, pedimos ajuda a Jesus. E sentimos que em Jesus encontramos a força necessária para continuar. E sentimos a paz que nos vem de Jesus.
Podemos levar a paz Jesus, respeitando os outros, ouvindo o que têm para nos dizer, agradecendo o alimento que vamos comer, tendo gestos de amor para com aqueles que estão ao nosso lado; se for preciso seremos capazes de abdicar de alguma coisa para dar aos outros? Com certeza que desta maneira seremos capazes de transmitir aos outros a paz de Jesus…




terça-feira, 17 de abril de 2012

Catequese ano...


A semente é a tua palavra, Senhor.

Quem a acolhe no coração, dará fruto e terá vida.

Quando cai em bom terreno dá muito fruto.
O meu coração é um bom terreno e acolhe
com alegria e vontade de fazer o que é bom, a

Palavra de Deus!







Senhor Jesus, como dantes os Teus discípulos, nós hoje também sentimos medo. Perante as adversidades do nosso tempo, sentimos medo pelo nosso futuro e pelo futuro dos nossos filhos. Sentimos medo, porque não sabemos como será o dia de amanhã.  Hoje, Tu continuas a dizer-nos para não termos medo, pois estarás sempre connosco. E, a paz que Tu nos dás, ajuda-nos a superar todos os nossos medos. 
Sentimos a Tua paz Senhor, nas semanas de preparação para melhor vivermos a Páscoa. Foram semanas em que os gestos de amor, de partilha, de serviço e de encontro nos acompanharam. Foram gestos que nos revelaram a Tua presença, viva e atuante, na transformação e renovação do nosso mundo.

 
Por isso Senhor Jesus, trazemos à Tua presença os propósitos que fizemos, como sinal da nossa vontade de continuar este caminho de vida nova, que só Tu nos podes oferecer.

Nós Te louvamos pelo grande amor que nos tens.
Nós Te bendizemos, Meu Senhor e meu Deus.



Ação de Graças do 1º Ano

segunda-feira, 16 de abril de 2012









“Meu Senhor e meu Deus”


Na tarde daquele primeiro dia de Páscoa, Jesus vivo e ressuscitado foi o grande sinal da vitória de Deus sobre a morte. A partir daí, Jesus, o Filho de Deus, torna-se o sentido para a vida dos seus discípulos.

Hoje, para nós que acreditamos sem O ter visto e tocado, Jesus continua a ser o grande sinal do amor de Deus…
Ele é o caminho a seguir… a verdade a dizer … e a vida a viver.


“Senhor Jesus,

Obrigado por Te fazeres encontrar connosco, apesar da nossa pouca fé, apesar dos nossos olhos fechados, apesar do nosso coração magoado…Obrigado por nos mostrares os sinais da Tua presença entre nós e da fidelidade do Teu amor para connosco…
Como Tomé, também nós Te dizemos:
“Meu Senhor e meu Deus”
E sentimo-nos felizes, porque acreditamos em Ti sem Te ter visto… e porque Te ofereces para dar sentido e paz à nossa vida…”



Meditando para o 2º Domingo de Pásca do ano B

sexta-feira, 13 de abril de 2012

quarta-feira, 11 de abril de 2012





Para onde corres?



Correm com pressa os discípulos, à procura de Jesus. Mas no sepulcro não O encontram. Ele não está entre os mortos. Pedro e João ainda não tinham entendido que Jesus não se encontra nos lugares velhos e cheios de morte onde O tinham sepultado.

Se queres encontrar Jesus, deves procurá-Lo nos mais belos sinais de vida nova. Deves procurá-Lo nos mais belos e profundos desejos do teu coração. Deves procurá-Lo em todos os gestos de vida partilhada.


Dá-me, Senhor, olhos novos, coração novo,
 para descobrir os sinais da Tua presença.
Para Te encontrar vivo. Para descobrir
 o Teu amor, a Tua beleza.
Dá-me a coragem de abrir a minha vida
 à força da Tua Ressurreição.
 Dá-me, Senhor a capacidade deTe ver
e de acreditar em Ti.
Ámen.




Rezar na Páscoa- Edições Salesianas