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terça-feira, 1 de janeiro de 2013








Uma Proposta de Natal

Este ano não proponho a reflexão sobre poemas do presépio ou algo relacionado com a piedosa tradição do espirito natalício.
 Este ano, proponho, olhando o presépio, que pensemos em questões mais globais, que estão a afetar a humanidade de uma forma dramática.
Há algumas semanas, o Papa pronunciou o seu discurso contendo uma mensagem para o Dia Mundial da Paz em 2013 que quem tiver disponibilidade poderá consultar na totalidade no endereço eletrónico: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=288100.

O 5º ponto do seu texto chamou a minha atenção por estar relacionada com a minha atividade profissional. Este ponto focou-se na questão: “Construir o bem da paz através de um novo modelo de desenvolvimento e de economia”.
 Da leitura do texto destaco e resumo a seguinte mensagem:
Os cristãos são chamados a intervir sempre que a dignidade humana esteja em causa.

Partilho convosco este pensamento, que tanto sentido me fez e trouxe mais força ao meu empenho pessoal e profissional diário.

Que o Menino deste Natal nos interpele sempre a construir algo melhor.

Um apertado abraço de Feliz Natal e de um 2013 com mais esperança!


Manuel Luís






sexta-feira, 7 de dezembro de 2012








Na minha opinião estes encontros são muito importantes e fazem sem dúvida muito sentido. A oportunidade de conhecer novas pessoas e todo este convívio e partilha de ideias, oferecem-nos a oportunidade de enriquecer-nos e levar-nos ao encontro da Palavra de Deus. Sinto que há uma corrente de amor reciproco e honesto, o que me faz sentir melhor.....
Obrigada a vocês Catequistas por nos proporcionarem estes momentos

Susana Sobral


A vida é feita de pequenos pormenores, que ao fim de contas são os que nos marcam ao longo das nossas vidas. Assim é a imagem que a Lina e a Manuela nos transmitem, pelo cuidado e carinho que fazem, desde o cestinho com os paninhos com rendas, na decoração da Igreja, nas ofertas que nos presenteiam. Tudo isto e sem esquecer o mais importante a presença de Deus entre nós, lava-nos a alma e dá-nos força para a semana que temos pela frente. Do pouco que vos conheço admiro-as muito, pela fidelidade para com Deus e pelo trato que dão ás nossas crianças. No sábado passado foi maravilhoso o calor humano e a vontade que temos de nos melhorar interiormente com os nossos filhos, deveríamos nos juntar mais vezes. Fez-me tão bem. Obrigado Lina, Manuela e a Ti meu Deus por ter encontrado este caminho.


Ana Barbosa





quinta-feira, 15 de março de 2012

Catequese 1º ano

Viver a Quaresma....

Criar momentos de oração em família foi o desafio da semana passada. Aproveitar a televisão desligada à refeição e rezar foi mais um passo neste nosso caminhar feito de pequenos gestos transformadores e germinadores de vida nova!


  A família, quando reza unida, transforma-se….

Ø  Só foi possível realizar este compromisso ao jantar, altura em que estamos todos presentes. Foi sem dúvida importante (nunca tivemos este hábito de rezar ás refeições) no sentido de sensibilizarmos a Rafaela e mesmo nós os adultos. Neste momento de reflexão, lembramo-nos das crianças e adultos que passam fome e pedimos a Jesus por ela.

Ø  Rezar, é sempre bom seja de manhã, ao meio dia ou á noite. Toda a gente devia agradecer a Deus tudo o que ele nos dá e faz por nós.

Ø  A família sentiu-se mais unida e houve mais conversa entre os presentes.

Ø  Para nós, família, este compromisso fez-nos entender o quanto é importante ter comida na mesa e saber que pelo mundo existem milhões de pessoas que não podem nem têm comida nas suas mesas. Daí estarmos gratos por isto assim acontecer (a oração) e damos Graças a Deus por estar connosco na nossa família.

Ø  Foi uma experiência em que vivemos a partilha, o amor, a unidade e em que Deus foi o centro de tudo.

Ø  Foi um bonito momento em que nós rezamos todos em conjunto e sentimos que Jesus está perto de nós.

Ø  Sentimo-nos em paz, unidos em família e com Jesus presente nos nossos corações.

Ø  A cada compromisso ficamos com o sentimento que a nossa família fica mais unida, mais compreensiva e mais chegada.

Ø  Nesta segunda semana da quaresma, rezar em família, agradecer a Deus pelo alimento, fez com que a nossa família valorizasse ainda mais as refeições lembrando aqueles que rezam para ter alguma coisa para comer.

Ø  Este compromisso fez-nos pensar com é bom chegar à hora da refeição e termos comida para comer. Devemos agradecer sempre a Deus por ter o que nos é possível e ao mesmo tempo pensar e tentar ajudar aqueles que não conseguem ter nada.

Ø  Relembramos que há pessoas que passam muitas necessidades e não podemos desperdiçar comida.



 Testemunhos dos pais – 2ª Semana da Quaresma




quarta-feira, 27 de abril de 2011

Nestes dias em que tive um pouco mais de tempo para pôr a minha leitura em dia, encontrei um texto de um autor que admiro: "Gibran Khalil Gibran" (1883 – 1931), e que para mim reflete sobre o relacionamento: pais, filhos, e... Deus, e que achei que devia partilhar convosco.
Espero que este texto vos inquiete...




"Vossos filhos não são vossos filhos.
São filhos e filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E, embora vivam convosco, a vós não pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Pois eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã, que vós não podeis visitar
nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis faze-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois o arco dos quais vossos filhos, quais setas vivas, são arremessados.
 O Arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com Sua força
para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do Arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como Ele ama a flecha que voa, ama também o arco, que permanece estável."



Excerto de “O Profeta" - Gibran Khalil Gibran


Manuel Luis







quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Para reflectir...





Este é dos melhores vídeos/retrato da sociedade actual.
E chega-nos do Oriente.
Aqui vemos o que estamos a perder, e aquilo em que as novas gerações
se estão a transformar...
Estão-se a abandonar os contactos pessoais, as sensações reais,
pelo mundo virtual...

Mas ainda é possível mudar. É sempre possível. Basta querer.




Manuel Luis Monteiro

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

É Natal, tempo de dar e receber!...

Olá a todos,

É Natal, tempo de dar e receber.
Gostaria de partilhar com todos um texto do escritor: Khalil Gibrain, e que "mexe" comigo cada vez que o leio.

"Vós pouco dais quando dais de vossas posses!

É quando derdes de vós próprios, que realmente dais.

Pois, o que são vossas posses, senão coisas que guardais por medo de precisardes dela amanhã?

E amanhã, que trará o amanhã ao cão ultraprudente que enterra ossos nas areias movediças, enquanto segue os peregrinos para a cidade santa?

E o que é o medo da necessidade senão a própria necessidade?

Não é vosso medo da sede, quando vosso poço está cheio, a sede insaciável?

Aos que dão pouco do muito que possuem, fazem-no para serem elogiados, e seu desejo secreto desvaloriza seus presentes.

E há os que pouco têm e dão-no inteiramente.

Esses confiam na vida e na generosidade da vida, e seus cofres nunca se esvaziam.

E há os que dão com alegria, e essa alegria é sua recompensa.

E há os que dão com pena, e essa pena é seu batismo.

E há os que dão sem sentir pena nem buscar alegria e sem pensar na virtude:

Dão como no vale, o mirto espalha sua fragrância no espaço.

É belo dar quando solicitado; é mais belo, porém, dar sem ser solicitado, por haver apenas compreendido;

E para os generosos, procurar quem receberá é uma alegria maior ainda que a de dar.

Existe alguma coisa que possais conservar?

Tudo que possuís será dado.

Dai agora, portanto, para que a dádiva seja vossa e não de vossos herdeiros.

Dizeis muitas vezes: " Eu daria, mas somente a quem merece".

As árvores de vossos pomares não falam assim, nem os rebanhos de vossos pastos.

Dão para continuar a viver, pois reter é perecer.

Certamente, quem é digno de receber seus dias e suas noites é digno de receber de vós tudo ou mais.

E que mérito maior haverá do que aquele que reside na coragem e na confiança, mais ainda, na caridade de receber?

E quem sois vós para que os homens devam expor seu íntimo e desnudar seu orgulho a fim de que possais ver seu mérito despido e seu orgulho rebaixado?

Procurai ver primeiro, se vós próprios mereceis ser doadores e instrumentos do dom.

Pois, na verdade, é a vida que dá a vida - enquanto vós, que vos julgais doadores, sois simples testemunhas.

E vós que recebeis - e vós todos recebeis - não assumais nenhum encargo de gratidão, afim de não pordes um jugo sobre vós e vossos benfeitores.

Antes, erguei-vos, juntos com eles, sobre asas feitas de suas dádivas.

Pois, na verdade, se ficardes demasiadamente preocupados com vossas dívidas, estareis duvidando da generosidade daquele que tem a terra liberal por mãe e Deus por pai."

Khalil Gibrain

Partilha de Manuel Monteiro

terça-feira, 30 de junho de 2009



No dia 21.06.2009, reunimo-nos na Obra ABC em Rio Tinto.


Era a festa de encerramento da Catequese da Ponte.
Catequistas, Catequizando e Pais, entre risadas, futebol, matraquilhos, cânticos, o dia foi-se passando.
Foi uma experiência muito positiva, pois trata-se de um momento de convívio, de laser entre nós tão importante para o sucesso da catequese dos nossos filhos.
Nós Pais, temos e devemos estar presentes, pois tratam-se de momentos únicos vividos na vida e assim, convivermos e conhermos melhor os Catequistas dos nossos filhos.

Um bem haja para eles.

Uma mãe que esteve presente na Obra ABC nesse dia.


Ana Paula Falcão


terça-feira, 2 de junho de 2009

Tempos de Mudança

A Igreja parou no tempo;
A Igreja está atrasada;
A Igreja demora muito a adaptar-se aos novos tempos;
Na Igreja as mudanças demoram muito;
Na Igreja não mudam as mentalidades;

Quase todos nós já ouvimos, ou dissemos, uma destas frases, eu próprio sou dos muitos que também já proferi uma destas frases ou me manifestei contra a “inércia” das mudanças da nossa Igreja, mas, e há sempre um mas, há sinais que afinal nem tudo está parado ou estagnado, por exemplo a utilização das novas tecnologias ao serviço da igreja.



Deus vem até nós de formas e em momentos diferentes, e a este propósito, descobri um deste dias uns sites, que vos proponho. Visitem-nos

http://sacredspace.ie/?lang=pt

http://www.pope2you.net/

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Muitas vezes somos interpelados pelos nossos filhos com questões do género:
- Porque é que tenho que ir à missa?
- Hoje posso ficar em casa?
- Hoje deixas-me ficar em casa?

A esta última pergunta eu respondi que não seria eu a dar permissão para faltar à missa, nem o iria obrigar a ir. Sim, porque nas coisas de Deus não se deve impôr nada, mas antes propor e orientar. E continuei dizendo que, embora não se apercebesse, o ir à missa fazia-lhe muito bem.

Relacionado com este assunto, deparei-me esta semana com um texto que quero partilhar convosco.
Então é assim....


Um discípulo chegou junto do seu mestre e perguntou:
- Mestre, porque devemos ler e decorar a palavra de Deus se nós não conseguimos memorizar tudo e com o tempo acabamos por esquecer?! Depois, somos obrigados a decorar de novo o que já esquecemos.
O mestre não respondeu imediatamente ao seu discípulo. Ele ficou a olhar para o horizonte por alguns minutos e depois ordenou ao discípulo:
-Pegue naquele cesto de junco, desça até o riacho, encha o cesto de água e traga-o ate aqui.
O discípulo olhou para o cesto sujo e achou muito estranha a ordem do mestre mas obedeceu. Pegou no cesto desceu os cem degraus da escadaria do mosteiro ate o riacho, encheu o cesto de água e começou a subir. Como o cesto era todo cheio de furos, a água foi escorrendo e quando chegou junto do mestre já não restava nada. O Mestre perguntou-lhe:
- Então meu filho, o que é que aprendeu?
O discípulo olhou para o cesto vazio e disse jocosamente:
- Aprendi que cesto de junco não segura água.
O mestre ordenou-lhe que repetisse o processo. Quando o discípulo voltou com o cesto vazio novamente lhe perguntou:
- Então meu filho, agora o que é que aprendeu?
O discípulo novamente respondeu com sarcasmo:
- Que cesto furado não segura água.
O mestre então continuou ordenando que o discípulo repetisse a tarefa.Depois da décima vez, o discípulo estava desesperadamente exausto de tanto descer e subir a escadaria. Porém, quando o mestre lhe perguntou de novo "Então meu filho o que é que aprendeu?", o discípulo olhando para dentro do cesto percebeu admirado, e respondeu:
- O cesto está limpo! Apesar de não segurar a água a repetição constante de encher o cesto acabou por lava-lo e deixa-lo limpo.
O mestre por fim concluiu:
- Não é importante decorar todas as passagens da Bíblia, mas o que importa na verdade, é que, no processo, a sua mente e a sua vida ficam limpas diante de Deus.

Assim, também nós, pela escuta, pela meditação da Palavra de Deus nos tornaremos pessoas mais próximas de Deus, do Seu Projecto, empenhados na construção do Seu Reino.
Lina

quarta-feira, 29 de abril de 2009

NÃO COMEM, MAS TÊM TÉNIS DE MARCA

Uns chegam com fome e falta de higiene, outros com ténis de marca, mas mal alimentados.
São meninos com carências alimentares originadas pela crise que o hospital Amadora-Sintra começou a identificar há ano e meio.

Conta o JN que a situação foi relatada à Lusa pela assistente social do Serviço de Pediatria do Hospital Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra), Madalena Barros, que associa o problema à debilitada situação económica de muitas famílias.

Para a assistente social do Amadora-Sintra, os casos até agora registados podem dividir-se em dois tipos diferentes: «Existem meninos que dão entrada no Hospital Fernando Fonseca com fome e em más condições de higiene e de vestuário e outros que chegam bem arranjados, mas mal alimentados».

Traçando o perfil destas últimas famílias, Madalena Barros disse que são sobretudo famílias monoparentais que «gerem um bocadinho mal o orçamento que têm» e não querem ser «diferentes dos outros».

São mães com «a escolaridade obrigatória ou nem isso» que se preocupam mais com «a imagem do que com os cuidados básicos».

«Andar com uns ténis rotos ou umas calças usadas estigmatiza-os como pessoas carenciadas», elucidou Madalena Barros, acrescentando que muitos destes casos são de crianças entre os quatro e os seis anos.

Estas famílias «valorizam muito o aspecto, mas deixam cair as coisas importantes e fundamentais», como a alimentação, a saúde e a educação, o que «compromete o bem-estar das crianças», sublinha a responsável.


Ao ouvir esta informação, que surgiu nas notícias diárias um destes dias, eu, como mãe, não pude deixar de reflectir sobre esta realidade que, infelizmente faz parte da nossa actualidade.
Ó MÃES e PAIS deste MUNDO!!!
Que valores são os nossos?
Que legado queremos nós deixar aquilo que de mais precioso nós temos, que são os nossos filhos?
Nós pais, preocupamo-nos imenso com a formação profissional, se possível académica, dos nossos filhos e depois deparamo-nos frequentemente com engenheiros, médicos, professores, enfermeiros, gestores, etc COXOS!!! Sabem porquê?
Porque nos esquecemos da formação humana, aquela que faz de nós homens e mulheres sensíveis à dor, ás necessidades, ás dificuldades, à falta de afecto, que existe no outro que nos está próximo…
Crescemos profissionalmente, mas…humanamente ficamos na infância.
Já me aconteceu, por exemplo, ir a um hospital ou aos correios e ser atendida por um médico ou funcionário que olha para nós como simples número!!! Onde está a sensibilidade, o carinho o respeito humano?
Foram esquecidos, algures, no percurso da vida…
Ouvimos, muitas vezes, pais de crianças que frequentam a catequese, dizerem que estes farão a 1ª Comunhão e que depois desistirão. AGORA, pensem comigo. Não será a catequese uma mais valia para nós? Não poderá ser mais uma “ferramenta” ao nosso dispor para nos ajudar nesta responsabilidade de formação dos nossos filhos?
Nós pais, queremos dar o melhor para os nossos filhos e o melhor não passa pelas sapatilhas e roupa de marca, o melhor passa certamente pelos valores humanos tão esquecidos na pressa do nosso dia a dia.
Façamos dos nossos filhos Homens e Mulheres de princípios e valores e certamente nos sentiremos, um dia, realizados como PAIS...

Lurdes

quinta-feira, 16 de abril de 2009

E porque neste cantinho também temos espaço para os pais, aqui vai, desta vez, na voz de um pai


Páscoa... VIVA!! VIVA!!!


Meus amigos: É tempo de Páscoa! Quer acreditemos quer não... (tanto me faz - costumo dizer que isso é entre Deus e cada um de nós)... não podia deixar passar a oportunidade de reflectir um pouco sobre o "Reino dos Céus" que cada um tem obrigação de construir ao seu lado, dia-a-dia. Que o exemplo de alguém que foi até ao fim, até às últimas consequências, pelos seus ideais, nos ilumine e nos dê forças nos momentos em que duvidamos do valor das nossas crenças, dos nossos objectivos, dos nossos ideais. Não nos esqueçamos que ele foi abandonado por todos... mesmo os seus melhores amigos, e mesmo assim foi fiel a si próprio!! No final, depois do sofrimento, encontrou uma forma de sair da escuridão, de sair do túmulo e provar que tudo isso pode ser vencido! Que Ele nos ajude a saber distinguir o Bem do Mal e nos dê coragem para seguirmos o caminho certo.



«Páscoa... É ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer o sofrimento,
É ajudar mais pessoas a ser Pessoa,
É viver em constante libertação,
É crer na vida que vence a morte.
É dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.
É renascimento, é recomeço,
É uma nova hipótese para melhorarmos as coisas que não gostamos em nós,
É tentarmos hoje ser um pouco melhores do que fomos ontem.»


Boa Páscoa
Manuel Luis