segunda-feira, 22 de setembro de 2014





«Dá-nos um coração grande para amar e forte para lutar»


Ao celebramos hoje a Páscoa Semanal, o Domingo, São Mateus apresenta-nos a parábola do Reino de Deus (Mt. 20, 1-16). Neste ensinamento, o Divino Mestre diz aos Seus discípulos, que o Reino dos Céus se pode comparar a um proprietário duma vinha que contratou trabalhadores ao longo de todo um dia de trabalho; ao anoitecer, manda chamar os operários e paga a todos por igual, sem distinção.
 Perante a generosidade desta atitude, os primeiros a serem contratados indignaram-se por não se verem favorecidos no seu salário, por terem iniciado primeiro o seu trabalho. É neste contexto que Jesus responde: «Amigo, em nada te prejudico. Não será permitido fazer o que eu quero do que é meu? Ou serão maus os teus olhos porque eu sou bom?» E Jesus completa a sua parábola, concluindo: «os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos».
Só percebemos esta parábola de Jesus se tivermos presentes as palavras do Profeta Isaías: «os meus pensamentos não são os vossos, nem os vossos caminhos os meus» (Is. 55, 8).

Senhor,
A nossa conversão à Tua Palavra deve ser permanente. Atenta à nossa certeza de que na Tua casa há lugar para todos aqueles que se convertem sinceramente.
Sim, havemos de ser julgados pelo crivo da misericórdia e da bondade de Deus: «Dá-nos um coração grande para amar e forte para lutar»



Meditando para o 25º Domingo do tempo comum do ano A -  +Francisco José Senra Coelho 




quinta-feira, 18 de setembro de 2014





A Importância de saber ouvir....















terça-feira, 16 de setembro de 2014











Ajuda-me a voltar sempre a Ti


Na viagem das nossas vidas, muitas vezes permanecem como prioritárias as urgências do quotidiano, protelando para depois as necessidades essenciais, porém quase sempre com o rótulo incondicional impressionante de “urgente”.
Quantas vezes não ficam para trás e submersas no nevoeiro da indiferença, deveres e obrigações essenciais à nossa coerência, à nossa missão ou até mesmo importantes para aqueles que mais amamos. Não raramente, fica entre estes adiamentos a nossa relação com Deus. Preenche-nos somente o efémero e protelamos
ou secundarizamos tudo o que nos liga aos valores eternos.

Senhor,
Tu és o manancial donde brota a vida. Ajuda-me a voltar sempre a Ti, porque só Tu és o alimento que não perece. Creio, Senhor, que és o “Pão partido para o mundo novo”, quero ficar contigo!



(Autor desconhecido)






segunda-feira, 15 de setembro de 2014





“…O Evangelho deste Domingo convida-nos a contemplar, com João, esta incrível história de amor e a espantar- nos com o peso que nós - seres limitados e finitos, pequenos grãos de pó na imensidão das galáxias - adquirimos nos esquemas, nos projectos e no coração de Deus.
O amor de Deus traduz-se na oferta ao homem de vida plena e definitiva. É uma oferta gratuita, incondicional, absoluta, válida para sempre e que não discrimina ninguém. Aos homens - dotados de liberdade e de capacidade de opção - compete decidir se aceitam ou se rejeitam o dom de Deus. Às vezes, os homens acusam Deus pelas guerras, pelas injustiças, pelas arbitrariedades que trazem sofrimento e morte que pintam as paredes do mundo com a cor do desespero... O nosso texto, contudo, é claro: Deus ama o homem e oferece-lhe a vida. O sofrimento e a morte não vêm de Deus, mas são o resultado das escolhas erradas feitas pelo homem que se obstina na auto-suficiência e que prescinde dos dons de Deus.… A liturgia da Festa da Exaltação da Santa Cruz convida-nos a percorrer, com Jesus, esse caminho de amor, de dom, de entrega total que ele percorreu”.




Meditando para o 24º Domingo do tempo comum do ano A - Exaltação da Santa cruz - Dehonianos




quinta-feira, 11 de setembro de 2014




O Caminho da Vida

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódios... e tem-nos feito
marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.
 Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
 Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.



Charles Chaplin





terça-feira, 9 de setembro de 2014





Acabadinhos de chegar!...

Chegados de férias, estamos prontos a continuar a partilha neste espaço de encontro com quem, de alguma forma, se identifica connosco na forma de promover o encontro dos meninos da catequese com Jesus. 
Descansados e animados estamos em fase de nos prepararmos, individualmente e em grupo, e projectar os objectivos do novo ano.
Sabemos que novos os desafios nos esperam, Sim! Preparados?


Com Jesus, certamente que SIM! :)



segunda-feira, 8 de setembro de 2014








Ensina-nos Senhor a "fazer o bem sem olhar a quem"


Hoje, dia do Senhor, a palavra do Evangelho de S. Mateus apresenta os critérios para os nossos diálogos humanos e fraternais  (Mt 18,15-20).
Somos convidados a responsabilizarmo-nos pelo outro com rosto humano, ajudando-o no seu caminho de felicidade, sempre à maneira de Jesus Cristo, com Amizade e Amor.
 Não podemos cultivar a indiferença, mas a promoção do "Bem Comum" com consciência de dever. No confronto com o abuso do poder, com o desrespeito pela dignidade do outro, com as injustiças cometidas contra os mais fracos e com a insensibilidade para quem pratica a solidariedade, importa denunciar a cultura da morte e anunciar a Vida Nova que Jesus nos traz na vivência do Seu Mandamento Novo. Jesus garantiu-nos: «onde estão dois ou três reunidos em meu nome, Eu estou no meio d'eles.»

Porque a caridade exige que estejamos orientados para o outro, pois o Amor é dar e receber, é abertura mútua que busca a comunhão e a unidade, pedimos nesta manhã ao Senhor a Sabedoria dos Simples: Ensina-nos Senhor a "fazer o bem sem olhar a quem" e a compreendermos que "Quem cala, consente".


Meditando para o 23ª Domingo do tempo comum do ano A - D. Francisco José Senra Coelho