quarta-feira, 30 de março de 2022
terça-feira, 29 de março de 2022
Respondendo ao convite do nosso Papa Francisco a nossa paróquia promoveu as 24h para o Senhor.
Assim, toda a catequese, crianças, jovens, pais e catequistas foram convidados a olhar Jesus
de uma forma diferente, a olhar para ele com o coração.
E assim aconteceu, durante uma hora fizemos companhia a Jesus que está em todo o lado e em cada um de nós mas, especialmente:
- e no Pão da Eucaristia, pois Ele é o nosso alimento, para todos os dias tentarmos ser como
Ele, fazer como Ele fazia, amar como Ele amava.
Diante do Pão consagrado silenciamos todo o nosso corpo, e deixamos o coração VER Jesus, coração a coração... ADORARAMOS Jesus no Pão da Eucaristia… e dissemos-Lhe, de muitas formas que para nós Ele é o Maior, e nós somos ainda muito pequeninos no amor. Mas queremos deixar o Amor crescer!
Fizemos silêncio, unimos o nosso coração ao coração de Jesus e escutamos... falamos com Ele... agradecemos... pedimos... e louvamos...
E aconteceu encontro com Jesus e com a comunidade que reza unida numa só fé e numa certeza de nos sabermos imensamente amados por um Pai pronto para nos abraçar, perdoar e acolher num colo infindável de amor.
sexta-feira, 25 de março de 2022
Catequese 3º ano
“Meu Deus porque sois tão bom,
tenho muita pena de vos ter ofendido””
Na
catequese desta semana ouvimos a história de um homem que tinha dois filhos. Um
dos filhos resolveu pedir a sua parte da herança ao pai e abandonou a sua
família. Conclusão, gastou todo o dinheiro e acabou só. Sobrevivia à custa do
seu trabalho, mas nem tinha o que comer. Certo dia, ganhou coragem e voltou a
casa do pai. Pediu-lhe desculpa e um trabalho como empregado. Pois, já não era
digno de ser seu filho. Sabem qual foi a resposta deste pai? Fez uma festa! O
seu filho, que andava perdido, tinha voltado à vida!
Este filho
reconheceu o seu erro e pediu perdão, tentou redimir-se. Este Pai, que é bom,
acolheu de braços abertos e coração reluzente o filho que voltou para o caminho
do amor e da luz. Com Deus acontece o mesmo! Deus é o pai que tudo perdoa. Deus
é a luz que nos guia. Deus são os braços que nos acolhem quando reconhecemos
que erramos.
Através
desta história, ficamos a conhecer o Sacramento da Reconciliação. O primeiro
passo é reconhecer as nossas faltas. O segundo passo é pedir perdão a quem
ofendemos e a Deus. Depois, iremos sentir-nos cheios do Espírito Santo e ter
força redobrada para não voltar a pecar. E assim, terminamos a nossa catequese,
pedindo a Deus esta força e rezando-lhe o Ato da Contrição.
Boa semana!
quinta-feira, 24 de março de 2022
A oração do Papa na consagração da Rússia e da Ucrânia a
Maria.
Aqui o texto completo que Francisco pronunciará na tarde de
25 de março, durante a liturgia penitencial na Basílica de São Pedro. Todos os
bispos e todos os sacerdotes do mundo são convidados a unir-se nesta súplica.
Ó Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, recorremos a Vós nesta
hora de tribulação. Vós sois Mãe, amais-nos e conheceis-nos: de quanto temos no
coração, nada Vos é oculto. Mãe de misericórdia, muitas vezes experimentamos a
vossa ternura providente, a vossa presença que faz voltar a paz, porque sempre
nos guiais para Jesus, Príncipe da paz.
Mas perdemos o caminho da paz. Esquecemos a lição das
tragédias do século passado, o sacrifício de milhões de mortos nas guerras
mundiais. Descuidamos os compromissos assumidos como Comunidade das Nações e
estamos a atraiçoar os sonhos de paz dos povos e as esperanças dos jovens.
Adoecemos de ganância, fechamo-nos em interesses nacionalistas, deixamo-nos
ressequir pela indiferença e paralisar pelo egoísmo. Preferimos ignorar Deus,
conviver com as nossas falsidades, alimentar a agressividade, suprimir vidas e
acumular armas, esquecendo-nos que somos guardiões do nosso próximo e da
própria casa comum. Dilaceramos com a guerra o jardim da Terra, ferimos com o
pecado o coração do nosso Pai, que nos quer irmãos e irmãs. Tornamo-nos
indiferentes a todos e a tudo, exceto a nós mesmos. E, com vergonha, dizemos:
perdoai-nos, Senhor!
Na miséria do pecado, das nossas fadigas e fragilidades, no
mistério de iniquidade do mal e da guerra, Vós, Mãe Santa, lembrai-nos que Deus
não nos abandona, mas continua a olhar-nos com amor, desejoso de nos perdoar e
levantar novamente. Foi Ele que Vos deu a nós e colocou no vosso Imaculado
Coração um refúgio para a Igreja e para a humanidade. Por bondade divina,
estais connosco e conduzis-nos com ternura mesmo nos transes mais apertados da
história.
Por isso recorremos a Vós, batemos à porta do vosso Coração,
nós os vossos queridos filhos que não Vos cansais de visitar em todo o tempo e
convidar à conversão. Nesta hora escura, vinde socorrer-nos e consolar-nos.
Repeti a cada um de nós: «Não estou porventura aqui Eu, que sou tua mãe?» Vós
sabeis como desfazer os emaranhados do nosso coração e desatar os nós do nosso
tempo. Repomos a nossa confiança em Vós. Temos a certeza de que Vós,
especialmente no momento da prova, não desprezais as nossas súplicas e vindes
em nosso auxílio.
Assim fizestes em Caná da Galileia, quando apressastes a
hora da intervenção de Jesus e introduzistes no mundo o seu primeiro sinal.
Quando a festa se mudara em tristeza, dissestes-Lhe: «Não têm vinho!» (Jo 2,
3). Ó Mãe, repeti-o mais uma vez a Deus, porque hoje esgotamos o vinho da
esperança, desvaneceu-se a alegria, diluiu-se a fraternidade. Perdemos a
humanidade, malbaratamos a paz. Tornamo-nos capazes de toda a violência e
destruição. Temos necessidade urgente da vossa intervenção materna.
Por isso acolhei, ó Mãe, esta nossa súplica:
Vós, estrela do mar, não nos deixeis naufragar na tempestade
da guerra;
Vós, arca da nova aliança, inspirai projetos e caminhos de
reconciliação;
Vós, «terra do Céu», trazei de volta ao mundo a concórdia de
Deus;
Apagai o ódio, acalmai a vingança, ensinai-nos o perdão;
Libertai-nos da guerra, preservai o mundo da ameaça nuclear;
Rainha do Rosário, despertai em nós a necessidade de rezar e
amar;
Rainha da família humana, mostrai aos povos o caminho da
fraternidade;
Rainha da paz, alcançai a paz para o mundo.
O vosso pranto, ó Mãe, comova os nossos corações
endurecidos. As lágrimas, que por nós derramastes, façam reflorescer este vale
que o nosso ódio secou. E, enquanto o rumor das armas não se cala, que a vossa
oração nos predisponha para a paz. As vossas mãos maternas acariciem quantos
sofrem e fogem sob o peso das bombas. O vosso abraço materno console quantos
são obrigados a deixar as suas casas e o seu país. Que o vosso doloroso Coração
nos mova à compaixão e estimule a abrir as portas e cuidar da humanidade ferida
e descartada.
Santa Mãe de Deus, enquanto estáveis ao pé da cruz,
Jesus, ao ver o discípulo junto de Vós, disse-Vos: «Eis o teu filho!» (Jo 19,
26). Assim Vos confiou cada um de nós. Depois disse ao discípulo, a cada um de
nós: «Eis a tua mãe!» (19, 27). Mãe, agora queremos acolher-Vos na nossa vida e
na nossa história. Nesta hora, a humanidade, exausta e transtornada, está ao pé
da cruz convosco. E tem necessidade de se confiar a Vós, de se consagrar a
Cristo por vosso intermédio. O povo ucraniano e o povo russo, que Vos veneram
com amor, recorrem a Vós, enquanto o vosso Coração palpita por eles e por todos
os povos ceifados pela guerra, a fome, a injustiça e a miséria.
Por isso nós, ó Mãe de Deus e nossa, solenemente confiamos e
consagramos ao vosso Imaculado Coração nós mesmos, a Igreja e a humanidade
inteira, de modo especial a Rússia e a Ucrânia. Acolhei este nosso ato que
realizamos com confiança e amor, fazei que cesse a guerra, providenciai ao
mundo a paz. O sim que brotou do vosso Coração abriu as portas da história ao
Príncipe da Paz; confiamos que mais uma vez, por meio do vosso Coração, virá a
paz. Assim a Vós consagramos o futuro da família humana inteira, as necessidades
e os anseios dos povos, as angústias e as esperanças do mundo.
Por vosso intermédio, derrame-se sobre a Terra a
Misericórdia divina e o doce palpitar da paz volte a marcar as nossas jornadas.
Mulher do sim, sobre Quem desceu o Espírito Santo, trazei de volta ao nosso
meio a harmonia de Deus. Dessedentai a aridez do nosso coração, Vós que «sois
fonte viva de esperança». Tecestes a humanidade para Jesus, fazei de nós
artesãos de comunhão. Caminhastes pelas nossas estradas, guiai-nos pelas sendas
da paz. Amen.
terça-feira, 22 de março de 2022
Catequese adolescência
A partir da escuta deste sopro leve, que sinto? Que palavras, frases me tocam?
Paz, serenidade, silêncio, presença...
Sopro leve...
Sopro vivo...
Vento que acalma o ser..
Amor imenso...
Que tranforma...
E alumia...
Vem de Deus...
Depois desta partilha, percebemos que estas palavras
definem algo dificil de definir, o Espírito Santo.
Embora invisível, Ele está em toda a parte e opera em nós maravilhas
ainda que, muitas vezes, não nos
apercebamos.
Pelo batismo e
confirmação recebemos este dom de Deus
que nos conduz e nos ajuda a ser ao jeito de Jesus.
- És conduzido pelo Espírito Santo quando vives a Caridade,
- Quando te dispões a amar, cuidar e dedicar-te aos outros, sem esperar recompensa.
- És conduzido pelo Espírito Santo quando há Alegria em ti,
- Uma Alegria que permanece, mesmo que tenhas de enfrentar coisas que são difíceis para ti ou que não gostas.
- És conduzido pelo Espírito Santo quando há Paz em ti,
- Quando, em ti, se mantém a serenidade e a confiança em Deus, mesmo nos momentos difíceis.
- És conduzido pelo Espírito Santo quando há Paciência em ti,
- Quando respondes ao mal com o bem.
- És conduzido pelo Espírito Santo quando há Benignidade em ti,
- Quando és capaz de perdoar e de colocar as necessidades dos outros à frente das tuas.
- És conduzido pelo Espírito Santo quando há Bondade em ti,
- Quando fazes o bem com gosto.
- És conduzido pelo Espírito Santo quando há Fidelidade em ti,
- Quando cumpres os teus deveres e compromissos, és honesto, confiável e transparente nos teus relacionamentos.
- És conduzido pelo Espírito Santo quando há Mansidão em ti,
- Quando és humilde, delicado e atencioso com os outros.
- És conduzido pelo Espírito Santo quando há Temperança em ti,
- Quando usas os bens com equilíbrio, moderando os teus desejos e reações.
Dás-te conta do modo como Ele te guia?
Sem dúvida este foi um bom exercício de reflexão para esta quaresma... e também o pode ser para ti 😉
segunda-feira, 21 de março de 2022
2º ano em ação de graças...
Os meninos do 2º ano, neste dia tão especial, "Dia do Pai", quiseram, com este cântico, louvar a Deus nosso Pai!
quarta-feira, 16 de março de 2022
Senhor, perdoai-nos a guerra
Na dor pela guerra, o Papa Francisco convidou os presentes na audiência geral desta quarta-feira, realizada na Sala Paulo VI, no Vaticano, a rezar todos juntos a Deus, Pai de Misericórdia, num veemente pedido de perdão ao Senhor pela guerra em curso na Ucrânia.
Senhor, perdoai-nos a guerra.
Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tende piedade de nós, pecadores.
Senhor Jesus, nascido sob as bombas de Kiev, tende piedade de nós.
Senhor Jesus, que morrestes nos braços da mãe num bunker em Kharkiv, tende piedade de nós.
Senhor Jesus, que vedes ainda as mãos armadas à sombra de vossa cruz, tende piedade de nós.
Perdoai-nos, Senhor,
perdoai-nos se, não contentes com os pregos com os quais transpassamos vossa mão, continuamos a beber do sangue dos mortos dilacerados pelas armas.
Perdoai-nos se estas mãos, que criastes para cuidar, se tornaram instrumentos de morte.
Perdoai-nos, Senhor, se continuamos a matar nosso irmão, perdoai-nos se continuamos como Caim a remover pedras de nosso campo para matar Abel. Perdoai-nos, Senhor, se continuamos a justificar a crueldade com nosso cansaço, se com nossa dor legitimamos a crueldade de nossas ações.
Senhor, perdoai-nos a guerra. Senhor, perdoai-nos a guerra.
Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, nós vos imploramos! Detenhais a mão de Caim!
Iluminai a nossa consciência,
que não seja feita a nossa vontade,
não nos abandoneis às nossas próprias ações!
Detenhais-nos, Senhor, detenhais-nos!
E quando tiverdes detido a mão de Caim, tende conta dele também. Ele é nosso irmão.
Ó Senhor, colocai um freio à violência!
Detenhais-nos, Senhor!
Amém.
Notícias do Vaticano

