terça-feira, 12 de outubro de 2010

segunda-feira, 11 de outubro de 2010




Demos início ao ano de catequese no passado Sábado dia 9 com uma reunião geral de pais, orientada por um dos nossos responsáveis de catequese, o Dorindo, com a seguinte ordem de trabalhos:

· 1-Acolhimento feito pelos catequistas (lá fora)

· 2- Saudação aos pais (Já dentro da capela )

· 3- Apresentação do Power Point. – Catequese e a Família

- Breve reflexão - no sentido de levar os pais a tomarem consciência de que eles são os primeiros e os principais catequistas dos filhos sendo importante o exemplo cristão diário.

· 4- Apresentação dos catequistas por ano e respectivos horários de catequese.

· 5- Apelo à participação dos pais e das crianças na Eucaristia, que se pretende participativa e direccionada para as crianças.

· 6- Informar aos pais a existência do blog da catequese. Este, é um espaço informativo e formativo. Nele damos voz ás crianças, com os seus trabalhos, aos pais e aos catequistas.(será distribuído, pelos catequistas, o endereço deste blog. http://www.catequeseponte.blogspot.com/

· 7- Encerramento da reunião - convocando os pais a reunirem em particular com o respectivo catequista nas salas disponíveis e convite para a partilha – bolo e chá.




De seguida, terminamos com uma alegre e grande participação de pais, crianças e catequistas na
Eucaristia, ponto alto de encontro com a comunidade e com Jesus.

Nós, catequistas, na Eucaristia hoje e aqui, agradecemos profundamente ao Senhor dizendo:

Hoje é um dia para agradecer a Deus todo o bem que nos faz, para que reconheçamos que somos seus, da sua propriedade pessoal, amados profundamente até ao extremo e que,experimentando-o, saibamos ser agradecidos como o leproso samaritano.
Assim, Senhor Jesus queremos dizer-Te:
Muito obrigado pelo dom da Vida, da Tua e da nossa vida, que em cada Eucaristia celebramos;

Muito obrigada pelos dons que distribuíste por cada um de nós. Na simplicidade do que somos e temos, queremos servir-Te;

Muito obrigado, de forma especial neste dia de início do ano catequético, pelas crianças e jovens que colocas nas nossas vidas. E também pelas suas famílias, para que através de nós cheguem a Ti, numa descoberta crescente e compartilhada do Teu amor.

Ajuda-nos a sentir a beleza da gratidão e a viver em contínua acção de graças.





... o nosso "obrigado", o mais prefeito possível que possamos dizer a Deus.





Todos os pais têm a preocupação em ensinar aos seus filhos “se faz favor” e
“obrigado”. Isso faz parte da boa educação. Mas estas duas palavras estão
carregadas de um sentido que a criança deve descobrir progressivamente: ninguém
consegue sozinho, todos temos necessidade dos outros. Reconhecer que, sozinho, não posso fazer tudo; tenho necessidade de receber, de pedir. E dizendo obrigado aos outros, reconheço que me fizeram bem. Enfim, estas palavras, que parecem tão banais, exprimem a dimensão social do ser humano. A comunidade humana e a comunidade cristã constroem-se através destas relações, destes contactos quotidianos nos quais cada um se reconhece, em todos os sentidos desta palavra.
Hoje, Jesus convida-nos a recordar tudo isso na nossa relação com Deus. Os dez leprosos vieram até Ele porque reconheciam n’Ele um mestre, um enviado de Deus.
Ousam pedir o que ninguém podia dar naquela época: a cura da lepra. Pedem um favor que ultrapassa as forças humanas. É a Deus que se dirigem através de Jesus.
Pedem a Jesus e Ele cura-os. Mas um só vem dizer “obrigado”…, esse, reconhece que a sua cura é dom gratuito da bondade de Deus. Volta junto de Jesus para “reconhecer” este dom. Entra numa relação plena com Deus. Veio com a sua pobreza, para pedir; regressa, com a sua gratidão, para reconhecer que Jesus respondeu ao seu pedido.
O acto central, fonte e cume da vida cristã, a Eucaristia, significa “acção de graças”. Eis o pedido supremo que podemos dirigir a Deus: que nos dê a sua presença em Jesus ressuscitado e o nosso “obrigado”, o mais perfeito possível que possamos dizer a Deus. Aí, estamos bem no coração da nossa fé e do nosso amor.



Meditando para 28º Domingo do tempo comum do ano c- Dheonianos

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Aumenta a minha Fé...


O pequeno rebanho dos Apóstolos, que o Espírito de Deus impelirá com o vento da Páscoa a sair - ir para o mundo e semear Cristo, compreende que a fé é, antes de mais, um dom, uma graça. Os Apóstolos têm consciência que a sua fé é frágil e imatura. Não se compra ou conquista; só se pode pedir com humildade e confiança e, depois, abrir o coração e a mente para acolher o Cristo da fé e d'Ele, o dom da fé, que jorra em doação gratuita de vida abundante para todos.
Sem responder… Jesus apresenta, pedagogicamente, uma imagem paradoxal para exprimir a incrível vitalidade da fé: "Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a essa amoreira: 'Arranca-te daí e planta-te no mar', e ela havia de obedecer-vos" (Lc 17, 6). A fé não é um conjunto de verdades dignas de crédito, mas o encontro com uma pessoa: Jesus Cristo. E cada encontro é sempre pessoal, marca a vida. Por isso, Paulo pode dizer: "para mim viver é Cristo" (Fil 1,21): a fé, dom dado, faz participar a pessoa da vida de Cristo Ressuscitado. O ser pessoa uni-total, corpo, espírito e coração, é tocado e tomado, transformado e amado e, ainda, que vivendo, aqui e agora, no mundo, vive e irradia já a esperança de valores da eternidade.
A fé é escuta sempre nova da Palavra, é a verdade em expansão, é a liberdade em realização, é a actualização de fazer florir e dar razões do Evangelho em cada etapa da nossa vida, da nossa história.
Em tudo, é a acção de Cristo que suscita e garante a fé do crente, homem ou mulher no mundo, a quem pede, simplesmente, uma resposta de adesão, pela fidelização da vida a Cristo. Jamais tentámos dizer: 'Arranca-te daí e planta-te no mar' (Lc 17, 6b), porque temos medo do fracasso ou de que se riam de nós… Esperamos 'milagres' para iniciar o caminho da fé, mas esquecemos que Jesus fazia os 'milagres' quando encontrava fé nas pessoas que o rodeavam. É a fé que conduz aos 'milagres' da vida.
Senhor, já que não tenho a fé capaz de mudar montanhas, aumenta a minha fé para mudar em mim o que é possível...

P. Francisco José
in DIÁLOGO 1260 - Meditando para o 27º Domingo do Tempo Comum (ano C)

sexta-feira, 1 de outubro de 2010