terça-feira, 9 de fevereiro de 2010


(retirar o som para ouvir o vídeo-clicar na barra azul no canto superior do lado direito)







Ó Jesus

Tu nos chamaste para Te seguirmos e nós, como Pedro Tiago e João aceitamos, por isso estamos aqui e vimos à catequese.
Com todos os teus amigos aqui presentes reconhecemos que és o único senhor.

Senhor Tu fixaste meus olhos…
Ternamente meu nome disseste!
Nesse lago eu deixei minha barca,
Pois em Ti, encontrei outro mar...

Ó Jesus,
Também queremos ser pescadores de homens.
Queremos pescá-los do mal em que vivem,
queremos pescá-los de uma vida triste e infeliz
para uma vida nova em que cada um se torna amigo de Jesus.

Senhor Tu fixaste meus olhos…
Ternamente meu nome disseste!
Nesse lago eu deixei minha barca,
Pois em Ti, encontrei outro mar...




Oração de acção de graças- meninos do 3º ano




segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Faz-te ao largo!

Naquele tempo Jesus subiu para o barco de Simão Pedro e pediu-lhe que se afastasse um pouco da terra e, do barco, começou a ensinar a multidão. Depois disse a Simão:

- Faz-te ao largo.

A vida ou a vocação de um homem é como um rio que se faz ao mar. Ao nascer é débil, dá uns trambolhões, passa por lugares estreitos e escuros, mas pouco a pouco vai-se acalmando e encontra o seu lugar próprio, torna-se meio de comunicação, por onde passa faz surgir esperança, partilha o que é mas nunca se esgota.

Diz-se que, mesmo ao entrar no oceano, o rio treme de medo. Olha para trás, para toda a jornada, os cumes, as montanhas, os vales, o caminho caprichoso pela planície e vê à sua frente um oceano, tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre. Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Tem de ir em frente. O rio precisa de arriscar e entrar no oceano. E somente quando entra no oceano é que o medo desaparece. Porque só então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tronar-se oceano. Será apenas um renascimento.
Assim somos nós. Voltar atrás é impossível. Temos de ir em frente, arriscar e navegar mais além.

Faz-te ao largo tu também.

Coragem, torna-te oceano.

Meditando para a V Semana Tempo Comum Ano C in, http://www.dehonianos.org/

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

CADA VEZ MAIS

-Eu conheço-te! A tua foto está afixada em montes de janelas!
-A sério? Isso é interessante.
-Vá lá, podes contar que eu naõ te denuncio... ès procurado?
-Cada vez menos...



Abba,
Arromba as janelas e as portas do meu coração sempre que eu insistir em fechá-las. Transforma a minha casa e inquieta o mais íntimo de mim para que Te saiba procurar em cada experiência. Mantém-me em desassossego para que Te procure sempre. Cada vez mais.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010




Certa tarde, um homem saiu para um passeio com as duas filhas, uma de oito e outra de quatro anos. Em determinado momento da caminhada, a mais nova pediu ao pai que a carregasse, pois estava muito cansada para continuar a andar.
O pai respondeu que estava também muito cansado. Diante da resposta, a garotinha começou a choramingar e a ficar para trás.
Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um pequeno galho de árvore e entregou-o à menina dizendo:
- Olha aqui um cavalinho para montares, filha! Ele irá ajudar-te a seguir em frente.
A menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde tão rápido, que chegou a casa antes dos outros. Ficou tão encantada com o seu cavalo de pau que foi difícil fazê-la parar de galopar.
A irmã mais velha ficou intrigada com o que viu e perguntou ao pai como entender a atitude da mais nova. O pai sorriu e respondeu, dizendo:
- Assim é a vida minha filha. Às vezes, estamos física e mentalmente cansados, certos de que é impossível continuar. Mas encontramos então um 'cavalinho' qualquer que nos dá ânimo outra vez. Esse cavalinho pode ser um bom livro, um amigo, uma canção...
Assim, quando te sentires cansada ou desanimada nunca te deixes levar pela preguiça ou pelo desânimo. Lembra-te: 'Sempre haverá um cavalinho para cada momento.'



(autor desconhecido)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Catequese 3º ano


Jesus é o pão do céu.

ELE mesmo o disse à multidão que o seguia: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente”

Precisamos de pão e de outros alimentos para vivermos, mas o verdadeiro alimento, aquele que mata a fome para sempre é Jesus.
Jesus é o pão do céu porque Deus O enviou até nós e porque ao dar a vida por nós dá-nos a força necessária para amarmos mesmo os outros.

Onde podemos nós encontrar Jesus como pão do céu?

Na Eucaristia.
Quando recebemos Jesus, Ele vem ao nosso coração e, porque acreditamos que ali está o corpo de Cristo, o pão descido do céu, nós dizemos Ámen.

Mas, para recebermos bem Jesus, temos de estar preparados. Por isso quando o Sr. Padre mostra a hóstia e diz: “eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, nós respondemos. “Senhor eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e serei salvo”.
Queremos aqui, dizer a Jesus, que estamos arrependidos das maldades que fazemos e que queremos recebê-lo com o nosso coração limpinho.

Há ainda um outro momento em que somos convidados a espalhar a paz de Cristo ao próximo em sinal de que estamos em união com as pessoas e que queremos ser amigos de todos, é o momento do abraço da paz. O Sr. Padre diz-nos: “A paz do Senhor esteja sempre convosco”, e nós respondemos “O amor de Cristo nos uniu”

A estes três momentos da Eucaristia nós chamamos Comunhão. Quer isto dizer que estamos em união muito forte com Jesus e com as pessoas que estão à nossa volta.
É Jesus recebido na Eucaristia que nos leva a fazer tudo com muito amor para que haja muita união entre nós.

Em casa, para além de terem de fixar as repostas a estes momentos da Eucaristia de que hoje falamos (pag. 63 do catecismo), os meninos levaram o desafio de convidarem os pais a participarem na próxima Eucaristia.
Finalmente, cada menino levou para casa uma fatia de pão, para agradecerem a Deus, e partilharem com a família explicando aos pais tudo o que aprenderam sobre a comunhão.

Beijinhos
Até Sábado

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Quem julga já "conhecer e saber" tudo,
arrisca-se a não O "reconhecer nem escutar"




Lucas apresenta-nos Jesus a ser rejeitado pelos seus conterrâneos. É o início de uma nova etapa do seu evangelho. Até aqui tudo tinha sido acolhimento jubiloso: os anjos a cantarem, os pastores em adoração, Simeão e Ana cheios de alegria, o menino a ser escutado no Templo… Mas quando Jesus começa a anunciar a Boa Nova do Reino de Deus começa a encontrar oposição.

O principal motivo do escândalo é o modo como Jesus, para “proclamar o Tempo da Graça de Deus”, se diz continuador dos Profetas Elias e Eliseu na sua itinerância entre os pagãos!

Mas qual foi a primeira causa para que eles não acolhessem Jesus, ainda antes de ele falar nos pagãos?
Conheciam-no bem demais!
“Não é este o filho de José?!”
Julgavam saber tudo de Jesus, conhecer o seu conterrâneo. No entanto, parece que, julgando conhecê-lo, não conseguiram reconhecer a novidade da sua missão…

Este “problema” ainda se encontra muitas vezes nas nossas comunidades. Quem julga já “conhecer e saber” tudo, arrisca-se a não o “reconhecer nem escutar” na novidade sempre permanente do seu Reino em expansão…




Meditando para o 4º domingo do tempo comum- in derrotar montanhas