terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Catequese 2º ano









Esta semana recebemos Maria, a mãe de Jesus, na nossa catequese. Para além de Jesus, Maria foi alguém que, de modo completo, escutou a Palavra de Deus Pai e a pôs em prática. Ela é, sem dúvida, um grande exemplo para nós.

Também nós, que escutamos a Palavra de Deus na catequese e temos sido convidados a acolher o próximo no amor, no respeito, na verdade e na obediência, temos dito SIM a Jesus procurando pôr em pratica na nossa vida diária estes valores que Jesus nos tem vindo a ensinar. Às vezes falhamos mas descobrimos que temos uma aliada em Maria pois, podemos beber d’Ela a fé necessária e também podemos contar com a sua intercessão por nós junto de Deus Pai.  
O Sim de Maria trouxe até nós o nosso amigo Jesus, por isso nós a louvamos como o anjo e sua prima Isabel outrora o fizeram.





Podemos fazê-lo todos os dias antes de deitar, junto com os pais, antes do beijinho de boa noite: Avé Maria...










segunda-feira, 10 de dezembro de 2012







Como Maria …

A liturgia da Solenidade da Imaculada Conceição afirma, de forma clara e evidente, que Deus ama os homens e tem um projecto de vida plena para lhes oferecer. Como é que esse Deus cheio de amor pelos seus filhos intervém na história humana e concretiza, dia a dia, essa oferta de salvação? A história de Maria de Nazaré (bem como a de tantos outros “chamados”) responde, de forma clara, a esta questão: é através de homens e mulheres atentos aos projectos de Deus e de coração disponível para o serviço dos irmãos, que Deus actua no mundo, que Ele manifesta aos homens o seu amor, que Ele convida cada pessoa a percorrer os caminhos da felicidade e da realização plena. Já pensamos que é através dos nossos gestos de amor, de partilha e de serviço que Deus Se torna presente no mundo e transforma o mundo?
Neste tempo de Advento encontramos a possibilidade de corrigir a forma de pensar e de agir e de estabelecer novas prioridades na nossa vida, para que os nossos corações estejam livres e disponíveis para acolher a Boa Nova do Reino. Desta forma seremos capazes de, como Maria, acolher e cumprir a que Deus continua, hoje, a confiar-nos.

“Senhor, ilumina o meu pensamento e guia os meus passos para que a minha vida seja uma permanente procura de Ti. Que eu Te encontre e que me encontre em Ti e nos irmãos.”



Meditando para a solenidade da Imaculada Conceição do ano C



sexta-feira, 7 de dezembro de 2012








Na minha opinião estes encontros são muito importantes e fazem sem dúvida muito sentido. A oportunidade de conhecer novas pessoas e todo este convívio e partilha de ideias, oferecem-nos a oportunidade de enriquecer-nos e levar-nos ao encontro da Palavra de Deus. Sinto que há uma corrente de amor reciproco e honesto, o que me faz sentir melhor.....
Obrigada a vocês Catequistas por nos proporcionarem estes momentos

Susana Sobral


A vida é feita de pequenos pormenores, que ao fim de contas são os que nos marcam ao longo das nossas vidas. Assim é a imagem que a Lina e a Manuela nos transmitem, pelo cuidado e carinho que fazem, desde o cestinho com os paninhos com rendas, na decoração da Igreja, nas ofertas que nos presenteiam. Tudo isto e sem esquecer o mais importante a presença de Deus entre nós, lava-nos a alma e dá-nos força para a semana que temos pela frente. Do pouco que vos conheço admiro-as muito, pela fidelidade para com Deus e pelo trato que dão ás nossas crianças. No sábado passado foi maravilhoso o calor humano e a vontade que temos de nos melhorar interiormente com os nossos filhos, deveríamos nos juntar mais vezes. Fez-me tão bem. Obrigado Lina, Manuela e a Ti meu Deus por ter encontrado este caminho.


Ana Barbosa





quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Catequese 1º e 2º ano





Caminhada do Advento




Agora, que estávamos todos juntos, demos inicio à caminhada do Advento. Escutando a Palavra do 1º Domingo do Advento, reflectindo sobre a sua mensagem e rezando, assumimos o compromisso de, ao longo da semana, sermos tolerantes uns com os outros. Quantas vezes, depois de um dia cansativo, tratamos com impaciência os que nos esperam em casa? Aproveitemos este tempo, propicio à mudança, para alterarmos comportamentos e atitudes que nos fazem, a nós e aos outros, menos felizes.





Relativamente ao nosso presépio, esta semana propomo-nos construir a cabana, que vai servir para acolher as imagens que o constituem.


Boa semana e … boa caminhada de Advento! 





quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Catequese 1º e 2º ano






Encontro com Pais


Iniciamos um novo ano litúrgico com a caminhada de Advento. Esta caminhada, que pressupõe preparação, disponibilidade, conversão e, acima de tudo, a valorização do que é essencial, foi o ponto de partida para este encontro.



Tudo foi preparado para que os pais dos catequizandos do 1º e 2º ano se sentissem bem acolhidos. Ao som de um cântico, os pais foram entrando neste espaço de oração. No chão as pegadas a indicar o caminho e, através do cântico, Jesus a apelar: não afastes de mim os teus olhos, porque preciso de ti, para que se cumpra o projecto de meu Pai.

Que projecto seria este? Que desafio teria Jesus para nos colocar? Que mais nos queria dizer ou pedir? Através da sua Palavra, em Lc 21, 34-36, Jesus alerta-nos para que não nos deixemos embriagar pelo materialismo, pela vontade de ter cada vez mais que, muitas vezes, nos leva a ter comportamentos menos próprios da nossa condição de filhos, muito amados, de Deus.


Mas… para melhor entendermos a Sua mensagem, os pais dos meninos do 2º ano encenaram uma história. Esta história falava de um povo, que tinha um chefe, que nos momentos de aflição se dirigia a um determinado local para rezar. Com o passar do tempo, o local foi esquecido. Foi, também, esquecida a oração. Mas, a história, essa permaneceu e foi contada de geração em geração. E, era suficiente para realizar o milagre nos tempos de tribulação.
Mais do que o local e a fórmula da oração, o que importa é contar a história. Mais que as prendas e as luzes, o Pai Natal e a música, importa contar o milagre do Natal, que é o nascimento do Menino Jesus.

Os pais reflectiram sobre o que foi dito, reunindo-se em grupo, tendo como orientação as seguintes perguntas:
- Será que é possível provocar milagres no caminho do Advento e despertar para o mistério do Natal?
- Que passos poderemos dar para que o milagre desabroche e toque o coração da nossa família?




Em plenário, cada grupo partilhou a conclusão a que chegou. Foi uma partilha muito proveitosa. Todos foram unânimes em afirmar que é possível provocar o milagre e despertar para o mistério do Natal. Basta viver esta quadra tendo sempre presente que festejamos o nascimento do Menino Jesus, o Deus feito Homem para a Salvação de todos. E foram apontados exemplos concretos:

- Colocar o Menino Jesus na janela, contrariando a proliferação de Pais Natais que nos últimos anos tem acontecido;
- Escolher um lugar de destaque na nossa casa para a construção do Presépio e, em família, fazer oração, 
- Partilhar com os que menos têm, e não ficar absorvido pela compra de presentes, que transformam o Natal numa quadra comercial
- Disponibilizar mais tempo para a família

Cientes das dificuldades que iremos encontrar pelo caminho, quisemos, em oração, pedir:
Mostra-me, Senhor, os teus caminhos e ensina-me as tuas veredas. Dirige-me na tua verdade e ensina-me. Porque Tu és o Deus meu salvador. Em ti confio sempre.”





Finda a oração, os meninos, que estiveram a colorir um presépio, juntaram-se aos pais.


 Todos, muitos felizes, quiseram mostrar o que tinham feito. E foi lançado o desafio: cada família iria construir o seu próprio presépio. Em material reciclado, com tecidos, em papel, … estamos ansiosos para poder admirar os lindos presépios que vão surgir!


(Continua)









segunda-feira, 3 de dezembro de 2012










Vigiai e orai em todo o tempo


A Palavra de Deus convida-nos a considerar que o fim da nossa vida é alcançar Aquele que nos criou. Na esperança deste encontro podemos confiar que Deus, tomando a iniciativa, é o primeiro a dar o passo para facilitar o encontro: cada vez que é Advento, o Filho do Homem vem ao nosso encontro.

 Cada um deve preparar-se para a Sua vinda, acolher os sinais, encaminhar-se para um encontro que terá de viver dentro de si.
A passagem do Evangelho ajuda-nos a reconhecer que no nosso dia-a-dia podem estar hábitos e comportamentos pouco favoráveis ao encontro com Deus, que podem ser transformados em atitudes mais coerentes para O receber. Devemos afinar a nossa escuta e abrir o nosso coração para procurar, entre o “ruído” das montras enfeitadas e iluminadas, da publicidade aliciante, do exagero dos embrulhos e fitinhas, a verdade do Natal, o dom de Jesus para nós.
 Devemos reservar ao encontro com Deus um espaço importante do nosso viver, para estarmos preparados quando formos convidados a aproximarmos de Deus com a nossa humanidade.

Senhor,
Concede-me estar vigilante para te ouvir bem,
Quando bates à porta do meu coração.




Meditando para o 1º Domingo do Advento do ano C







sábado, 1 de dezembro de 2012







No âmbito do Ano de Fé, promulgado pelo Papa Bento XVI, a Paróquia de Rio Tinto lançou o desafio a toda a comunidade de participar em encontros formativos onde temos a oportunidade de aprofundar, debater e partilhar alguns temas que merecem o nosso olhar mais atento.

Na passada sexta feira, dia 30,  o Padre Félix, propôs-nos reflectirmos sobre a Fé rezada.
Depois de nos ter levado a questionar quanto ao espaço que damos à oração, a sua importância e necessidade pessoal, desafiou-nos a, ali mesmo, entrarmos no nosso espaço interior e a estabelecermos com Jesus um diálogo tão íntimo que nem o silêncio foi capaz de escutar… que bom foi sentir a presença de Deus, falar-LHE, escutá-LO!…

Rezar é conversar com Deus: falar e escutar. 
As orações não precisam de palavras complicadas. Existem orações escritas, fórmulas, mas também as orações que são feitas quando queremos conversar com Deus do nosso jeito. Deus é o nosso melhor amigo e gosta de nos ouvir.
Rezar é fazer silêncio profundo para ouvir Deus, acolher a sua Palavra e assim nos dispormos a fazer a sua vontade. 
A oração é o nosso combustível, o nosso oxigénio.
A nossa oração deve ser perseverante e continuada. Por ela nos tornamos mais humildes, mais humanos e mais fortalecidos nesta relação de fé mutua: Deus e eu.