quinta-feira, 9 de abril de 2009

A história do grão de trigo



Era uma vez um grão de trigo que foi lançado à terra, depois de lavrada. O grão ficou coberto de terra e ficou às escuras e ao abrigo do frio, durante todo o Inverno.

Chegou a Primavera. O grão, que tinha estado a dormir tantos meses debaixo da terra, começou a crescer. Era apenas um fio verde, tenro e pouco vistoso. Cresceu até ver a luz do sol.

O sol aquecia cada vez mais e o grão de trigo, já planta, erguia-se cada vez mais e cobria-se de folhas verdes. No cimo a haste a formar uma terna espiga.

A espiga, com o calor do sol, foi amadurecendo e tornou-se numa espiga dourada. Espigas carregadas de grãos de trigo. Grãos prontos para serem dados ao homem.

Os grãos de trigo, juntos e moídos, deram a farinha branca, com a qual se fez o saboroso pão. O pão das nossas mesas.

Jesus escolheu o pão, que é feito de farinha de trigo, para ficar presente como nosso alimento e fortaleza. Nesse pão da Eucaristia está Cristo ressuscitado.
É comungando este pão que fortaleceremos o nosso amor, a nossa esperança e a nossa fé.
Jesus, eu amovos, mas aumentai o meu amor...
Jesus, eu espero mas aumentai a minha esperança...
Jesus, eu creio mas aumentai a minha fé!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

terça-feira, 7 de abril de 2009

O Zé e Jesus


Contam que um homem muito simples, trabalhador do campo, passava todos os dias à mesma hora, junto da Igreja e deixava encostada à porta a sua enxada. Entrava na Igreja, olhava fixamente uma imagem de Jesus na cruz e dizia baixinho:
- Jesus é o Zé!
E logo deixava a igreja para ir para os seus afazeres no campo.
Certo dia o pároco resolveu questionar o que fazia o Zé vir todos os dias à Igreja mas ficar tão pouco tempo. O homem, na sua simplicidade respondeu ao padre:
- Eu chego aqui, olho para Ele, Ele olha para mim, eu digo Jesus é o Zé e depois vou-me embora
.
Certo dia este homem simples, adoeceu e ficou internado alguns dias num hospital. Enquanto o Zé esteve internado naquele hospital houve muita gente que melhorou e mesmo o Zé recuperou muito mais rapidamente que seria normal. Perante a inquietação das enfermeiras por verem tantas melhoras o Zé resolveu dizer qual o segredo para todos aqueles “pequenos e discretos milagres”
- É por causa da visita que eu recebo todos os dias!
As enfermeiras ficaram admiradas, pois nunca tinham visto ninguém visitar o Zé.
Então o Zé acrescentou: - Aquela cadeira que esta ali vazia é todos os dias ocupada por Ele. Vem sempre à mesma hora senta-se ali e diz:
- Zé é Jesus! E vai-se embora.
E hoje tu? Já disseste a Jesus…- Jesus é o Manuel? Jesus é a Maria?

In aredenarede.com

segunda-feira, 6 de abril de 2009


Limite do Amor

Há acontecimentos que nos deixam estupefactos de surpresa e alegria também. Aqueles acontecimentos que exigem heroísmo dos seus intervenientes, logo pensamos e dizemos: “este merece realmente um louvor ou uma medalha”. Algo fora do comum, algo que ultrapassa a normalidade, desperta sempre em nós uma verdadeira satisfação. Por outro lado, ouvimos, por diversas vezes, os testemunhos dos intervenientes que consideram a facto como um acontecimento normal, e que foram impelidos por uma força maior, que os chamava a socorrer alguém. Talvez, em muitos casos, seja algo instintivo.Porém, um acto de amor tem que ser algo consciente. É isso o que precisamos de ir assumindo: actos voluntários e conscientes de generosidade para com os outros. Por certo que a maior parte desses acontecimentos nunca vai ver as páginas de qualquer jornal ou ter um pequeno momento nos canais televisivos ou de uma qualquer rádio local. Mas serão esses os tesouros que vamos arrecadando para a eternidade.Foi assim com Jesus Cristo: poderia ter sido coroado e feito um poderoso de qualquer reino; se tivesse querido, seria idolatrado por tantos a quem fez o bem na Sua passagem pela terra; poderia ter assumido uma posição e liderado qualquer revolta contra os ocupacionistas da sua terra... Mas preferiu cumprir a vontade d’Aquele que O enviou, colocar a coroa de espinhos e o ceptro do serviço. Viver o maior acto de amor que se pode viver descendo à nossa condição e assumindo a nossa vida. Coloca-se ao nosso lado e quer ser um igual a nós e, por fim, leva o Seu amor ao limite do que pode alcançar o ser humano.
Este texto foi retirado do Blog da Paróquia da Glória - Aveiro

sexta-feira, 3 de abril de 2009

quinta-feira, 2 de abril de 2009

A Importância de saber chegar a casa a horas


Mário Cordeiro, pediatra, disse na semana passada numa conferência organizada pelo
Departamento de Assuntos Sociais e Culturais da Câmara Municipal de Oeiras, que muitas birras
e até problemas mais graves poderiam ser evitados se os pais conseguissem largar tudo
quando chegam a casa para se dedicarem inteiramente aos seus filhos durante dez minutos.
Ao fim do dia os filhos têm tantas saudades dos pais e têm uma expectativa tão grande em
relação ao momento da sua chegada a casa que bastava chegar, largar a pasta e o telemóvel e
ficar exclusivamente disponível para eles, para os saciar. Passados dez minutos eles próprios
deixam os pais naturalmente e voltam para as suas brincadeiras. Estes dez minutos de atenção
exclusiva servem para os tranquilizar, para eles sentirem que os pais também morrem de
saudades deles e que são uma prioridade absoluta na sua vida. Claro que os dez minutos
podem ser estendidos ou até encurtados conforme as circunstâncias do momento ou de cada
dia. A ideia é que haja um tempo suficiente e de grande qualidade para estar com os filhos e
dedicar-lhes toda a atenção.
Por incrível que pareça, esta atitude de largar tudo e desligar o telemóvel tem efeitos imediatos
e facilmente verificáveis no dia-a-dia.
Todos os pais sabem por experiência própria que o cansaço do fim de dia, os nervos e stress
acumulados e ainda a falta de atenção ou disponibilidade para estar com os filhos, dão origem
a uma espiral negativa de sentimentos, impaciências e birras.
Por outras palavras, uma criança que espera pelos pais o dia inteiro e, quando os vê chegar,
não os sente disponíveis para ela, acaba fatalmente por chamar a sua atenção da pior forma.
Por tudo isto e pelo que fica dito no início sobre a importância fundamental que os pais-homem
têm no desenvolvimento dos seus filhos, é bom não perder de vista os timings e perceber que
está nas nossas mãos fazer o tempo correr a nosso favor.
in Boletim de Julho da Acreditar

quarta-feira, 1 de abril de 2009


História de amor

Era uma vez uma ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Vaidade, a Sabedoria, o Amor e outros. Um dia avisaram-nos que a Ilha seria inundada. O Amor cuidou para que todos fossem salvos. Pegaram todos no seu barquinho e desandaram. Só o Amor não se apressou pois tinha muito que ajudar. Por fim, quando a água já era muita, pediu socorro:
- Riqueza, leva-me contigo.
- Não posso. O meu barco já está cheio de ouro...
- Oh Vaidade, leva-me no teu barco.
- Não convém, pois estás muito molhado.
- E tu Tristeza, tens um lugar para mim?
- Não. Prefiro ir só.
Já desesperado o Amor pôs-se a chorar. Nisto apareceu um velhinho:
- Sobe, Amor. Eu levo-te no meu barco.
Chegando a terra seca o Amor perguntou à Sabedoria:
- Quem é aquele velhinho que me trouxe até aqui?
- É o Tempo, porque só ele é capaz de ajudar e de entender um grande Amor.

Começamos a Semana da Paixão com o Domingo de Ramos. A multidão que aclama, logo depois acusa, acolhe mas de seguida despreza. Assim acontece na nossa vida quando não deixamos que o tempo nos amadureça. Que esta semana nos ajude a reconhecer os gestos de Amor de Cristo.

Meditando para o Domingo de Ramos. www.dehonianos.org