quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Catequese 1º ano




Se há bem pouco tempo tínhamos descoberto de que Deus Pai nos faz Crescer em Tamanho e em Sabedoria, esta semana foi-nos dado a conhecer que Jesus foi uma criança como nós, foi um bebé, que se tornou criança e foi crescendo até ser Homem.
Jesus, também brincava, comia e cuidava do seu corpo para melhor crescer em Estatura, mas também crescia em Sabedoria e por isso seu pai, José ensinou-lhe a arte de carpinteiro e sua mãe, Maria ensinou-o a ler e a escrever, claro que em casa, pois as escolas de antigamente não eram como as de agora. No tempo de Jesus primeiro aprendia-se a ler e a escrever em casa e só depois é que se ia para a escola, que eram as sinagogas, templos parecidos com as nossas igrejas, onde os doutores da lei ensinavam a ler e a interpretar os livros mais difíceis e onde se aprofundava o Livro da Palavra de Deus.
 Jesus gostava muito de ir para a sinagoga falar com Deus Pai, gostava de rezar a Deus Pai, sua mãe tinha-O ensinado a rezar. Ele era muito bondoso e obediente à vontade de Deus Pai, a todos ajudava e gostava de dar a conhecer o Seu Pai do Céu a todos à sua volta e o seu coração ia ficando cada vez maior e mais cheio de Amor. Este crescer chama-se crescer em Graça. Jesus não crescia só em Estatura e em Sabedoria mas Ele também crescia sobretudo em Graça.

E nós, será que para além de crescermos em estatura e sabedoria também queremos crescer em Graça? Os meninos disseram que sim, disseram que queriam um Coração Grande como o de Jesus e que para isso iam estar mais atentos às pessoas que estão à sua volta, obedecendo aos pais, aos professores e aos catequistas, houve até uma menina,

 a Mafalda, que disse que ia “ajudar as pessoas a sorrir”.



Todos se comprometeram a falar mais com Jesus, e a rezar todos os dias a oração que levaram escrita no pequeno coração de cartão que lhes foi oferecido na catequese.

Ó Jesus ajuda-nos a ser bons e a viver na Graça de Deus como Tu”.






terça-feira, 24 de janeiro de 2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012


“Cumpriu-se o tempo e está próximo o Reino de Deus. Arrependei-vos e acreditai no Evangelho”



Que “tempo” é esse que “se aproximou” dos homens e que está para começar? É o “tempo” do “Reino de Deus”.
Jesus começa, precisamente, a construção desse “Reino” pedindo a conversão e o acolhimento da Boa Nova.

 “Converter-se” significa transformar a mentalidade e os comportamentos. Na perspectiva de Jesus, não é possível que esse mundo novo de amor e de paz se torne uma realidade, sem que o homem renuncie ao egoísmo, ao orgulho, à auto-suficiência e passe a escutar de novo Deus e as suas propostas.
“Acreditar” não é apenas aceitar um conjunto de verdades intelectuais; mas é, sobretudo, aderir à pessoa de Jesus, escutar a sua proposta, acolhê-la no coração, fazer dela o guia da própria vida.

O chamamento a integrar a comunidade do “Reino” não é algo reservado a um grupo especial de pessoas, com uma missão especial no mundo e na Igreja; mas é algo que Deus dirige a cada homem e a cada mulher, sem excepção. Todos os baptizados são chamados a ser discípulos de Jesus, a “converter-se”, a “acreditar no Evangelho”, a seguir Jesus nesse caminho de amor e de dom da vida.


Senhor, Faz de mim Teu discípulo empenhado em construir esta realidade em construção que é o Teu Reino.


Meditando para o 3º domingo do tempo comum do ano B - Dehonianos

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Catequese 1º ano



“Jesus, aqui o Zé”
Todos os dias, ao meio dia, um pobre senhor entrava na igreja e, poucos minutos depois, saía. Um dia, o Padre perguntou-lhe o que fazia.

“Venho rezar”, Respondia o Zé.

Mas é estranho, disse o Padre, que você consiga rezar tão depressa.
Bem, dizia o Zé, eu não sei rezar aquelas orações compridas. Mas todos os dias eu digo a Jesus: " Jesus, aqui o Zé”. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que Ele me ouve.

Alguns dias depois, Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital. Na enfermaria, passou a exercer grande influência sobre todos. Os doentes mais tristes tornaram-se alegres e, naquele ambiente onde antes só se ouviam lamentos, agora muitos risos passaram a ser ouvidos.

Um dia, O Padre, sabendo do que tinha acontecido ao Zé e que este não tinha ninguém que o visitasse, resolveu fazer-lhe uma visita. Quando lá chegou foi informado, pelos médicos, que o Zé estava muito bem e que desde a sua entrada no hospital, todos os doentes andavam muito felizes e a recuperar muito mais rapidamente. Admirado por tal acontecimento o Padre questionou o Zé acerca do que estava a acontecer.

O pobre enfermo respondeu prontamente:
- É verdade, Padre. Estou sempre muito alegre! E digo-lhe que é por causa daquela visita que recebo todos os dias. Ele faz-me imensamente feliz.

O Padre ficou intrigado e perguntou-lhe:
-Quem o visita? E a que horas?  
- Bem, Padre, todos os dias, ao meio dia, ele vem ficar ao pé da cama por alguns minutos, talvez segundos... Quando olho para Ele, Ele sorri e diz-me: " Zé, aqui Jesus.”


Através desta história podemos compreender que não precisamos de dizer muitas palavras quando visitamos Jesus e que a nossa presença junto d’Ele fala muito mais que muitas palavras. Na simplicidade dos nossos gestos e palavras estamos em comunhão com Ele.
Podemos falar-Lhe em qualquer momento e lugar, nos momentos tristes e nos alegres, basta entrarmos no nosso espaço interior, senti-LO e dizer-lhe simplesmente aquilo que sentimos sem precisamos de nos preocuparmos com palavras muito elaboradas.

 

Hoje, na nossa catequese, fomos visitar Jesus no Sacrário. Em ambiente acolhedor e de introspecção fomos interpelados a falar a Jesus dizendo-Lhe o que quiséssemos no momento. Seguidamente, na passagem da Luz, cada um disse a Jesus “conta comigo Jesus”.

Levamos para casa o compromisso de falar a Jesus todos os dias, a qualquer momento e em qualquer lugar, na escola, em casa no caminho… onde sentirmos vontade de falar com Ele…


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012




“Ao ver que O seguiam disse-lhes: que buscais?”
           
 Desde a manha até à noite, tudo é graça de Deus; um chamamento: Onde estás (Gn 39). Um chamamento a que nos deixemos ver, a que não nos escondamos dele. O seu amor é o que nos torna irmãos.
 Nem todos os ouvidos ouvem nem todos entendem. Deus precisa de pessoas que o conheçam mais intimamente, que se sintam chamadas a dá-lo a conhecer. Se te chama diz: Fala Senhor, teu servo escuta… Diz-me o que, onde, quando e como e ajuda-me porque sozinho não posso nada.

Precisamos de paciência para não sair a correr à primeira dificuldade; perseverança na escuta da sua Palavra.
 Acontece-nos como a Samuel que ouve a voz de Deus e a confunde com a voz de Eli. Deus fala-nos de muitas maneiras e através de muitas pessoas, mas às vezes confundimos a sua voz com outras vozes, por isso convém meditar, confrontar o que entendemos com a palavra de Deus, para que nada nem ninguém nos engane.

Se Deus te chama, escuta-O: se o escutas e te chama diz-lhe: Aqui estou Senhor, para fazer a tua vontade. Deus olhou o homem e vendo que ele estava necessitado de amor, encarnou-se.

 Senhor, que iluminastes as trevas da minha ignorância com a Luz da vossa Palavra, aumentai a fé que me destes para que seja capaz de te escutar.


Meditando para o 2º Domingo dotempo comum do ano B - Verbum Dei