terça-feira, 18 de outubro de 2016

Catequese 1º ano









Depois do nosso encontro no dia 8 de Outubro, foi com muita espectativa que aguardamos a chegada de novo encontro. Com a comparência de todos, iniciamos a nossa catequese com uma dinâmica para nos conhecermos melhor. 

Um novelo de lã foi passando de mão em mão, e todos se foram apresentando, crianças e “jovens” (todos somos jovens, quando o interior não envelhece).No final, todos estávamos unidos por um mesmo fio e o resultado foi uma teia.

Ainda a teia não estava concluída e já o Vasco adivinhava o que estávamos a construir. Mas esta teia é muito especial: é a Teia dos amigos de Jesus, pois estávamos ali porque Jesus nos chamou para O conhecermos melhor e para O seguirmos
Para que a catequese dê os seus frutos, para que nada se perca da mensagem de Jesus, é importante não faltar á catequese, estar atento, colocar o dedo no ar antes de falar, respeitar os amigos e não estragar o catecismo. Estas foram algumas das regras básicas enumeradas pelos catequizandos. Conscientes do valor destas regras, os meninos comprometeram-se a respeita-las e a serem assíduos à catequese.
Terminamos a catequese agradecendo a Jesus o encontro que tivemos e pedimos-Lhe que nos ajude nesta caminhada que iniciamos.

Mesmo ao ir embora, para recordar o compromisso:


Até sábado e boa semana com Jesus!...





segunda-feira, 17 de outubro de 2016





“Mas o Filho do Homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?”

Santo Agostinho, ao comentar esta passagem do Evangelho, ressalta a relação que existe entre a fé e a oração confiante: “Se a fé fraqueja, a oração perece; pois a fé é a fonte da oração e o rio não pode fluir se o manancial fica seco”.
A oração dá força para os grandes ideais, para manter a fé, a caridade, generosidade; dá ânimo para sair da indiferença e da culpa; dá luz para ver e julgar os acontecimentos da própria vida e da própria história na perspetiva salvífica de Deus e da eternidade. Por isso, não deixeis de orar!
“Mas o Filho do Homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?” Por ventura encontrará uma fé semelhante à da viúva? Trata-se de uma fé concreta: a fé dos filhos de Deus na bondade e no poder do seu Pai do Céu.
Uma consequência direta da fé é a oração, mas, ao mesmo tempo, “a oração dá maior firmeza à própria fé. Ambas estão perfeitamente unidas. Por isso, quando pedimos, acabamos por ser melhores; se não fosse assim, não nos tornaríamos mais piedosos, mas mais avaros e ambiciosos”, diz Santo Agostinho.

Neste mês de Outubro, não deixemos de servir-nos do Santo Rosário como oração sempre eficaz para conseguir através de Nossa Senhora, tudo aquilo de que precisamos. Não separemos a oração da vida, da ação! Tudo pode ser impregnado da presença de Deus. E isto é oração!



Meditando para o 29º Domingo do tempo comum do ano C




quarta-feira, 12 de outubro de 2016






















        A catequese recomeçou este sábado (8 de Outubro). Que saudades que já tínhamos dos “nossos” meninos e meninas e dos pais e das mães (avós, tios, padrinhos, irmãos…) que também os
acompanham.
Assim, e para recomeçar em grande festa, iniciamos este ano com uma reunião/um convívio, onde expomos aos pais o que esperamos que este ano seja e lhes mostramos que a catequese sem a sua entrega não chega longe. Por isso, o tema deste ano foi “Juntos para Construir!”. Pois, só juntos, como uma família, uma comunidade, conseguiremos fazer a mensagem de Jesus chegar aos corações dos seus filhos e aos corações das famílias que fazem parte da Catequese da Ponte

.
E foi juntos que iniciamos a nossa reunião. Juntos e com a ajuda dos pais das crianças do 2º ano. Estes pais participaram numa dinâmica que serviu para demonstrar que o catequista sozinho, sem o auxílio e participação dos pais não consegue fazer um bom trabalho. Os balões representavam os filhos e portanto não podiam cair no chão. Todos juntos conseguiram manter os balões no ar mas quando os pais começaram a baixar os braços, o catequista não foi capaz de manter o balão no ar.


Queremos ainda partilhar convosco o autocarro da nossa Festa da Família – festa com a qual encerramos o ano catequético anterior. Momentos para recordar…



Juntos.... em caminho


Até Sábado




segunda-feira, 10 de outubro de 2016





O episódio dos dez leprosos (que é exclusivo de Lucas) insere-se perfeitamente na óptica teológica de um evangelho cujo objectivo fundamental é apresentar Jesus como o Deus que Se fez pessoa para trazer, com gestos concretos, a salvação/libertação a todos os homens, particularmente aos oprimidos e marginalizados.

Os dez leprosos vieram até Ele porque reconheciam n’Ele um mestre, um enviado de Deus. Ousam pedir o que ninguém podia dar naquela época: a cura da lepra. Pedem um favor que ultrapassa as forças humanas. É a Deus que se dirigem através de Jesus. Pedem a Jesus e Ele cura-os. Mas um só vem dizer “obrigado”. Um estrangeiro, um samaritano. Talvez os outros pensassem que tinham o direito de serem curados por serem judeus… O estrangeiro, esse, reconhece que a sua cura é dom gratuito da bondade de Deus. Volta junto de Jesus para “reconhecer” este dom. Entra numa relação plena com Deus. Veio com a sua pobreza, para pedir; regressa, com a sua gratidão, para reconhecer que Jesus respondeu ao seu pedido. O acto central, fonte e cume da vida cristã, a Eucaristia, significa “acção de graças”. Eis o pedido supremo que podemos dirigir a Deus: que nos dê a sua presença em Jesus ressuscitado e o nosso “obrigado”, o mais perfeito possível que possamos dizer a Deus. Aí, estamos bem no coração da nossa fé e do nosso amor.



Meditando para o 28º Domingo do tempo comum do ano C - Dehonianos




quinta-feira, 6 de outubro de 2016






A catequese vai começar...

Uma reunião geral de pais e meninos, pelas 15.30h na capela da ponte, seguida de Eucaristia marcará o início deste novo ano catequético.
Já temos saudades, espera-vos um abraço apertadinho... não faltem!

até sábado:)




terça-feira, 4 de outubro de 2016






O pedido “aumenta a nossa fé” que os Apóstolos fazem a Jesus é uma bela oração também para nós. No Evangelho de Mateus, diz-se que, no momento da partida de Jesus, “alguns tiveram dúvidas”, enquanto Jesus lhes assegura que estará com eles todos os dias até ao fim dos tempos. Isto quer dizer que a fé não é da ordem da evidência, mas do crescimento: não somos crentes uma vez por todas, tornamo-nos crentes. E esta fé, precisa Jesus, manifesta-se humildemente, porque a confiança não suporta grandes declarações, verifica-se no quotidiano e nas pequenas coisas, pode mesmo operar grandes coisas, porque Deus Se deixa tocar pela confiança que n’Ele depositamos. Deus deixa-Se tocar pela humildade do servo, pois tal é a única e verdadeira atitude que espera daqueles que põem n’Ele a sua confiança. O servo não procura, então, a glória, mas somente a alegria de ter feito o seu dever.


Meditando para o 27º Domingo do tempo comum do ano C - Dehonianos