terça-feira, 3 de novembro de 2020

Catequese 5º ano

 

“Deus criou para nós um mundo bom e bonito”






Deus ama-nos muito – Ele é o modelo perfeito de um bom pai ou uma boa mãe, que ama o seu filho ou a sua filha. Por isso, Ele preparou-nos esta “casa” tão bonita que é o Universo, em toda a sua beleza, com todas as suas cores, com todo o seu esplendor, em toda a sua harmonia, tal como nós descobrimos naquilo que nos parece tão bonito.

Com tudo isto, Deus quer que sejamos felizes e que cuidemos desta casa comum.

Quando olhamos para esse mundo tão bonito que nos rodeia e para todas essas coisas boas que Deus criou para nós e que nos ofereceu (gratuitamente), percebemos logo que Ele nos ama muito…

 



Boa semana e até sábado 😊





domingo, 1 de novembro de 2020

 Para meditar...





“Bem -aventurados os pobres em espírito porque deles é o reino do Céus”

 Fizemos da santidade uma coisa tão extraordinária e inalcançável que quase não ousamos falar dela. De certa forma, habituamo-nos a olhar para a experiência cristã como que acontecendo a duas velocidades: o caminho dos santos, minoritário e heroico, e a estrada poeirenta e inglória que é aquela de todos os outros. Ora, esta conceção de santidade não pode estar mais longe daquilo que a tradição cristã propõe. A santidade é a vocação mais comum e inclusiva que possamos imaginar. O pecado é a banalidade do mal. A santidade é a normalidade do bem. A santidade não é ser capaz de marcar o golo final: a santidade são as chuteiras. A santidade não é o que tu alcanças no fim, mas aquilo que te é oferecido, de graça, no início e a cada instante.

Se uma bem-aventurança exige e abre caminho a outra, está na hora de enveredares por alguma delas. Começa por ser pobre, por abrir as mãos para receber e doar. O senhor será a tua recompensa eterna.


D. José Tolentino Mendonça



sábado, 31 de outubro de 2020

 

Pequena carta ao Papa Francisco


Obrigada pela sua coragem constante.

Obrigada por lembrar ao mundo qual é a verdadeira essência de um espírito cristão.

Obrigada por honrar o nome de São Francisco de Assis, fugindo do espírito elitista e pouco fraterno que muitas vezes povoa a Igreja Católica.

Obrigada por falar abertamente sobre injustiças nas suas mais diversas formas e por se posicionar de forma tão clara em um mundo que precisa desesperadamente de bons líderes.

Obrigada por pontuar claramente o protagonismo da desigualdade num mundo que insiste em falar em meritocracia.

Obrigada por viabilizar que pessoas não católicas se sintam abraçadas pelo seu discurso, que é sempre de aproximação e nunca de afastamento.

Obrigada por dizer de forma tão clara que amor é amor, afirmando que os homossexuais “são filhos de Deus e têm direito a uma família”.

Obrigada por reconhecer nos rostos dos milhões de refugiados a imagem de Jesus Cristo, afirmando que eles são “forçados, como Jesus Cristo, a fugir”.

Obrigada por se posicionar de forma firme nas questões ambientais, em especial no que diz respeito às gigantescas ameaças à floresta amazónica.

Obrigada por afirmar de forma categórica na sua encíclica “Fratelli Tutti”, que os direitos humanos ainda não são suficientemente universais.

Obrigada por dizer de forma tão clara que “a organização das sociedades em todo o mundo ainda está longe de refletir com clareza que as mulheres têm exatamente a mesma dignidade e idênticos direitos que os homens”.

Obrigada por dizer que, quase sempre, as pessoas que se envolvem com grupos marginais o fazem em virtude de um total abandono estatal.

Obrigada por não se fechar numa redoma antiquada e por se envolver de forma ativa nos problemas do nosso tempo. Por falar sobre desinformação e sobre os discursos de ódio que povoam a internet.

Obrigada por manter seu olhar atento às violentas ameaças à democracia espalhadas pelo mundo.

Obrigada pela sua preocupação constante com a situação na América Latina, honrando suas raízes em vez de adotar uma postura eurocêntrica.

Obrigada por ser um incómodo tão genuíno para a maioria dos católicos conservadores, que utilizam a religião como forma de exclusão e de manutenção de privilégios, passando tão longe dos ideais pregados por Jesus Cristo.

Obrigada por existir, obrigada por resistir.


Ruth Manus, em “Observador”

 



quarta-feira, 28 de outubro de 2020

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Catequese Adolescência

 


O ano passado foi um ano atípico pois entre catequeses presenciais e por Zoom a “coisa” pareceu um pouco “estranha” pois não estavamos preparados para esta nova realidade.

Este ano, apesar de não nos podermos abraçar nem beijar, estamos felizes por estarmos juntos pois estamo-nos a reunir presencialmente com as devidas regras de segurança, claro!

Começamos por recordar por onde andamos o ano passado nas JMJ. E eles lembraram-se muito bem que começamos por Roma, Buenos Aires, Santiago de Compostela, Czestochowa e Denver.











Já sabemos que as JMJ, por causa da Pandemia, foram adiadas para o ano de 2023 mas, recordamos as coisas mais significativas do ano passado e, por incrível que pareça, apesar da “confusão” do ano, foi muito bonito perceber que os jovens qualificaram a experiência com adjetivos muito profundos.



Apesar de tudo, o Espírito atuou e, se virmos bem, as mensagens das JMJ pelas quais passamos, foram assimiladas e estão bem aqui retratadas nesta nuvem de adjetivos: a Esperança, o amor de Deus, o Caminho a Verdade e a Vida como o rumo da nossa vida,  Espírito que nos une como irmãos na amizade apesar da diversidade, e a Vida dom de Deus que temos de cuidar.










Este ano, já no segundo encontro, avançamos para Manila, ali, num cantinho da Asia! E, depois de uma pesquisa feita pelos nossos jovens fizemos as seguintes descobertas, ora vejamos:










De facto, depois de escutarmos o testemunho de alguém que esteve presente em Manila deu para perceber que estas JMJ encheram as ruas da cidade cheias de jovens vindos de todos os cantos do mundo, que a alegria do encontro foi uma experiência muito enriquecedora, que o Papa João Paulo II entrava na festa e na alegria com muito interesse mas sem perder a centralidade em Jesus Cristo. O tema estava relacionado com Missão por isso, o Papa pediu aos jovens que dessem testemunho do amor de Jesus.

Este continua a ser o desafio para os jovens de hoje e dos não jovens também, por isso em forma de oração, se o quiserem, escutem o hino destas Jornadas que tem por título “Falem ao mundo desse amor”




Boa Semana👍

 


segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Catequese 5º ano

 


Este ano vamos poder compreender e conhecer melhor a história do Povo de Deus – a história da Salvação.

Esta é a história das pessoas que andam à procura de Deus, como nós. Vamos olhar para coisas que aconteceram e para pessoas – algumas que viveram há muitos séculos – e vamos descobrir como Deus tem estado sempre ao nosso lado, Ele cuida de nós e tem um projecto para nós.

 Através da Bíblia e do catecismo, ao longo deste ano de catequese, vamos descobrir este projecto de Deus.

O catecismo tem como título “Sereis o meu povo”. É o projecto de Deus: fazer de todos os seres humanos um só Povo, isto é, unir-nos a todos, como seus filhos, numa só família de irmãos. Foi para realizar esse projecto que Deus enviou ao mundo o seu Filho, Jesus Cristo. É um projecto de amor, dirigido a todos os homens e mulheres, de qualquer raça, língua ou nação, até ao fim dos tempos. Cada um de nós é um membro muito querido do Povo de Deus, que quer acolher-nos a todos e fazer-nos ser felizes.



Boa semana e até sábado 😊


 

Depois de um grande interregno de postagens no nosso blog, atordoado pela pandemia que nos invadiu, eis que, no passado dia 10 de outubro, demos início a mais um novo ano catequético, num tempo atípico e repleto de dúvidas e incertezas por causa da pandemia que persiste mas também num tempo que se oferece como oportunidade de nos enchermos de confiança no Senhor e avançarmos com catequeses presenciais tendo em conta todas as medidas de segurança impostas DGS. Juntos foi possível pensar estratégias para bem proteger aqueles que já nos são tão queridos, os nossos catequisandos.

Por isso o Blog vai avançar com novos posts em tempos de novos desafios,
espreitando por aqui