quinta-feira, 30 de abril de 2015

Catequese 5º ano






Os nossos meninos andam todos muito esquecidos só tivemos uma resposta á nossa pergunta da semana passada:

O que é para vocês a verdadeira vida?




Depois disso vimos alguma fotografias e o que mais nos chamaou á atenção nelas foi que umas mostravam dor, tristeza e sofrimento mas, outras, mostravam felicidade, alegria, bem-estar…
Apercebemo-nos que no caminho da vida muitas vezes é mesmo assim: o desânimo atinge-nos; a tristeza deixa o nosso coração bem pequenino. Nós não queremos estar assim! Queremos a Vida de quem tem a certeza, que Jesus Cristo ressuscitou, está vivo e dá-nos uma Vida de Verdade!
Para isso temos que ter o coração desperto para descobrir a presença do Senhor na nossa vida, para deixarmos que Jesus preencha os nossos dias e oriente as nossas decisões.
Quando os discípulos de Jesus descobriram que Ele tinha vencido a morte começaram a fazer os gestos de Jesus, o melhor que eram capazes.

Que faziam esses discípulos:

- Eram assíduos à catequese;

- Praticavam o mandamento do amor e participavam na eucaristia;

- Partilhavam tudo o que tinham;

- Entregavam-se à oração e louvavam a Deus;

- E viviam com felicidade!





Ter fé em Jesus é acreditar nele, é ouvir as suas propostas e aceitá –las, é querer viver como Jesus propõe e ensina, é tornar-se discípulo de Jesus. É através dos seus amigos, homens e mulheres, que Jesus nos continua a dar a Vida.
Não nos esqueçamos que somos todos discípulos de Jesus… Quando algum dos amigos de Jesus está a ajudar outra pessoa – a dar-lhe vida – é como se o próprio Jesus estivesse a ajudar e a salvar essa pessoa. Quando dais “Vida” a alguém, é Cristo que se torna vivo, através de cada um, para salvar e ajudar as pessoas.




quarta-feira, 29 de abril de 2015

catequese 6º ano








Esta semana começamos com um pequeno exercício. Pegamos em malmequeres e fizemos a “ladainha” tão conhecida – bem-me-quer, mal-me-quer. Com isto, percebemos que há acontecimentos da nossa vida que são bons e outros que são maus. Porém, há alguém sempre connosco disposto a ajudar-nos – o Espírito Santo.
Um Espírito Paráclito que Jesus sabia que o acompanhava na sua missão (Jo 14, 16-17). E Paráclito, como aprendemos esta semana, significa “aquele que defende” ou “aquele que ajuda”. E o Espírito Santo…
§  Defenderá e permitirá vencer as dificuldades;
§  Ajudará no anúncio e na construção do Reino de Deus;
§  Ensinará a Verdade das coisas que Jesus ensinou;
§ E fará com que os discípulos recordem sempre as palavras e os ensinamentos de Jesus.

Percebemos, então, que o Espírito Santo está connosco, desde o dia do nosso Batismo e que é com a sua ajuda que entendemos as palavras de Jesus e que queremos viver como Jesus nos ensinou; é este Espírito que nos dá forças para construir o Reino de Deus. É este Espírito que constrói a comunidade de Jesus, que envia pessoas a anunciar o Evangelho e que anima os cristãos.
Para finalizarmos a catequese pedimos a Deus que envie sempre o seu Espírito sobre nós e sobre o mundo, pois sem a força deste Espírito torna-se mais difícil levar aos outros o Reino de Deus.

“Vinde, Espírito Santo,
enchei os corações dos vossos fiéis,
e acendei neles o fogo do vosso amor.
Enviai o vosso Espírito e tudo será criado.
E renovareis a face da terra.

Ó Deus, que instruís os corações dos Vossos fiéis
com a Luz do Espírito Santo,
fazei com que saibamos apreciar
retamente todas as coisas,
segundo o mesmo Espírito,
e possamos gozar sempre da sua consolação.

Por Cristo, Senhor Nosso.
Ámen.”





Catequese 6º ano




Na semana passada, começamos a catequese com um jogo espalhado pelo chão da cripta da capela. Este é um jogo que aborda o percurso feito por dois discípulos e Jesus, desde Jerusalém até Emaús.





Nos dias a seguir à sua ressurreição, Jesus veio, por diversas vezes, ao encontro dos seus amigos. Esta foi uma das vezes (referência ao jogo sobre Emaús). Quando aparecia, Jesus saudava-os da seguinte forma – “a paz esteja convosco”.

Assim, os discípulos enchiam-se de força e sentiam que podiam realizar o grande sonho de Jesus: construir o Reino de Deus. Os discípulos de Jesus tornaram-se, então, testemunhas de Jesus vivo e ressuscitado.

Mas esta história não terminou com os discípulos de Jesus. Esta história tem de continuar hoje, Jesus ressuscitado continua a querer ajudar e dar Vida. E nós fazemos parte desta história! Nós somos discípulos de Jesus; nós sabemos que Jesus está vivo e que a morte não o venceu. Como? Sempre que vamos à Eucaristia.

Por fim, e depois de tiradas as conclusões sobre a nossa catequese. Cantamos a Jesus, pois como dizem que cantar é rezar duas vezes, a nossa oração foi uma música – “Cristo quer a tua ajuda para amar” .









terça-feira, 28 de abril de 2015






Jesus apresenta-se hoje como o verdadeiro pastor, que pensa nas suas ovelhas noite e dia e por elas está disposto a dar a vida.
Ele é o guia dos que escutam a palavra de Deus.
É o guia dos que vivem no amor fraterno
É o guia dos bispos, sacerdotes e religiosos e também de todos nós baptizados.
A Tua voz, Senhor da vida, é um convite a seguir-Te e a viver em abundância.
Seguir-te é aceitar o teu estilo de vida, é ver o mundo com os teus critérios, é servir e amar como tu.
Obrigado por nos conduzires no caminho do amor e da entrega.



Acção de graças - 5º ano








segunda-feira, 27 de abril de 2015








“Eu sou o bom pastor”

Como sabemos, o pastor tem direitos sobre o rebanho: veste-se com a lã das ovelhas e alimenta-se com a carne e o leite delas. O rebanho sustenta a vida do pastor.
Jesus é um pastor diferente. Ele não retém nada para si; ele não exige nada das ovelhas. Pelo contrário, ele dá a vida por elas.
Jesus é o bom pastor porque se despoja até da própria vida para proteger e defender as ovelhas. O “bom”, aqui, significa o verdadeiro, o autêntico, o corajoso, lutador. Jesus é o Bom Pastor porque o seu amor é tão imenso que está disposto a sacrificar a sua própria vida por nós.
Ele convida-nos a escutar a sua voz, isto é, a imitá-lo na solidariedade sem fronteiras com os irmãos, um compromisso por amor e não por obrigação formal. Nisto consiste a imitação de Jesus, o Bom Pastor... Ser pastor não é uma profissão mas é uma opção de vida. Todos somos pastores dos nossos irmãos; temos uma responsabilidade frente a eles que devemos assumir livremente.

Senhor da vida,
Ajuda-nos a seguir-Te sem medo, animados pela força da Tua Ressureição.



Meditando para o 4º Domingo de Páscoa do ano B






domingo, 26 de abril de 2015

Catequese 5º ano







A Semana passada começamos a recordar a nossa Páscoa.

O mais importante de tudo foi a mesa à qual nos sentámos… Não a mesa concreta! Aquilo que ela representa, o símbolo da última ceia. Na última ceia Jesus sentou-se numa mesa, comeu e bebeu com todos os seus amigo, pão e vinho. Nós continuamos a fazer isso, na Eucaristia!
Depois da Última Ceia, Jesus foi preso, foi julgado e foi condenado, tudo porque não gostavam de Jesus, nem do mundo novo que Ele anunciava.
Logo que Jesus foi preso os seus discípulos fugiram, cheios de medo. Ficaram escondidos, mas souberam que Jesus tinha sido condenado e morto. Para eles, foi como se tivesse chegado a escuridão!
No entanto, na manhã de Domingo, chegou-lhes a notícia de que o túmulo de Jesus estava vazio !


Os discípulos de Jesus começaram a compreender, aos poucos, o que se passava, quando começaram a encontrar-se com Jesus, vivo, que falava com eles, que andava com eles, que lhes dava conselhos, que lhes indicava os caminhos a seguir
Todos eles estavam desconfiados, mas Jesus impôs-se de tal forma, que os convenceu a todos.
Deus, o Pai de Jesus, o Deus cheio de força e de poder, não quis que a morte vencesse o seu filho e deu-lhe vida outra vez.
Quando nós escutamos o que Jesus nos diz e propõe, quando nós aprendemos a amar com os seus gestos de amor, a perdoar com os seus gestos de perdão, a servir com os seus gestos de serviço… estamos a vencer a morte e a ganhar Vida.

Como desafio para casa, cada um ,com base no seu coração e na sua inteligência, foi encontrar o que é, para si, a verdadeira Vida.

Será que conseguiram descobrir?


quinta-feira, 23 de abril de 2015