sexta-feira, 28 de abril de 2017




Adoração ao Santíssimo Sacramento na Capela de Nossa Senhora da Ponte

No dia 29 de Abril, sábado, é o dia da festividade de Nossa Senhora da Ponte. A Eucaristia será, como habitual, às 17h30. A Adoração Eucarística terá início após a Eucaristia e prolonga-se até às 9h30 de domingo.

A vigília diante do Santíssimo será assegurada por grupos paroquiais e demais pessoas da comunidade. Das 18h30 às 19h estarão presentes as crianças do 3º ano de catequese (que este ano terão a sua Primeira Comunhão). Entre as 19h e as 20h orientará a oração o Coro Litúrgico de Nossa Senhora da Ponte, sendo a hora seguinte assegurada pela Legião de Maria. Das 21h às 22h é orientada pelo Grupo de Acólitos paróquia e, entre as 22h e as 23h15 pelo Grupo Coral Spiritus Domini. Nesse momento será cantado o Ofício de Leitura de Domingo e o solene Te Deum em ação de graças. Às 23h15 os Ministros Extraordinários da Comunhão assumem um momento de oração. Entre a meia-noite e as 2h da manhã estará presente o Grupo de Jovens da paróquia (Ruah). Seguem-se horas de oração silenciosa que iniciam com a oração de Completas e uma oração pelas Vocações. Entre as 5h e as 7h estarão presentes elementos do Movimento dos Cursilhos de Cristandade. Às 7h inicia-se a oração de Laudes, orientada pelo Grupo de Acólitos de Nossa Senhora da Ponte, seguindo-se a recitação do Terço. Entre as 8h30 e as 9h30 a oração é orientada pelos catequistas da paróquia, culminando com a bênção do Santíssimo, cerca das 9h30 da manhã.

Esta jornada de oração comemora, também, o Cinquentenário da primeira Eucaristia no lugar da Ponte (a primeira Eucaristia foi em 1967). Na oração toda a Igreja se faz presente, convidando-se a que todos, dentro das possibilidades, se associem com a sua presença.

A Capela de Nossa Senhora da Ponte situa-se em Rio Tinto, entre as ruas da Ponte e Damião de Góis. 
















No dia 22 de Abril juntamo-nos na nossa Capela para uma conferência.













Para isso, contamos coma presença de Frei Bernardo d’Almeida, professor na Faculdade de Teologia da UCP (Porto). Pedimos que nos ajudasse à reflexão em torno da figura de Maria, neste ano em que celebramos os 50 anos desde a primeira Eucaristia na Ponte e os 100 anos de Fátima. E que feliz coincidência!

Começamos por falar de Maria, partindo do seu título de Nossa Senhora da Ponte e interpretando, também, a sua imagem presente na nossa Capela. Fizemos, ainda, uma abordagem à figura de Maria no Evangelho (partindo de Lc 1, 26-38) e às visões de Fátima.
Apesar da sua essencialidade para o nosso caminho, nenhum de nós se deterá e ficará sobre uma ponte. A ponte é travessia de duas margens, aponta algo maior, que a ultrapassa. Assim é Maria nos Evangelhos, assim é Maria, Senhora da Ponte. Conduz-nos a Cristo, fugindo a todos os protagonismos, subtraindo-se a muitas atenções. É caminho a percorrer, percurso a atravessar desde aqui até Deus. Maria, como vemos na nossa imagem, limita-se a mãos abertas que oferecem Jesus. O grande papel de Maria, no silêncio e discrição, é oferecer e conduzir a Jesus.
Mãos abertas e vazias, prontas a receber e a acolher. Sentada e de olhar fixo e cativado por uma realidade bem maior do que Ela e que a abraça. É o que vemos, entre tanta coisa, nesta imagem e no episódio da Anunciação: cheia de graça, plena de Deus, porque completamente vazia de si. Maria, pensante, que não acolhe sem se questionar, sem se avaliar. Qual colaboradora ativa da graça, de um Deus que não nos usa como meros instrumentos.
Como não podia deixar de ser, é o Evangelho que ressoa em Fátima. Atendendo à espiritualidade da época e ao relevo que a figura de Maria sempre assumiu na História de Portugal, torna-se mais fácil abordar Fátima. A figura dos Pastorinhos, figuras exemplares da oração levaram-nos a pensar Lúcia de Jesus. É a Pastorinha, cujo lema foi “Tudo pela Mensagem” e que soube retirar-se, na consciência da mensagem ser muito superiora ao mensageiro. A comparação entre Lúcia e Maria é clara.

Houve, ainda, espaço a questões que se foram levantando. Exemplo foi o questionar o porquê dos títulos de Mãe e Mulher que vemos no Evangelho segundo São João. A mulher fidelíssima a Deus, papel do qual não se pode dissociar o papel de mãe. Outro aspeto que permitiu uma curiosa reflexão foi a questão do sacrifício e da reparação, tão presente na Mensagem de Fátima.

Nos 100 anos de Fátima e 50 de Ponte, poderíamos repetir o toque de humor e de desafio com que nos deixou o Prof. Doutor Bernardo d’Almeida. Após 50 anos em Fátima, Maria decidiu vir mais a norte e falar, ainda mais de perto, às gentes da Ponte, em Rio Tinto. Saibamos escutá-la e imitá-la.

Com Maria, a Ponte para Deus.



Luis Delindro.


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Catequese 6º ano








Na catequese desta semana começamos por tentar fazer um castelo de cartas. Foi difícil. Qualquer toque, aragem ou “tremura” fazia desabar o que, com tanto jeitinho, procurávamos fazer.
Lembramos os tantos castelos de areia que tentamos fazer, quando eramos pequeninos, e que a força da água fez cair.
Há forças difíceis de contornar!
O Reino de Deus é como a força da água, que chega a todo o lado e que passa facilmente por cima dos frágeis muros de areia que as pessoas constroem para a impedir de aparecer.
Os que mataram Jesus pensaram que, com Ele, tinham morto o reino de Deus, tudo tinha terminado no sepulcro… mas isso não aconteceu.


Na manhã do Domingo seguinte, percebeu-se que a morte não tinha conseguido vencer Jesus.
Às mulheres que foram ao túmulo e o viram vazio, foi-lhes explicado o que tinha acontecido durante a noite: Jesus está vivo! Ressuscitou!
Quem quiser encontrar-se com Ele, não pode ir procurá-lo entre os mortos, pois Deus não deixou que a maldade ganhasse e ressuscitou o seu Filho. Diante de Deus e da Sua força, os planos maus dos homens são como a areia que a água vence e arrasta com toda a facilidade.
Diante desta notícia tão boa, estas mulheres não ficaram caladas e correram a contar aos discípulos de Jesus que também fizeram a experiência de se encontrarem com Jesus vivo.
Aqueles que condenaram e mataram Jesus pensaram que podiam acabar com o Reino de Deus, mas, o Reino – esse mundo novo que Jesus nos veio ensinar a construir – vem de Deus e tem a força de Deus; e, por isso, nenhum homem ou mulher o consegue parar.
Dizer que Jesus ressuscitou, significa que o Reino de Deus não morreu, está vivo, está a construir-se através dos seus discípulos, que somos nós e todos os cristãos.
É nos gestos de amor, de partilha, de serviço de encontro que encontramos Jesus vivo a transformar e a renovar o mundo. Se for este o nosso agir, quem procura Cristo encontra-o em nós.
Terminamos a catequese a agradecer a Jesus a Sua ressurreição e a pedir-lhe que nos dê forças para continuarmos, com Ele a construir o Seu Reino.

Boa semana e até sábado😏🙂🙂



quarta-feira, 26 de abril de 2017

Catequese 8º ano




“Cristo: Nossa Esperança”


Esta semana o tema foi sobre Esperança. Percebemos que com a Páscoa dá-se uma mudança – Jesus vence a morte.
Assim, Jesus torna-se a nossa esperança. Mas precisa de nós para espalhar esta esperança pelo mundo. “É tempo de SER Esperança” (link). Mais do que ter, nós precisamos de ser a esperança do outro, ser os olhos positivos que dão ânimo ao próximo.
Deixamos-vos aqui a bonita oração que rezamos no final da catequese e que nos dará força para esta tão bela e importante missão – Ser Esperança!

“SENHOR,
Se eu não puder ser o que desejo,
Que eu seja o que desejas de mim.
Se eu não puder ser a árvore que dá frutos,
Que eu seja o arbusto que dá sombra.
Se eu não puder ser o rio que inunda a terra,
Que eu seja a fonte que dá de beber.
Se eu não puder ser uma estrela no céu,
Que eu seja uma luz que anima e dá esperança.
Se eu não puder ser o teto que abriga a todos,
Que eu seja a porta que abre a quem bate.
Se eu não puder ser o fogo que incendeia,
Que eu seja o óleo que mantém a chama.
Se eu não puder ser o sorriso que encanta,
Que eu seja a impressão que ele deixa.
Se eu não puder ser a felicidade que todos buscam,
Que eu seja feliz a ser tudo para todos.
Se eu não puder ser toda a bondade do mundo,
Que eu seja bom como todo o mundo espera.
Se eu não puder ser o amor que tudo começa,
Que eu seja o amor que faz chegar ao fim!”

(Adaptada P. Orlando Gambi)





terça-feira, 25 de abril de 2017

catequese 2º ano



“Ressuscitou, Aleluia”


Na catequese falamos sobre a alegria que sentimos por saber que Jesus Ressuscitou. Ele voltou à vida e o nosso coração enche-se de alegria por esta notícia tão boa.

Neste tempo, ouvimos muito a palavra “Aleluia” que significa “Louvai o Senhor”.


Terminamos a nossa catequese fazendo isso mesmo, louvando Jesus, o nosso grande e melhor amigo.




segunda-feira, 24 de abril de 2017





Encontrar Jesus na comunidade

Os primeiros cristãos acreditaram em Jesus Ressuscitado pouco a pouco. Alguns demoraram mais tempo a descobrir que Jesus, morto na cruz, estava vivo e os convidava a segui-Lo. Foi o caso de Tomé.
Como é que se chega à fé em Cristo ressuscitado?
Podemos fazer a experiência da fé em Cristo vivo e ressuscitado na comunidade cristã, que é o lugar natural onde se manifesta e irradia o amor de Jesus. Tomé representa aqueles que vivem fechados em si próprios e que não faz caso do testemunho da comunidade, nem percebe os sinais de vida nova que nela se manifestam.
Tomé acaba, no entanto, por fazer a experiência de Cristo vivo no interior da comunidade, quando no “dia do Senhor” volta a estar com a sua comunidade. É uma alusão clara ao Domingo, ao dia em que a comunidade é convocada para celebrar a Eucaristia: é no encontro com o amor fraterno, com o perdão dos irmãos, com a Palavra proclamada, com o pão de Jesus partilhado, que se descobre Jesus ressuscitado.

Senhor Jesus,
Obrigada pela Vida Nova que nos transforma. Como Tomé, nós Te pedimos:
Senhor, aumenta a nossa fé.



Meditando para o 2º Domingo de Páscoa do ano A




terça-feira, 18 de abril de 2017










Conferência na Capela de Nossa Senhora da Ponte
22 de Abril de 2017 | 21h30

Há 50 anos a Paróquia de Rio Tinto começou a celebrar a Eucaristia no lugar da Ponte.
Passaram-se 50 anos. Entretanto, foi construída a atual Capela e tantas, tantas coisas foram decorrendo neste lugar e na Paróquia. Tantos rostos por aqui passaram e passam, aqui se encontraram e encontram com o Senhor. Sinal vivo da presença da Igreja neste lugar, parcela do povo de Deus de Rio Tinto que, aqui, O sente presença real.
Passaram-se 50 anos. Tanto há a agradecer e tanto a refletir. Pensar o caminho feito até aqui e agradecer todos os momentos de encontro e crescimento. O quanto recebemos e o quanto desperdiçamos. Aprender com o passado para consolidar um projeto. Juntos, mãos dadas com uma comunidade paroquial que não se circunscreve a um lugar, mas que abre as portas, cria laços, faz ponte.

Na senda desta comemoração, temos agendada uma conferência. Esta terá lugar no próximo dia 22 de Abril (sábado) às 21h30 na Capela de Nossa Senhora da Ponte. Contará com a presença do Prof. Doutor Bernardo d’Almeida, docente na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa (Porto). Atendendo, também, ao centenário das Aparições de Fátima, terá como tema “Maria no Evangelho, a Eucaristia e Fátima”.

Pensamos que esta conferência poderá constituir um bom momento de aprofundamento da nossa Fé e de partilha.


Contando com a presença de todos,
A Comissão da Capela de Nossa Senhora da Ponte