segunda-feira, 12 de maio de 2014





“Jesus, o Bom Pastor”

Segundo o Papa Francisco, "quer na vida conjugal, quer nas formas de consagração religiosa, quer ainda na vida sacerdotal, é necessário superar os modos de pensar e de agir que não estão conformes com a vontade de Deus".
Neste dia mundial de oração pelas vocações, o Evangelho mostra-nos onde devemos passar para bem cumprir a nossa vocação… o caminho certo é passar pela Porta que é o Senhor Jesus Cristo, ressuscitado. Só somos verdadeiramente felizes se cumprimos a nossa vocação, mas às vezes ficamos perdidos, sem ânimo, sem rumo e, na alegria de sermos cristãos, hoje, o Senhor lembra-nos que Ele é a Porta por onde devemos passar para obter a vida e vida em abundância!
Se nos colocarmos no lugar das ovelhas da parábola, vemos que podemos contar com pastores, que são amigos do Bom Pastor e que nos conduzem à Vida em Abundancia. São os nossos sacerdotes, os nossos bispos e o nosso Papa, mas também os nossos pais e pessoas que caminham á nossa frente pelo sim que deram ao Dono da Messe. Conhecemos bem a voz desses pastores e podemos seguir os caminhos por eles indicados porque sabemos que vamos estar sempre em segurança rumo à alegria eterna!

Sejamos pastores ou ovelhas, O Amor é o que nos deve nos conduzir! Só por amor poderemos dar nossa vida pelas ovelhas, só por amor nos deixamos guiar pelo Senhor ultrapassando e superando assim as nossas dificuldades para agir de acordo com a Sua vontade.


Que Maria Santíssima, Senhora de Fátima, interceda por nós e que ela nos ajude a conhecer profundamente o Senhor e a dizer-lhe SIM incondicionalmente!



Meditando para o 4º Domingo de Páscoa do ano A



sexta-feira, 9 de maio de 2014







"Na comunhão contigo, irmão peregrino, com a prece que tens no coração, rezamos juntos à mãe, que caminhe sempre connosco, e nos leve, um dia, a contemplar o céu."



quinta-feira, 8 de maio de 2014

Catequese 2º ano






No sábado festejamos o Dia da Mãe. De forma muito especial, quisemos manifestar-lhe todo o nosso carinho, dizer-lhe o nosso amor e o quanto é importante na vida dos que a rodeiam.

Conscientes de que as mães merecem tudo isto diariamente, preparamos este dia com muita alegria e boa disposição. E que jogo poderíamos escolher, mais apropriado ao momento?
Está-se mesmo a ver: “Mamã dá licença?!”
Estava um dia lindo, cheio de sol, e todos nos divertimos com a brincadeira.

O encontro continuou na sala de catequese, devidamente preparada para o momento: a música suave, convidava à serenidade para que nada se perdesse; na mesa, a imagem de Maria, como que abraçada pelas flores, recordava-nos a Mãe que Jesus nos deixou; e, mais ao lado, uma estranha “árvore”, com “frutos” que, sem dúvida, podemos chamar os “frutos do amor”, razão da nossa existência como mães.

O placard estava sugestivamente adornado com fotos de algumas mães, umas grávidas, outras já com o seu filho no colo. Os meninos ficaram muito contentes com estas imagens e, para que a sua alegria ficasse completa, convidamos duas mães para darem o seu testemunho, partilhando como souberam que iam ser mães, quem lho disse, o que sentiram, o que fizeram a partir desse momento.

As mães ajudam-nos a crescer. Alimentam-nos, ensinam-nos, cuidam de nós, levam-nos á escola à catequese, à música, à piscina, ajudam-nos a fazer os deveres de casa, vestem-nos, dão miminhos.
Sem elas a nossa vida seria bem complicada. Por vezes, até se esquecem de si próprias para cuidarem dos filhos. Para elas os filhos estão sempre em primeiro lugar.
Jesus também teve uma Mãe, seu nome é Maria. Será que Maria ficou feliz por saber que ia ser mãe? Encontramos estas respostas através do Evangelho de S. Lucas: Lc 1, 26-38

Maria recebeu a notícia pelo anjo Gabriel, enviado por Deus, de que fora escolhida para ser a mãe do Filho de Deus, ao qual poria o nome de Jesus. A primeira reacção de Maria foi de perturbação, pois não tinha percebido as palavras do anjo. Todavia, Maria confiou e aceitou a vontade de Deus e, a sua resposta foi um “sim” incondicional.
Como todas as mães, Maria cuidou de Jesus, ensinando-O a andar, a comer, a falar, a obedecer, a ser amigo e, sem dúvida, a rezar…
Maria é para todas as mães um exemplo a seguir. Ela é, também, a mãe que está junto de Jesus e de Deus Pai a interceder por nós. Recorrendo a Maria, sentimos que Ela nos dá força para vencermos as dificuldades, ajudando-nos a sermos mais felizes. Seguindo o Seu exemplo aprendemos a viver com Deus no coração, sendo melhores mães e melhores pessoas. E, os nossos filhos reconhecem todo o carinho e dedicação que lhes consagramos.

Por isso, eles prepararam para vós uns miminhos com todo o cuidado e amor, como agradecimento por tudo aquilo que vós fazeis por eles. 
Um a um, vieram junto da árvore, onde se encontrava o seu coração pendurado com a carta que escreveram; leram em voz alta essa carta e ofereceram-na á mãe, juntamente com o leque que cada um pintou.
Depois destas surpresas faltava ainda mais um miminho (que tudo o que oferecemos à mãe é pouco comparado com o muito que ela nos dá!). Cantando, os meninos disseram á sua mãe o quanto a amam, manifestando a sua alegria e a sua gratidão pelo seu amor por eles.


Também não podíamos esquecer a Mãe do Céu, tão merecedora do nosso amor. Por isso, no silêncio do coração, cada um lhe disse o quanto a ama e, em voz alta, o grupo rezou-lhe uma Avé Maria.
Depois deste momento com as mães, em que lhes dissemos o quanto gostamos delas, o quanto elas são importantes para nós, tão importantes que não imaginamos a nossa vida sem elas, o que vamos fazer daqui para a frente? O que vamos mudar na nossa vida. Os meninos comprometam-se a ser mais obedientes, mais respeitadores e a ajudar mais a sua mãe.

Como não há festa completa sem partilha e convívio, terminamos o nosso encontro cantando os Parabéns, primeiro à Carolina que fazia anos nesse dia, e depois às mães. Tudo isto acompanhado de bolachinhas de chocolate, bolo e sumo.
Ao irem embora, as mães levaram uma bonita rosa branca, símbolo da pureza de Maria e, os meninos a tão esperada lambarice.

Na esperança de que tenham tido um feliz dia, estaremos à vossa espera no próximo sábado. De certeza que Jesus tem algo de muito importante para nos dizer!


  



quarta-feira, 7 de maio de 2014

terça-feira, 6 de maio de 2014

Catequese 3º ano



                       
Dia da Mãe



Celebrar o dia da mãe é sempre motivo de festa, delicia para os filhos e miminho para as mães que o merecem com toda a certeza.

Os meninos e mães do 3º ano demonstraram a brincar, que têm “queda” para a bola, podemos mesmo dizer que o Cristiano Ronaldo perto deles não teria qualquer hipótese como podem verificar pelas imagensJ



 Os momentos de brincar são sempre momentos que agradam aos nossos filhos e tanta ajuda nos dão na arte de educar, não é verdade mamãs?...

Depois, foi o momento de nos centrarmos na Palavra de Deus e de reflectirmos um pouco sobre a condição de mãe através da qual os filhos, pela graça de Deus, vieram ao mundo.
Temos como referência Maria, modelo de fé e de mãe. Mãe amorosa, mãe presente, mãe que, certamente sentiu na pele as dificuldades e as alegrias de educar um filho. Ela acompanhou e amou Jesus até morrer. Não deve ter sido nada fácil ver o seu filho ser cruxificado…
Como terá ela conseguido suportar tamanha dor? O que fez Maria depois de Jesus ter morrido? Onde estava? Para onde foi?

Sabemos que, após a morte de Jesus, os seus amigos experimentaram momentos difíceis, de tristeza, de dor, de total desilusão. Mas, aos poucos foram descobrindo Jesus Ressuscitado de muitas maneiras. Jesus tinha-lhes dito que não iriam ficar sós, iriam receber uma força, a do Espirito Santo por isso continuaram a reunir-se e rezavam juntos. Com eles estava alguém muito especial, alguém que permaneceu fiel a Deus mesmo na tribulação.

Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas. Maria, mãe de Jesus, e os irmãos dele” (Act. 1,12-14).

Era Maria, a Mãe de Jesus. Ela permaneceu unida e reunida com a nova família, que é a Igreja. Ali estava ela o tempo todo, junto ao grupo dos amigos de Jesus.
Hoje somos nós os amigos de Jesus, aqueles que acreditam em Jesus vivo, aqueles que juntos formam esta grande família que é a Igreja. E Maria é a nossa Mãe, a mãe da Igreja.
Maria continua connosco e serve-nos de modelo e de guia, na fé a na capacidade de amar. No seu regaço, experimentamos o amor de Deus. Maria deu-nos o melhor fruto do amor do Pai: o seu Filho Jesus. Ela cuidou deste fruto bendito do seu ventre, com todo o amor, mesmo em momentos muito difíceis! O amor das nossas mães é muito parecido com este. Amor sem limite, amor diário, amor entrega. As nossas mães são assim! Elas cuidam de nós desde o dia do nosso nascimento elas regam- nos com o amor que lhes vem de Deus. Mesmo quando as coisas são difíceis, elas amam e o amor delas faz florescer em nós o amor de Deus que anima e dá um sentido diferente á nossa vida.


“Todos eles perseveravam unanimemente na oração…”

Através da oração falamos com Deus e mantemos acesa a luz da fé certos de que Maria está connosco e nos fortalece na missão de amar ao seu jeito, por isso este foi um momento a sós com Jesus, junto ao sacrário, mãe e filho… lugar de intimidade, de sentir, de ternura…

















Depois foi tempo dos filhos presentearem as mães com um pequeno teatro onde expressavam o seu amor e gratidão por tudo o que cada uma é. Na oferta de uma flor pintada por eles pudemos perceber a alegria, o amor, o afecto… que lindo!











É claro que não pôde faltar o bolo de parabéns, e o miminho para os meninos que radiantes saltitavam em torno das mães tal como flor viçosa e cheia de vida que procura a seiva que da mãe lhes vem pela graça de Deus.







Parabéns Mães:)










segunda-feira, 5 de maio de 2014





Alguém caminha connosco

Nem sempre a nossa fé é tão firme, forte e segura que nos garante a certeza da presença de Jesus Ressuscitado na nossa vida, caminhando connosco. Mais difícil ainda é imaginar que um suposto morto esteja vivo e fazendo história com a humanidade.
Dois discípulos voltam de Jerusalém desanimados depois dos últimos acontecimentos trágicos que lá aconteceram. Deixam a esperança para trás, enterrada em Jerusalém, e voltam para sua casa, acompanhados por um “estranho”.
Ao longo do caminho, este “estranho” vai-lhes explicando as Escrituras e enche-lhes o coração de esperança. De tal forma que O convidam a ficar com eles.
Agora, o “estranho” torna-se também “hóspede”. Na casa há pão sobre a mesa. É na mesa que acontece a partilha e, a partir dela, revela-se o rosto de Jesus.
A Eucaristia é o grande símbolo de partilha e a maior demonstração da presença de Deus. Alimentados com a eucaristia, aprendemos a partilha e a solidariedade que nos darão a certeza da presença de Deus na nossa vida.

“Senhor, torna-nos atentos à Tua presença, fica connosco, quando se aproxima a noite, e ilumina o nosso caminho.”


Meditando para o 3º Domingo de Páscoa do ano A




quinta-feira, 1 de maio de 2014

Encontro com Pais - 2º e 3º ano








Esta semana, o Américo, ajudou-nos, pais e catequistas, a reflectir o tema “A luz da fé”.
Tal como Tomé, muitas vezes duvidamos, muitas vezes não vemos porque os “olhos da razão” nos impede de ver as marcas profundas de um Jesus vivo que se revela no pobre, no triste, no só, no doente, no desanimado, no descrente…. E disto, todos nós temos um pouco!.. 
Muitas vezes, nossos olhos e corações estão fechados à presença de Deus...

A descoberta de Jesus ressuscitado acontece aos poucos e de formas diferentes para cada um de nós. Com o seu testemunho de vida, o Américo contou-nos como descobriu Jesus vivo e actuante e como, desde então, a sua vida se transformou e ganhou um novo sentido. Vejamos então…


Ao nascer com paralisia cerebral e ao cegar aos 16 anos vi os primeiros projectos da minha infância e juventude ruírem como castelos frágeis de areia fina perante o ataque avassalador das ondas de um mar incontrolável.
Lançada, assim, para um vazio sem fundo, a minha vida perdia, aparentemente, todo o sentido. Que razões encontraria para viver confinado a uma cadeira de rodas, entre 4 paredes, à espera que os dias passassem monotonamente?
Mas foi nesse vazio que, através da dedicação extremosa de uma enfermeira, viria a descobrir Deus e o poder da oração, pois, ao transbordar para Ela toda a minha revolta acerca da extrema inutilidade em que se transformara o meu ser, ia discernindo os novos projectos que Deus tinha para me propor.
Deus, em resposta às minhas súplicas, colocou no meu caminho pessoas que necessitavam de alguém com disponibilidade para as escutar e depressa constatei que, se eu treinasse a arte de escutar, além de me tornar a sentir necessário, estaria a possibilitar que outros fizessem a descoberta de si mesmos e de Deus.

Agora, com a vossa licença, vou calar-me e aproveitar a boleia do melodioso assobiar dos melros e também louvar a Deus por mais este dia que tenho para viver.
E se quiserem conhecer melhor o meu testemunho de vida, entrem no link abaixo e assistam ao vídeo da conferência que fiz em Vilar do Paraíso.


https://www.youtube.com/watch?v=5xyDM4Jy30E



Américo Lisboa Azevedo