quarta-feira, 27 de março de 2013

Catequese 1º e 2º ano







No encontro de Pais do dia 09-02-2013, reflectimos sobre a quaresma, como uma caminhada para a Páscoa. Um tempo que nos convida a “morrermos” para o que não nos convém, para nos sentirmos seres novos, renovados com Jesus. No fim do encontro, cada família levou uma pedra, que iria representar a transformação do nosso coração. 

A caminhada foi avançando … o nosso coração foi-se transformando … 
Quisemos celebrar essa transformação todos juntos. 


Para tornar a Celebração mais digna e participada, os cânticos foram ensaiados previamente, com todo o empenho. 








Já na Capela, aguardamos calmamente que se desse o início à nossa Celebração. 






Cada pano no caminho, ao ser removido, revelava um passo mais da nossa caminhada. 


Os sinais, com as mensagens de cada família, foram sendo recolhidos, à medida que pedíamos perdão a Jesus pelas vezes…. 

“Pelas vezes em que nos deixamos conduzir pela preguiça. Perdão, Jesus, perdão” 

“Pelas vezes que não rezamos. Perdão, Jesus, perdão”

“Pelas vezes que deixamos de ajudar os outros. Perdão Jesus, perdão”

“Pelas vezes que deixamos de fazer alguém feliz. Perdão Jesus, perdão”

“Pelas vezes que julgamos e condenamos alguém. Perdão, Jesus, perdão.” 


Contemplando a cruz, cantamos, reconhecidos pelo grande amor que Jesus nos tem. 

Ninguém nos ama como Tu. A cruz é a maior prova do Teu amor, da Tua entrega por cada um de nós. 

Como símbolo da nossa conversão, do nosso esforço, semana após semana, para sermos melhores, depositamos aos pés da cruz os sinais da nossa caminhada. Oferta singela mas, para Jesus, tem certamente, o valor do presente mais precioso que Lhe poderia ser oferecido. 
É desde a cruz que Jesus reina. Ele é sinal de vida e vida em abundancia. Ao longo destas semanas, Jesus caminhou connosco e fomos progredindo até à celebração da Páscoa. Com Ele, fomos fazendo pequenos sacrifícios que foram transformando o nosso coração, tornando-o mais bonito… e a pedra que era fria, sem beleza aparente, tornou-se numa linda pedra, simbolizando o nosso coração mais belo, porque se aproximou mais de Jesus. 





Cada família ofereceu a Jesus a sua pedra, enquanto fomos cantando: 

” Jesus, para Ti o meu coração” 




Em cada gesto partilhado levamos aos outros Jesus, vivo no meio de nós, e a alegria do Seu amor. O nosso coração transformado fez-nos experimentar a PÁSCOA. 





Páscoa é Jesus vivo no meio de nós. Este acontecimento é celebrado, todas as semanas na Eucaristia e, de forma mais solenizada, no Domingo de Páscoa.

Páscoa é sermos amigos de Jesus, e procurarmos ser como Ele: amigos uns dos outros, ajudando os que precisam, e respeitando todas as pessoas.

Segundo o Evangelho de S. João, cap 20, 11-18, naquele tempo, os amigos de Jesus pensaram que tudo tinha terminado com a Sua morte. Então, Maria Madalena, de manhã bem cedinho, foi ao túmulo onde tinham sepultado o corpo de Jesus, para cuidar dele. Chorava muito, pois a sua tristeza era muito grande. Mas, o sepulcro estava vazio, e … apareceu-lhe um homem, que ela confundiu com o jardineiro. Todavia, quando Ele chamou o seu nome, tocando-lhe o coração, Maria compreendeu que Aquele é Jesus. Não o Jesus morto, que ela tinha visto, mas o Jesus que, na sua liberdade acolheu o Projecto de Deus Pai, e Deus Pai o ressuscitou, em toda a Sua glória. Como Jesus lhe pediu, Maria correu a levar a boa notícia a todos.

Também Jesus chama o nosso nome e, tocando o nosso coração, nos pede que anunciemos a todos que Ele ressuscitou, que está vivo no meio de nós.



Naquele tempo, Maria correu a anunciar. Hoje, não precisamos de correr, pois temos ao nosso alcance meios de comunicação que nos permitem chegar rapidamente a muitas pessoas.

 O telemóvel, a internet com as variadas possibilidades que nos oferece, são os meios que nos propomos utilizar para anunciar aos nossos amigos, no Domingo de Páscoa, a boa noticia. 


Terminamos a Celebração pedindo a Jesus que nos ajude a viver a Páscoa, para sermos mais felizes, fazendo os outros felizes. 




Senhor Jesus,Depois de tanto caminho e de tantos sinais, resta-nos uma última passagem obrigatória: 
- a passagem da Tua Paixão e Morte. 
Porque nos amas muito, sofreste a paixão e a morte de cruz. 

Ajuda-nos, Senhor Jesus, a atravessar esta passagem confiantes de que é o último passo para a vida eterna e feliz que nos queres fazer viver. Ámen. 



Ao irmos embora, não podemos ficar indiferentes aos “coelhos” que nos aguardavam à porta. Cheios de lambarices, para adoçar a boca, foram a alegria das crianças.


Boa Páscoa, com Jesus Ressuscitado!







Catequese 1º ano









Todos os dias nos oferecem uma boa oportunidade para festejar o Dia do Pai: quando ele está presente e sentimos o calor da sua mão ou, tão-somente, o evocámos no nosso coração. Por isso quisemos dedicar o dia da catequese ao Pai. Todos foram convidados e muitos aderiram ao chamamento. Outros, devido aos afazeres profissionais, fizeram-se representar pelas mães. E foi uma alegria vê-los chegar, irradiando felicidade, que lhes iluminava o rosto, e contagiava toda a gente. 

Tudo estava preparado … a festa começou, e as surpresas foram-se sucedendo. 

A primeira surpresa: através de um powerpoint, revelamos aos pais o que os petizes pensavam deles e, simultaneamente, demos a conhecer o que os pais sentiam pelos filhos. 
Para os pais, os filhos são o que têm de mais precioso, a fonte da sua alegria, a razão do seu existir e o futuro.

Os filhos, orgulhosos e felizes, manifestaram o seu carinho com expressões de “Melhor Pai”, “Pai Cantor”, “Pai Cozinheiro”, “Pai Amigo” … 


Nos encontros de catequese escutamos sempre a Palavra de Deus, e este não foi excepção. O que teria Deus Pai para nos dizer? 

Foi um pai que nos leu a leitura bíblica: Mt 1, 18-25


Deus escolheu José para ser o pai de Jesus e falou-lhe ao coração. José escutou e acolheu a vontade de Deus, com alegria e com generosidade. 

José é fonte de inspiração para todos os pais, pois é exemplo de um pai que trabalhou arduamente para sustentar a família. Prezava a justiça, a rectidão, a obediência e, acima de tudo, era um homem de fé, numa total doação e confiança em Deus.
Também vós fostes escolhidos por Deus, que vos confiou os vossos filhos para que os ameis e os eduqueis. Eles são dom de Deus, para vós e para o mundo, na medida em que eles serão os homens e mulheres de amanhã e deles dependerá o futuro. 
Por isso, é importante que eles cresçam na prática dos bons costumes éticos e morais, mas é também muito importante que eles cresçam na Fé, no Amor a Jesus Cristo e naturalmente no amor ao próximo. É com o vosso exemplo que eles aprendem a viver a e na Fé. 


Conscientes do dom de Deus, agradecemos os filhos que nos deu e pedimos-Lhe que nos ajude a ama-los, a compreende-los e a educa-los para que encontrem o seu caminho e sejam felizes. 

Surge a segunda surpresa: pais e filhos foram convidados a construírem juntos uma medalha. 



Foi um momento de grande alegria e descontracção, que culminou com a condecoração de cada pai, atribuindo-lhe a classificação dada pelos filhos. Entre risos e expressões de ternura, os pais foram agraciados com o fruto do tempo que viveram com os seus filhos. 

Aproximava-se o fim do encontro, o coração estava cheio de alegria, mas a barriga … 


A barriga bem agradeceu a partilha que fizemos, na simplicidade de um lanche, amorosamente preparado. 




Antes de irmos para as nossas casas, os meninos não resistiram às lambarices que foram preparadas para eles.


Bom dia do Pai para todos e, não se esqueçam: Dia do Pai é todos os dias!





terça-feira, 26 de março de 2013





Viver a Quaresma...







Mc 11,1-10
“Naquele tempo, quando se aproximaram de Jerusalém, em Betânia, junto ao monte das Oliveiras, (...) levaram o jumentinho a Jesus, colocaram sobre ele seus mantos, e Jesus montou. Muitos estenderam seus mantos pelo caminho, outros espalharam ramos que haviam apanhado nos campos. Os que iam na frente e os que vinham atrás gritavam: “Hossana! Bendito o que vem em nome do Senhor! Bendito seja o reino que vem, o reino de nosso pai David! Hossana nas alturas!”
REFLEXÃO:
 A Semana Santa começa no Domingo chamado de Ramos porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado num jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples que o aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”. O Domingo de Ramos é o início da Semana que mistura os gritos de hossanas com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras. A ENTRADA "SOLENE" DE JESUS EM JERUSALÉM FOI UM PRELÚDIO DE SUAS DORES E HUMILHAÇÕES. Aquela mesma multidão que o homenageou motivada por seus milagres, agora lhe vira as costas e muitos pedem a sua morte. Jesus que conhecia o coração dos homens não estava iludido. Quanta falsidade nas atitudes de certas pessoas!
ORAÇÃO:
Jesus, depois de tanto caminho e de tantos sinais, resta-nos uma última passagem obrigatória: A passagem pela Tua paixão e Morte. Porque nos amas imenso, sofreste a paixão e a morte de cruz. Ressuscitado tu, que és o sentido "obrigatório" para todo o crente, não nos deixes indiferentes e apáticos; Que a alegria da Tua ressurreição em nós partilhada na Eucaristia e vivida na comunhão entre todos nos ajude, como discípulos, a testemunhar, sem condições nem reservas, esta alegria e esta fé.
COMPROMISSO/DESAFIO: Participar no Tríduo Pascal



segunda-feira, 25 de março de 2013













"Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito"


Celebrar a paixão e morte de Jesus é abismar-se na contemplação de um Deus a quem o amor tornou frágil… Por amor, Ele veio ao nosso encontro, assumiu os nossos limites.
Desse amor resultou vida plena, que Ele quis repartir connosco “até ao fim dos tempos”: esta é a mais espantosa história de amor que é possível contar; ela é a boa notícia que enche de alegria o coração dos crentes. 
Contemplar a cruz onde se manifesta o amor e a entrega de Jesus significa assumir a mesma atitude e solidarizar-se com aqueles que são crucificados neste mundo: os que sofrem violência, os que são explorados, os que são excluídos, os que são privados de direitos e de dignidade… Significa denunciar tudo o que gera ódio, divisão, medo, em termos de estruturas, valores, práticas, ideologias. Significa evitar que os homens continuem a crucificar outros homens. Significa aprender com Jesus a entregar a vida por amor… Viver deste jeito pode conduzir à morte; mas o cristão sabe que amar como Jesus é viver a partir de um dinâmica que a morte não pode vencer: o amor gera vida nova e introduz na nossa carne os dinamismos da ressurreição.



Meditando para o domingo de Ramos do ano C - Dehonianos





sexta-feira, 22 de março de 2013

quinta-feira, 21 de março de 2013

Catequese 6º ano









































O 6º ano reuniu-se, todo ele, numa catequese conjunta num dos salões da Igreja Paroquial.
A Partir da parábola dos dois filhos fizemos uma leitura orante da Palavra.


Num primeiro momento, os jovens foram convidados, em grupos de três, a observarem a pintura do filho pródigo de Rembrandt.
Partilhou-se, de forma arbitrária, o que registaram e em clima de mistério e interioridade, entramos no encontro com Deus que na Palavra e pela Palavra se fez presente.
Mais uma vez, Jesus nos falou do projecto de Deus Pai. Mais uma vez Jesus nos mostrou o rosto do Pai a quem ele chamava carinhosamente: Papá.

Através da parábola dos dois filhos Ele disse-nos que Deus Pai está sempre à espera, mesmo daqueles que por algum motivo se afastam… Ele espera e quando nos vê, ainda longe, Ele corre e abraça e beija e acolhe e irradia de alegria porque estamos de novo juntos! Não é maravilhoso este Pai? Não é maravilhoso sentirmo-nos amados por um Pai assim? Um Pai que nunca nos perde vista, um pai que nos perdoa mesmo antes de nos sabermos perdoados, um pai que se faz sentir pelo abraço que nos dá em cada momento de retorno interior e sincero?

Este é um Pai fixe, um Pai cool, um Pai querido, um Pai a quem nós agradecemos o seu jeito de amar e de correr sempre ao nosso encontro.

Obrigado Papá

quarta-feira, 20 de março de 2013








Viver a Quaresma

1º e 2º ano de catequese





Ressuscitar com Jesus não é fácil! Seguir e servir Jesus é uma Passagem Estreita que nos molda e nos transforma à imagem de Jesus. 


Jo. 8, 10-11 

Jesus ergueu-Se e disse-lhe: «Mulher, onde estão eles? Ninguém te conde- -nou?».  Ela respondeu: «Ninguém, Senhor». Disse então Jesus: «Nem Eu te condeno. Vai e não tornes a pecar».

Reflexão – Jesus é desconcertante. Uma vez mais Ele não faz aquilo que toda a gente esperaria. Ele interessa-se em primeiro lugar por aquela que está a ser condenada. Jesus olha com amor e confia na transformação da vida daquela mulher. 



Oração – “Obrigado pelo olhar de amor que pões em cada um de nós. Ensina-me a olhar também os outros da mesma maneira.”


Compromisso – Com que facilidade, muitas vezes, julgamos os outros. Esta semana o nosso esforço será no sentido de não julgar, não condenar ninguém.