segunda-feira, 31 de março de 2014




Jesus,

Apresentamo-nos diante de ti como aquele cego que vivia na escuridão. As vezes, os olhos da nossa vida, cegos pelo brilho das coisas, não conseguem ver com nitidez. 




Mas Tu vens até nós e abres os nossos olhos, á luz da verdade e da fé.



Obrigada, Jesus porque abriste os nossos olhos à luz do mundo que és TU.
Obrigado por estares connosco.

Contigo a iluminar o nosso coração, vemos as pessoas, os acontecimentos e o futuro com:
a cor verde da esperança, com a cor vermelha do amor, com a cor branca da paz, com a cor rosa da alegria, a cor azul da serenidade, do respeito e da paciência. Tudo adquire uma nova cor.

Só Tu és a luz do mundo
Mas nós podemos fazê-la brilhar em toda a parte.


Só Tu és a nossa força
Mas nós podemos ajudar a quem vive desanimado. 


Só Tu és o amor que nos vem de Deus
Mas nós podemos fazê-lo reinar entre nós.


Só Tu és a nossa paz
Mas nós podemos semear a união.

Só Tu és a vida
Mas nós podemos salpicar de alegria a vida de quem sofre. 


Só Tu és a serenidade que acalma a tempestade
Mas nós podemos escutar com paciência e respeito em favor da harmonia. 

Só Tu és a luz do mundo. Contigo podemos dar ao mundo as cores do arco iris.




Acção de graças- 3º ano


















Viver na Luz

Jesus é nos revelados como a “luz” que veio iluminar o caminho dos homens. O “cego” da passagem do Evangelho (Jo. 9, 1-41), é um símbolo de todos os homens e mulheres que vivem na escuridão, privados da “luz”, aprisionados pelas cadeias que os impedem de chegar à plenitude da vida.

A vida é conversão! Aquele que está na verdade vem à luz, diz Jesus a Nicodemos quando o vem encontrar de noite. Esta palavra também nos é dirigida. Fazer uma caminhada de reconciliação é fazer sempre a verdade. Receber o perdão é acolher sempre a luz. Mas antes de fazer esta caminhada, é preciso decidir voltar para Deus. Deus nunca se afastou de nós, não esqueçamos isso. Eis porque, antes de nos confessarmos, devemos confessar, afirmar com outros, que Deus é Amor. Somos nós que nos afastamos de Deus.
Tomamos distância em relação a Deus cada vez em que não amamos ou amamos mal. O pecado é tudo o que é contrário ao amor por Deus e pelos irmãos. Deus espera-nos. Demos-lhe a alegria de nos perdoar.

“Senhor, nós Te bendizemos pela nova criação realizada pelo teu Filho, que remodelou a nossa humanidade. Pedimos-Te pela cura dos nossos olhos, quando estão fechados ao próximo e à luz da tua presença”



Meditando para o 4º Domingo da Quaresma do ano A - Dehonianos



sexta-feira, 28 de março de 2014






Manifestado, pelos pais, o desejo de reunirem em grupo para reflectir temas diversos, eis que o primeiro desses encontros acontece.
Desta vez o nosso amigo Noé, missionário da Verbum Dei, abordou o tema: "Eucaristia, escola de amor".
E porque o "Amor não é o que a mente pensa, é o que o coração sente", sintamos esta reflexão:
 


Eucaristia: escola de amor 

Quando ouvimos falar sobre a Eucaristia, muitas vezes, pensamos na missa ou nas adorações eucarísticas, em atos litúrgicos, em espaços sagrados, etc. Desta maneira, a Eucaristia tem pouco a dizer à nossa vida quotidiana que se desenvolve noutros tempos e espaços. Não há nada mais afastado da realidade.

A Eucaristia é mais que uma celebração cultual, mais que um momento de adoração. É o Amor que ama, doando- se e entregando-se. É o amor que envolve todos os espaços, que preenche todo o nosso tempo por isso, a Eucaristia, é uma escola de amor.

Quando lemos os textos da instituição da Eucaristia percebemos rapidamente a intimidade desse momento. Jesus está com os seus discípulos, com seus amigos, numa refeição. Contudo, este jantar tem pouco de romântico, do estar à luz das velas. O seu contexto está envolvido pela traição de Judas, pelas futuras negações de Pedro e o abandono do resto dos discípulos. É difícil imaginar uma celebração do amor mais realista que a da Ultima Ceia.

Aqui é onde começa a escola do amor. Todos, uns mais e outros menos, temos experimentado a traição, o abandono das pessoas em quem confiávamos, os projetos que se vão água abaixo, etc. E, que fazemos nós nesses momentos? Muitas vezes fugimos, outras pagamos com a mesma moeda, outras envolvemo-nos em nós próprios. E Jesus, que fazia Ele nestes momentos?

Jesus tomou o pão e disse: "isto é o Meu corpo que é dado por vós" (Lc22, 19). Jesus recebe a traição, transforma o fracasso em amor, em momento de doação. O amor não procura culpados mas sim, procura soluções; não arranja pretextos e desculpas, oferece-se. Jesus é capaz de dizer: "ninguém me tira a vida, sou Eu que a dou livremente" (Jo10, 18). João da Cruz costumava dizer "onde não há amor põe amor e tirarás amor".

Depois disse Jesus: "este é o meu sangue que será derramado por vós e por todos" (Lc22, 20). Jesus ensina-nos como o amor é ao mesmo tempo particular e universal: meu sangue derramado "por ti", um amor realista, encarnado. Mas também, ensina-nos que o amor não é fechado, é também "por todos". O nosso amor, muitas vezes, é egoísta, ciumento, possessivo. Um amor eucarístico é aquele que se abre aos demais, que liberta e não escraviza.

Finalmente, Jesus na Última Ceia ensina-nos a amar no momento presente, a aproveitar todos os instantes. Jesus não vive no passado da traição de Judas, nem no futuro a pensar no que os soldados podem fazer-lhe. Ele sabe que tem este momento para amar aos Seus e ama-os "até ao extremo" (Jo13, 1).

É deste momento, a Ultima Ceia, e não de outro, embora esplêndido e estelar, como a transfiguração ou um dos seus milagres que Jesus nos pede; "fazei isto em memória de mim" (1 Cor11, 24); pede-nos que entremos num dinamismo de amor como o Seu, um amor eucarístico.



Noé
22 de Março de 2014









quinta-feira, 27 de março de 2014

Catequese 3º ano






Os pais entregam-se todos os dias ao trabalho árduo para nos poder dar tudo aquilo que necessitamos para viver… por amor.
O amor de Jesus é um amor muitíssimo maior, porque Ele não amou só a família, amigos… Ele amou todas as pessoas e com um amor tão grande, tão grande que Ele ressuscitou e chega até nós: em cada Missa.

Em cada Missa, na hóstia consagrada, Jesus torna-se presente e entrega-nos, mais uma vez, a Sua vida para que sejamos capazes de viver como Ele viveu “Este é o meu corpo”. Entrega-nos o Seu amor, para que sejamos capazes de amar como Ele amou “Este é o meu sangue”.
"Fazei isto em memória de mim”. E assim fazemos de facto quando amamos e vivemos ao seu jeito.
É no Corpo de Jesus, recebido na Missa, que muitos dos pais e mães vão buscar e encontrar a força para nos amarem.
É o pão que Jesus dá na Missa que faz com que as pessoas, inclusive nós, se ajudem umas as outras, sejam boas e façam o bem.

Na Missa agradecemos a Deus Pai, o amor que nos tem, a vida entregue por nós, a capacidade de amar e ser amados, os pais e tudo o que eles nos dão, desde o amor e carinho até ao alimento de cada dia, os amigos que nos ajudam a sermos felizes… tanta coisa temos nós para agradecer a Deus Pai!
É tão importante dar Graças a Deus na Missa, que até lhe damos outro nome:
 Eucaristia
Esta, é uma palavra grega que significa ação de graças, agradecimento. Grande parte da Eucaristia, nós estamos a louvar, a agradecer, e a bendizer a Deus. Assim fez Jesus antes de transformar o pão no seu Corpo e o vinho no seu sangue: agradeceu a Deus!

Boa semana com Jesus
  J







quarta-feira, 26 de março de 2014

Catequese 2º ano






Nós que andamos na catequese, que queremos seguir Jesus, já sabemos que Ele é diferente de toda a gente. Tem-nos ensinado coisas que, por vezes, não compreendemos muito bem ou custa-nos a aceitar. Foi o que aconteceu nesta catequese.
Começamos por refletir na nossa vida: temos rezado(?); temos ajudado os pais(?); temos estado atentos aos mais necessitados que nos rodeiam(?); temos agradecido o alimento antes das refeições(?); temos respeitado os nossos amigos e colegas da escola(?)
A nossa felicidade é que Deus Pai está sempre pronto a acolher-nos e a desculpar-nos. Só temos que Lhe pedir que nos perdoe!
Mas, Jesus vem-nos dizer uma coisa muito importante:
“Se fores, portanto, apresentar uma oferta sobre o altar e ali te recordares de que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão; depois, volta para apresentar a tua oferta.” (Mt. 5, 23-24)
Não basta pedir perdão a Deus Pai. Precisamos, também, de perdoar àqueles que nos ofendem. De pouco vale ir à missa e continuar zangado com um amigo ou vizinho.
Jesus conhece-nos bem e sabe das nossas dificuldades, por isso nos diz:
“Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai vos não perdoará as vossas.” (Mt. 6, 14-15)

Jesus diz-nos que se perdoarmos aos outros, seremos perdoados pelo Pai do Céu. Todavia, não é fácil fazê-lo. Como podemos perdoar aqueles que são maus, que fazem coisas más, que nos magoam e até roubam?!
Jesus vem-nos dizer que é isso que devemos fazer. Por isso, na oração do Pai Nosso, nós pedimos ao Pai:
“Perdoai-nos as nossas ofensas
assim como nós perdoamosa quem nos tem ofendido”

Esta parte não é nada fácil de cumprir. O que devemos de fazer?
Fazer como Jesus: unidos a Deus Pai, por meio da oração, pedindo-Lhe:
“E não nos deixeis cair em tentação mas livrai-nos do mal”

Quantas vezes somos tentados a seguir por caminhos que nos afastam de Jesus e de Deus Pai. Com Jesus aprendemos a resistir às tentações, e manifestamos a nossa vontade em perdoar a quem nos ofende.




Nesta alegria de sermos parecidos com Jesus, colocamos os nossos corações junto do coração de Deus Pai e de Jesus.





O compromisso para esta semana:
-perdoarmos a quem nos magoa e, quando sentirmos dificuldade em perdoar, encontraremos na oração a força para o conseguirmos;

-levamos também a última peça para completarmos o nosso puzzle.

 Uma palavrinha aos pais:
Nesta catequese, Jesus acabou de nos ensinar a oração do Pai Nosso. Agora em diante, sempre que a rezarmos, vamos ter presente o que cada pedido quer dizer. Cabe a vós, pais, ajudar os vossos filhos a rezá-la diariamente, fazendo da oração parte integrante da vossa vida em família.



Boa oração e … até sábado!










terça-feira, 25 de março de 2014

Catequese 2º e 3º ano





Caminhada Quaresmal


Encontramos Jesus, e Ele partilha connosco a água que sacia a sede de felicidade que todos sentimos.
Esta água que sacia é o Seu amor. A partir deste encontro já nada é igual. Temos de O conhecer melhor para O dar a conhecer aos outros. Somos seus amigos e isso implica falar com Ele, escutá-lO e fazer o que Ele fazia: Partilhar.

O que temos nós para partilhar?





segunda-feira, 24 de março de 2014






Senhor,
Queremos louvar-Te e agradecer pela Tua disponibilidade em nos acolher, sem julgar nem excluir.


Hoje vimos pedir-Te um pouco de água


para o nosso coração árido e sequioso.
Queremos que a água da alegria encha a nossa vida de felicidade.
Queremos renovar a nossa esperança no futuro.

Senhor,
Hoje vimos até Ti para que nos dês a água da vida, para que, como terreno fértil, sejamos capazes de produzir frutos abundantes de amor, paz, alegria, generosidade, entrega, amizade, perdão, coragem, esperança ….  





Acção de Graças 2º Ano – 3º Domingo da Quaresma