terça-feira, 10 de junho de 2014






O que é a felicidade?


O que é a felicidade? Se fizéssemos um inquérito às pessoas que passam na rua, certamente nos diriam que ser feliz é ter saúde, é ter estabilidade, um bom emprego, muitas pessoas que gostam de nós. E isso são certamente meios que nos garantem uma vida feliz.

Jesus, porém, chama felizes a outro tipo de pessoas: os pobres, os que choram, os humildes, os mansos, os perseguidos por amor da justiça. Será esta felicidade tão diferente dos nossos sonhos? 
No fundo, a questão está em nos perguntarmos se as dificuldades da vida, que não podemos evitar, nos podem tirar a felicidade.

Com Jesus e confiando n’Ele, a felicidade é sempre possível, porque não estamos sós. Porque nada nos separa do Seu amor.


Autor desconhecido


segunda-feira, 9 de junho de 2014








A força do Espírito

Com a festa do Pentecostes celebramos a presença constante de Jesus no meio da comunidade, orientando-a, animando-a com a força do Espírito.

Os primeiros cristãos viviam assustados e de portas fechadas até receberem a força do Espírito de Jesus Ressuscitado. A partir de então saíram para a rua atrevendo-se a proclamar a Boa Notícia.

Jesus Ressuscitado dirige-se aos seus discípulos com a saudação “ a paz esteja convosco” mas não se fica pela saudação… manda-os logo de seguida a perdoar, a curar, a ajudar…

A missão dos cristãos consiste em passar por esta vida fazendo o bem e construindo a paz como Jesus.
O Espírito Santo que conduzia, animava e fortalecia Jesus foi-nos oferecido. Agora, acolhendo o Seu Espírito Santo podemos viver como Ele, amar como Ele, perdoar como Ele.
Nós todos, a sua Igreja, estamos animados pelo Espírito e podemos continuar a sua missão.

Vem, Espírito de Jesus,
Derrama a Tua força sobre os nossos cansaços. Ajuda-nos a ser como Jesus, a seguir os seus passos, a realizar as suas acções salvadoras.


Meditando para o Domingo de Pentecostes do ano A



sexta-feira, 6 de junho de 2014










Descrever o que se sentiu e viveu no sábado passado, honrando Maria, a mãe do Nosso Salvador pecará sempre por ser escasso face ao que realmente foi vivido. Fazê – lo sendo alguém de fora torna – se impossível porque na comunidade da Senhora da Ponte ninguém se sente de fora, mas acolhido como numa família: é como um eco, no coração, das palavras de Jesus: “Filho, eis a tua mãe” e eis os teus irmãos. Em redor dela, como pequenos filhos que caminham atrás do amor maternal que nos garante a paz, a segurança, a luz. Com a Rainha dos anjos pura tudo isto está garantido porque gerou o Príncipe da Paz, o Salvador, a Luz do Mundo.





O Filho que rogou ao Pai para que todos fossem um. É sempre uma meta duríssima a da unidade mas que nos realiza plenamente. Unidos no trabalho, na preparação, na oração, na alegria, na contemplação, no caminho: Unidos entre nós e à Mãe que na sua profunda humanidade connosco caminha. Completa – se o sentido do “Nada sem Ti, Nada sem Nós”: Nada seríamos sem aquele Sim, a aceitação que sustenta todos os nossos “sins”, que nos liberta. Nada seria feito sem o esforço de todos, sem um SIM que fez de todos escravos de um amor, num paradoxo, escravos da verdadeira liberdade, completamente acima de tudo, saboreando o Paraíso ainda neste mundo.


A emoção do adeus não significa o fim de nada, significa antes a consciência de que muito há a fazer, de que o primeiro caminho a Mãe faz connosco assim como qualquer mãe vive com o filho os seus primeiros passos, mas que no amor único em que nos guarda dá também a confiança de acreditar em nós e de, ao nosso lado, com um olhar terno e sereno acompanhar toda a restante caminhada até ao ponto de partida e de chegada, Jesus, no altar da vida: o nosso coração.
O que fizemos não foi mais do que um caminho: partimos de um “Nada sem Ti, Nada sem Nós” para chegarmos a um “Senhora da Ponte: Tudo por ti, tudo por Nós”.





Rui Jorge Teixeira



quinta-feira, 5 de junho de 2014

Catequese 2º ano





É próprio do ser humano a necessidade de estar com os outros, de festejar os momentos que marcam a sua vida.

 Após este ano de catequese, de comunhão intima com Deus, a quem a aprendemos a chamar Pai e Nosso, os meninos do 2º Ano de Catequese celebraram em festa, junto da comunidade da Paróquia de Rio Tinto, este Pai que ama a todos sem distinção.
 Este ano Jesus ensinou-nos a rezar a Deus Pai. Através do Seu exemplo, da Sua forma de agir e de estar com e para os outros, Jesus mostrou-nos a importância de permanecermos ligados a Deus pela oração. Esta oração, na simplicidade de uma pagela oferecida pelo n/ pároco Pe. António Vidinha, os meninos levaram para casa, com o compromisso de a rezarem em e com a família.





No momento de Acção de Graças, reconhecendo a importância da família para a formação e crescimento das crianças, na Fé e nos valores éticos e morais, recordamos a Família de Nazaré como exemplo a seguir e a imitar.
No final da celebração, reunimo-nos todos em frente ao adro da Igreja, para tirar uma foto da nossa família: a Família do Grupo do 2º Ano de Catequese do Centro da Ponte de Rio Tinto … para mais tarde recordar!


Muitos Parabéns e um beijinho muito grande a todos os meninos e às suas famílias.



Boa semana com Jesus no coração e … até sábado!



terça-feira, 3 de junho de 2014

Catequese 3º ano






“Permanecei em mim, que eu permaneço em vós.” (…) “Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se se alguém permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto, porque sem mim nada podeis fazer” 

Foi á volta desta Palavra que nos encontramos neste sábado numa catequese a partir da leitura orante.
Em ambiente de silêncio, exterior e interior, de paz, de relaxamento e de interioridade encontramos Jesus que tocou, falou, sorriu e desafiou cada um de nós a mantermo-nos unidos a Ele para darmos bons frutos.
Ele é a videira e nós os ramos.
Para que nós sejamos ramos frutíferos precisamos ouvir e guardar bem as palavras de Jesus, precisamos de manter e aprofundar esta relação de amizade que iniciamos no 1º ano de catequese, precisamos de ficar com Ele, conhecê-lo melhor, enfim, como qualquer relação, precisamos de a alimentar para que cresça. Sem a ligação vital com a videira, seremos ramos secos. Para produzir fruto precisamos manter uma ligação ininterrupta, uma relação ativa e constante com Jesus.

“Sem mim, nada podeis fazer”. Separado de Jesus, é difícil pormos em prática aquilo que temos aprendido de Jesus, é difícil vivermos ao seu jeito, aquele jeito simples de amar a todos que tanto nos toca e anima a transformarmo-nos e a transformar aqueles que connosco convivem diariamente.

Neste ambiente de oração todos vimos Jesus, sentimos o seu amor, a sua ternura, o seu olhar, o seu abraço e orações espontâneas surgiram: “Jesus, gosto muito de ti”, “Jesus quero ficar contigo”, “ Jesus quero continuar a vir á catequese aprender mais coisas de ti”, “Jesus quero amar como tu”,“Jesus, obrigada porque gostas de mim” … 

É possível expressões de fé lindas como estas quando a relação de intimidade com Jesus é trabalhada e aprofundada mas não podemos deixar de a alimentar pois corremos o risco de a deixar morrer, corremos o risco de sermos ramos secos que de pouco servem. 

Nos compromissos expressos por todos, a oração, a permanência na catequese, a atenção aos outros, manifestamos a vontade de sermos ramos cheios de vida, vida que nos vem de Jesus, capazes de produzir muitos frutos e frutos bons…  



Boa semana, unidos a Jesus.
J









segunda-feira, 2 de junho de 2014







Comprometidos com Jesus

Esta semana, o Evangelho de S. Mateus faz-nos reflectir sobre:
- A abertura dos cristãos ao mundo; Jesus convida os seus discípulos a não viverem fechados em si mesmos.
- Ser cristão é comprometer a vida realizando as acções que Jesus realizou.
- Somou enviados a anunciar a Boa Nova, tendo a ajuda e a presença de Jesus até ao final dos tempos.
Jesus fez muitos gestos para nos mostrar a sua salvação. Impunha as mãos e curava. Rezava, abençoava e perdoava. Caminhava. Escutava as pessoas. Olhava com misericórdia para os que sofriam…
Os primeiros cristãos, após a morte e ressurreição de Jesus, quiseram repetir os Seus gestos para senti-Lo presente, receber o seu amor e a sua salvação. Escolheram imediatamente a Eucaristia e o Baptismo e distinguiam-se pelo amor fraterno que reinava entre eles…  
Que poderemos nós fazer para repetir os gestos e as palavras de Jesus?

“Senhor, és a minha luz e a minha alegria; a razão da minha esperança e a luz que ilumina o meu caminho.
Ensina-me, Senhor, o caminho que me leva aos meus irmãos para que eu aprenda a partilhar.”  





Meditando para o Domingo da Ascenção do Senhor







sexta-feira, 30 de maio de 2014