terça-feira, 31 de março de 2015

Catequese 3º e 4º ano








Imita

Is. 50, 4-7: «O Senhor Deus ensinou-me o que devo dizer,para saber dar palavras de alento aos desanimados.
Cada manhã desperta os meus ouvidos, para que eu aprenda como os discípulos.5O Senhor Deus abriu-me os ouvidos, e eu não resisti, nem recusei.»

Reflexão: O verdadeiro discípulo segue Jesus. Procura escutar, guardar e cumprir a sua Palavra. Mas o verdadeiro discípulo procura também ter em si «os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus» (Fil.2,5): sendo Ele de condição divina, fez-se homem; sendo Ele o Senhor, fez-se servo; sendo o Filho de Deus, fez-se crucificado, por amor, suportando a humilhação da Cruz.

Nesta semana, somos desafiados à «Imitação de Cristo», isto é, somos convidados a seguir Jesus, a levar a nossa fidelidade ao seu amor, até ao fim, custe o que custar. Somos convidados a ajudar os outros a suportar o peso da cruz, da solidão, da doença, do desespero. São Paulo diz: «sede meus imitadores como eu o sou de Cristo» (I Cor.11,1). E convida-nos a olhar atentamente “para aqueles” que nos servem de modelo, para não procedermos como “inimigos da cruz de Cristo”, que apenas procuram a sua satisfação imediata. Pensemos, durante esta semana, em algumas pessoas, como nós, do nosso tempo, que nos podem inspirar nesta imitação de Cristo, que nos podem ajudar a seguir os seus passos. Pensemos nos «santos» que têm o mesmo nome que nós! E invoquemos o seu auxílio.

Gesto: Escrever na 6ª porta o nome de uma, que nos serve de referência, na imitação e no seguimento de Jesus, até ao fim. Durante a semana, participar nas celebrações do Tríduo Pascal.

Oração: Abri Senhor, a porta dos nossos ouvidos para vos escutar. Abri a porta da nossa boca para dizer uma palavra de alento aos que andam abatidos. Senhor Jesus, abri as portas dos nossos corações para que vos possamos seguir. Amén.




segunda-feira, 30 de março de 2015






“O Mistério do Amor: a doação da vida por amor”

Quantas vezes a multidão estava perto de Jesus! Para O escutar, para beneficiar dos seus gestos, para cruzar o seu olhar, para aprender a rezar… A mesma multidão estende os mantos ou os ramos à passagem de Jesus e grita: “Hossana! Bendito o que vem em nome do Senhor! Bendito o Reino que vem! Hossana no mais alto dos céus!” Sabiam o que diziam, todos estes pobres que esperavam o Messias? Estavam prontos a reconhecer ainda como Rei aquele que teria como trono uma cruz e como coroa uma coroa de espinhos? O seu grito era uma aclamação, alguns dias mais tarde o seu grito será uma condenação: “Crucifica-O!”
Chegou o tempo do silêncio que permite acolher o mistério ,o mistério do amor.

“Começa hoje a semana Santa.
Quero, Jesus, acompanhar-Te neste caminho.
Quero estar conTigo quando assumes a tua fidelidade até ao fim.”



Meditando para o Domingo de Ramos do ano B







quarta-feira, 25 de março de 2015

Catequese 4º ano






Neste sábado foi o dia do pai na nossa catequese, foi festa e celebração! 


Começamos pelas brincadeiras que os meninos tanto apreciam. Pais e filhos colaboraram felizes neste momento que, mais do que nunca, julgamos essencial num tempo que muitas vezes nos escapa porque outros afazeres falam mais alto.







Depois passamos a um outro momento não menos importante, o da reflexão da nossa condição de pais á luz da Palavra de Deus.






Diante deste quadro de imagens de pai, todos os pais escolheram uma imagem, aquela com a qual mais se identificam. Depois da escolha feita e do porquê da sua escolha, concluimos que a escolha não foi fácil já que os pais procuram ser um pouco de cada imagem representada. Todas as imagens reflectem os afectos, as atitudes e até a intima relação pai/filho tão importantes para o crescimento saudavel dos nossos filhos mas que nem sempre somos capazes de colocar em prática uma vez que nem sempre estamos disponiveis interiormente e exteriormente para tal.

Não nascemos pais, nem há curso ou palestras capazes de ensinar esta missão de Pais. Geralmente, é à imagem do nosso pai que vamos buscar referências, filtrando o que melhor se adequa a nós mas temos a consciencia que nem sempre temos a resposta certa para as nossa dúvidas e dificuldades.

Qual o ideal de Pai? Então onde está a imagem do Pai perfeito? Que imagem Jesus nos apresenta do seu próprio pai?

È evidente qua a resposta está na Bíblia! Fomos procurar juntos, pais e filhos, e das muitas que descobrimos fizemos eco das seguintes:

“Ningém jamais viu a Deus: o filho unigénito que está voltado para o seio doPai, este deu-O a conhecer” (Jo 1, 18)

“Eu e o Pai somos um” (Jo 10,30)

“O Filho por si mesmo nada pode fazer, mas só aquilo que vê o Pai fazer” (Jo 5, 19)

“ Orai desta maneira: Pai nosso que estais nos céus” (Mt 6, 19)

“Deus amou tanto o mundo que entregou o seu único filho” (Jo 3, 16)

“Se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vosso filhos, quanto mais o vosso pai que está nos céus dará coisas boas aos que lhe pedem” (Lc 11, 13)

“ Pai, dou-te graças porque me ouvistes” (Jo 11,41)

“É o meu Pai que vos dá o Pão do Céu” (Jo 6, 32)

“O vosso Pai sabe do que tendes necessidade antes de lho pedirdes” (Mt 6, 8)

“Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5, 48)

“Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso” (Lc 6, 36)

Compreendemos que Nunca ninguem viu a Deus, a sua imagem foi dada a conhecer pelo Seu filho Jesus. Ele passou a sua vida a falar do Pai fazendo-nos perceber que é também nosso Pai: um Pai amor incondicional, Pai intimidade, Pai escuta, Pai que conhece, Pai perfeito, Pai exemplo, Pai nosso, Pai que se entrega e faz caminho connosco. Isto significa que não estamos sozinhos nesta “tarefa” de educar os nosso filhos. À Luz do seu amor podemos encontrar respostas para as dúvidas e dificuldades inerentes á nossa condição de pais. Encontremos, então, espaço para Deus na nossa vida, espaço a sós com Ele... agradeçamos-Lhe os dias bons, o alimento, a família...
Peçamos-Lhe conselhos e ajuda nos momentos dificeis. Peçamos-Lhe a força, a sabedoria e a fé para educarmos os nosso filhos em toda a sua dimensão: afectiva, espiritual e social.
E foi este espaço de oração que aconteceu de seguida: pais e filhos agradeceram a Deus Pai a vida pedindo a benção para todos os pais e colocando nas suas mãos todas as dificuldades seguido da oração que nos une como filhos do mesmo Pai do céu, o Pai nosso.

 Gratos de toda a dedicação, amor e entrega dos pais os meninos ofereceram ao respectivo pai um diploma pintado por eles acompanhado de um beijinho.


 








Seguiu-se o bolo de parabéns aos pais, e que bem soube o bolo feito por um Pai, e o nosso mininho aos meninos que,lambareios como são, pela mão do pai e muito felizes, regressaram ás suas casas.

 


Que a graça de Deus Pai esteja com todos os pais.












terça-feira, 24 de março de 2015

Catequese 3º e 4º ano








Recria-te


Jr. 31, 31-34: Imprimirei a minha lei no seu íntimo e gravá-la-ei no seu coração. Serei o seu Deus e eles serão o meu povo. 34Ninguém ensinará mais o seu próximo ou o seu irmão, dizendo: 'Aprende a conhecer o Senhor!' Pois todos me conhecerão, desde o maior ao mais pequeno, porque a todos perdoarei as suas faltas, e não mais lembrarei os seus pecados»

Reflexão: O Profeta anuncia o dom de um coração novo, de um coração capaz de se deixar amar, por Deus, para poder amar o próximo. O coração novo é o coração transformado, pelo perdão de Deus. É esse perdão, que torna possível o nosso arrependimento.
A Quaresma é um tempo favorável para renovar o nosso coração, para recriar a nossa vida, através do perdão, que o Senhor nos dá, de forma visível, «face a face», no Sacramento da Reconciliação. Estamos a aproveitar ou estamos a adiar ou a ignorar esta possibilidade? Sabemos quando se realizam as «Confissões» na nossa paróquia, ou em lugar mais próximo? Talvez digamos: “Cometi muitos pecados e muitas transgressões; se me arrepender, Deus perdoar-me-á?”. Eis a resposta de um sábio: “Não. Tu arrepender-te-ás, se Ele te perdoar”.

Gesto: Escrever na 5ª porta o nome de uma pessoas, a quem devo pedir ou oferecer o perdão. Durante a semana, procurar um momento de encontro, para realizar um gesto de proximidade, de diálogo, de reconciliação. Se ainda não celebramos a reconciliação (confissão), vamos agendar e cumprir este compromisso.

Oração: Dá-me Senhor um coração puro. Criai em mim um coração puro. Dá-me de novo a alegria da vossa salvação e sustenta-me com espirito generoso. Dá-me Senhor um coração puro. Amén.













Hoje Jesus fala-nos do grão de trigo, este que morre para dar a vida, este que se entrega em nome da sua missão e volta com toda a força por acreditar que a vida não termina, ela só se transforma... de semente em germinação.
Jesus é o grão que morreu e ressuscitou para nos dar a certeza da vida eterna, a vida feliz e para sempre.
Pelo batismo e ao Jeito de Jesus nós também somos grãos que, se nos deixarmos envolver pela sua Palavra e missão iremos florescer para a vida dando frutos de paz, justiça e verdade.
Para significar a nossa fé nesta vida nova e feliz queremos semear os grãos na terra, esperando o nascimento de uma vida nova e agradecendo a Jesus os ensinamentos que dele recebemos que nos dá a força para gastar a nossa vida amando e servindo os outros.



Ajuda-me Jesus a deixar morrer o meu egoísmo.
Ajuda-me Jesus a deixar morrer a minha preguiça.
Ajuda-me Jesus a deixar morrer a minha teimosia.
Ajuda-me Jesus a deixar morrer a minha indiferença.



Para que nasça em nós, nesta Quaresma, um coração novo!





Acção de graças- 4º ano









segunda-feira, 23 de março de 2015





“Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só;
Mas se morrer, dará muito fruto”.


Se o grão de trigo quer dar fruto, é preciso que ele passe pela terra onde vai apodrecer, mas o seu percurso não pára aí, o fruto brotará. Jesus quer dar a vida, Ele escolhe passar pela morte, dando então a maior prova de amor.
 Mas a sua missão não pára aí, a vida brotará: a sua própria vida é a ressurreição; e a vida da humanidade é a salvação.
Se queremos que os outros vivam, é preciso que passemos por um certo número de renúncias, de esquecimentos de nós próprios, e isto através do serviço, do acolhimento, do perdão.
Mas a nossa relação com os outros não pára aí, a alegria brota nos rostos e no nosso próprio rosto.
A morte é uma passagem obrigatória para aquele que ama e quer amar até ao fim.

Eu sei, Senhor Jesus, que é difícil percorrer os Teus caminhos … São caminhos diferentes dos caminhos do mundo … São caminhos de muita vida … São caminhos de serviço …
Que as pessoas que se cruzam no meu caminho possam ver no meu testemunho o Teu rosto.


Meditando para o 5º Domingo da Quaresma do ano B