quarta-feira, 11 de junho de 2014

Catequese 3º ano





O ano catequético aproxima-se do fim e num, encontro de petiscos, juntamos os nossos dotes culinários aos da alegria, partilha, amizade para viver em família a alegria de sermos um grupo que partilha e aprofunda a mesma fé no amigo Jesus que se fez presente entre nós… sim porque Ele gosta de rir, de conviver, de se unir a todos não só nos momentos difíceis mas nos alegres também… e como foi bom senti-lo no cuidado com que as mães preparam os petiscos, na disponibilidade com que se deixaram envolver nas brincadeiras, nos gesto de ternura que depositaram no miminho que nos ofertaram a nós catequistas…. É, este amigo é capaz de fazer coisas fabulosas através de nós… e bem visíveis!

Neste encontro/convívio pudemos muito bem avaliar o quanto crescemos ao longo destes três anos, cada um ao seu ritmo. Chegamos de todos os lados, “encolhidos”, apreensivos, silenciosos, á procura… estamos de pé, unidos, confiantes, participativos, amigos, solidários e á procura… agora, de crescer mais e mais na fé, certos de que os valores cristãos são fundamentais para o crescimento pessoal e dos filhos.












Estas fotos revelam um grupo onde todos são diferentes mas iguais, no amor aos filhos, na alegria cristã, no querer educar ao jeito de Jesus, na consciência de que não chega crescer academicamente mas crescer humanamente no todo que somos, espirito e corpo…. Sempre com Jesus!


Para a semana iremos celebrar a família junto de Maria, em Fátima. Sabendo que nem todos irão participar, pelos mais variados motivos, ficou, portanto, neste encontro, o nosso miminho aos meninos com o desejo de umas boas férias…com Jesus sempre.





Para nós, catequistas, o grupo ofereceu um mimão que muito nos agradou e emocionou e iremos guardar na memória dos afectos…aquela que toca o coração e que é bem do jeito de Jesus.


Damos graças a Deus por todas as familias, de modo particular por estas que querem crescer unidos a Jesus.



Até Domingo para quem vai a Fátima e boas férias para quem fica:)




terça-feira, 10 de junho de 2014






O que é a felicidade?


O que é a felicidade? Se fizéssemos um inquérito às pessoas que passam na rua, certamente nos diriam que ser feliz é ter saúde, é ter estabilidade, um bom emprego, muitas pessoas que gostam de nós. E isso são certamente meios que nos garantem uma vida feliz.

Jesus, porém, chama felizes a outro tipo de pessoas: os pobres, os que choram, os humildes, os mansos, os perseguidos por amor da justiça. Será esta felicidade tão diferente dos nossos sonhos? 
No fundo, a questão está em nos perguntarmos se as dificuldades da vida, que não podemos evitar, nos podem tirar a felicidade.

Com Jesus e confiando n’Ele, a felicidade é sempre possível, porque não estamos sós. Porque nada nos separa do Seu amor.


Autor desconhecido


segunda-feira, 9 de junho de 2014








A força do Espírito

Com a festa do Pentecostes celebramos a presença constante de Jesus no meio da comunidade, orientando-a, animando-a com a força do Espírito.

Os primeiros cristãos viviam assustados e de portas fechadas até receberem a força do Espírito de Jesus Ressuscitado. A partir de então saíram para a rua atrevendo-se a proclamar a Boa Notícia.

Jesus Ressuscitado dirige-se aos seus discípulos com a saudação “ a paz esteja convosco” mas não se fica pela saudação… manda-os logo de seguida a perdoar, a curar, a ajudar…

A missão dos cristãos consiste em passar por esta vida fazendo o bem e construindo a paz como Jesus.
O Espírito Santo que conduzia, animava e fortalecia Jesus foi-nos oferecido. Agora, acolhendo o Seu Espírito Santo podemos viver como Ele, amar como Ele, perdoar como Ele.
Nós todos, a sua Igreja, estamos animados pelo Espírito e podemos continuar a sua missão.

Vem, Espírito de Jesus,
Derrama a Tua força sobre os nossos cansaços. Ajuda-nos a ser como Jesus, a seguir os seus passos, a realizar as suas acções salvadoras.


Meditando para o Domingo de Pentecostes do ano A



sexta-feira, 6 de junho de 2014










Descrever o que se sentiu e viveu no sábado passado, honrando Maria, a mãe do Nosso Salvador pecará sempre por ser escasso face ao que realmente foi vivido. Fazê – lo sendo alguém de fora torna – se impossível porque na comunidade da Senhora da Ponte ninguém se sente de fora, mas acolhido como numa família: é como um eco, no coração, das palavras de Jesus: “Filho, eis a tua mãe” e eis os teus irmãos. Em redor dela, como pequenos filhos que caminham atrás do amor maternal que nos garante a paz, a segurança, a luz. Com a Rainha dos anjos pura tudo isto está garantido porque gerou o Príncipe da Paz, o Salvador, a Luz do Mundo.





O Filho que rogou ao Pai para que todos fossem um. É sempre uma meta duríssima a da unidade mas que nos realiza plenamente. Unidos no trabalho, na preparação, na oração, na alegria, na contemplação, no caminho: Unidos entre nós e à Mãe que na sua profunda humanidade connosco caminha. Completa – se o sentido do “Nada sem Ti, Nada sem Nós”: Nada seríamos sem aquele Sim, a aceitação que sustenta todos os nossos “sins”, que nos liberta. Nada seria feito sem o esforço de todos, sem um SIM que fez de todos escravos de um amor, num paradoxo, escravos da verdadeira liberdade, completamente acima de tudo, saboreando o Paraíso ainda neste mundo.


A emoção do adeus não significa o fim de nada, significa antes a consciência de que muito há a fazer, de que o primeiro caminho a Mãe faz connosco assim como qualquer mãe vive com o filho os seus primeiros passos, mas que no amor único em que nos guarda dá também a confiança de acreditar em nós e de, ao nosso lado, com um olhar terno e sereno acompanhar toda a restante caminhada até ao ponto de partida e de chegada, Jesus, no altar da vida: o nosso coração.
O que fizemos não foi mais do que um caminho: partimos de um “Nada sem Ti, Nada sem Nós” para chegarmos a um “Senhora da Ponte: Tudo por ti, tudo por Nós”.





Rui Jorge Teixeira



quinta-feira, 5 de junho de 2014

Catequese 2º ano





É próprio do ser humano a necessidade de estar com os outros, de festejar os momentos que marcam a sua vida.

 Após este ano de catequese, de comunhão intima com Deus, a quem a aprendemos a chamar Pai e Nosso, os meninos do 2º Ano de Catequese celebraram em festa, junto da comunidade da Paróquia de Rio Tinto, este Pai que ama a todos sem distinção.
 Este ano Jesus ensinou-nos a rezar a Deus Pai. Através do Seu exemplo, da Sua forma de agir e de estar com e para os outros, Jesus mostrou-nos a importância de permanecermos ligados a Deus pela oração. Esta oração, na simplicidade de uma pagela oferecida pelo n/ pároco Pe. António Vidinha, os meninos levaram para casa, com o compromisso de a rezarem em e com a família.





No momento de Acção de Graças, reconhecendo a importância da família para a formação e crescimento das crianças, na Fé e nos valores éticos e morais, recordamos a Família de Nazaré como exemplo a seguir e a imitar.
No final da celebração, reunimo-nos todos em frente ao adro da Igreja, para tirar uma foto da nossa família: a Família do Grupo do 2º Ano de Catequese do Centro da Ponte de Rio Tinto … para mais tarde recordar!


Muitos Parabéns e um beijinho muito grande a todos os meninos e às suas famílias.



Boa semana com Jesus no coração e … até sábado!



terça-feira, 3 de junho de 2014

Catequese 3º ano






“Permanecei em mim, que eu permaneço em vós.” (…) “Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se se alguém permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto, porque sem mim nada podeis fazer” 

Foi á volta desta Palavra que nos encontramos neste sábado numa catequese a partir da leitura orante.
Em ambiente de silêncio, exterior e interior, de paz, de relaxamento e de interioridade encontramos Jesus que tocou, falou, sorriu e desafiou cada um de nós a mantermo-nos unidos a Ele para darmos bons frutos.
Ele é a videira e nós os ramos.
Para que nós sejamos ramos frutíferos precisamos ouvir e guardar bem as palavras de Jesus, precisamos de manter e aprofundar esta relação de amizade que iniciamos no 1º ano de catequese, precisamos de ficar com Ele, conhecê-lo melhor, enfim, como qualquer relação, precisamos de a alimentar para que cresça. Sem a ligação vital com a videira, seremos ramos secos. Para produzir fruto precisamos manter uma ligação ininterrupta, uma relação ativa e constante com Jesus.

“Sem mim, nada podeis fazer”. Separado de Jesus, é difícil pormos em prática aquilo que temos aprendido de Jesus, é difícil vivermos ao seu jeito, aquele jeito simples de amar a todos que tanto nos toca e anima a transformarmo-nos e a transformar aqueles que connosco convivem diariamente.

Neste ambiente de oração todos vimos Jesus, sentimos o seu amor, a sua ternura, o seu olhar, o seu abraço e orações espontâneas surgiram: “Jesus, gosto muito de ti”, “Jesus quero ficar contigo”, “ Jesus quero continuar a vir á catequese aprender mais coisas de ti”, “Jesus quero amar como tu”,“Jesus, obrigada porque gostas de mim” … 

É possível expressões de fé lindas como estas quando a relação de intimidade com Jesus é trabalhada e aprofundada mas não podemos deixar de a alimentar pois corremos o risco de a deixar morrer, corremos o risco de sermos ramos secos que de pouco servem. 

Nos compromissos expressos por todos, a oração, a permanência na catequese, a atenção aos outros, manifestamos a vontade de sermos ramos cheios de vida, vida que nos vem de Jesus, capazes de produzir muitos frutos e frutos bons…  



Boa semana, unidos a Jesus.
J









segunda-feira, 2 de junho de 2014







Comprometidos com Jesus

Esta semana, o Evangelho de S. Mateus faz-nos reflectir sobre:
- A abertura dos cristãos ao mundo; Jesus convida os seus discípulos a não viverem fechados em si mesmos.
- Ser cristão é comprometer a vida realizando as acções que Jesus realizou.
- Somou enviados a anunciar a Boa Nova, tendo a ajuda e a presença de Jesus até ao final dos tempos.
Jesus fez muitos gestos para nos mostrar a sua salvação. Impunha as mãos e curava. Rezava, abençoava e perdoava. Caminhava. Escutava as pessoas. Olhava com misericórdia para os que sofriam…
Os primeiros cristãos, após a morte e ressurreição de Jesus, quiseram repetir os Seus gestos para senti-Lo presente, receber o seu amor e a sua salvação. Escolheram imediatamente a Eucaristia e o Baptismo e distinguiam-se pelo amor fraterno que reinava entre eles…  
Que poderemos nós fazer para repetir os gestos e as palavras de Jesus?

“Senhor, és a minha luz e a minha alegria; a razão da minha esperança e a luz que ilumina o meu caminho.
Ensina-me, Senhor, o caminho que me leva aos meus irmãos para que eu aprenda a partilhar.”  





Meditando para o Domingo da Ascenção do Senhor