quinta-feira, 10 de maio de 2018
quarta-feira, 9 de maio de 2018
Oração a Maria
Dá-me, Senhora Mãe de Deus:
Um pouco da tua força… para a minha fraqueza.
Um pouco de tua coragem… para o meu desalento.
Um pouco da tua compreensão… para o meu problema.
Um pouco da tua plenitude… para o meu vazio.
Um pouco da tua rosa… para o meu espinho.
Um pouco da tua certeza… para a minha dúvida.
Um pouco do teu sol… para o meu inverno.
Um pouco da tua disponibilidade… para o meu cansaço.
Um pouco do teu rumo infinito… para o meu extravio.
Um pouco da tua neve… para o meu barro.
Um pouco da tua serenidade… para a minha inquietude.
Um pouco da tua chama… para o meu gelo.
Um pouco da tua luminosidade… para a minha noite.
Um pouco da tua alegria… para a minha tristeza.
Um pouco da tua sabedoria… para a minha ignorância.
Um pouco do teu amor… para o meu rancor.
Um pouco da tua pureza… para o meu pecado.
Com todos esses “poucos”, Mãe, eu terei tudo.
Um pouco da tua força… para a minha fraqueza.
Um pouco de tua coragem… para o meu desalento.
Um pouco da tua compreensão… para o meu problema.
Um pouco da tua plenitude… para o meu vazio.
Um pouco da tua rosa… para o meu espinho.
Um pouco da tua certeza… para a minha dúvida.
Um pouco do teu sol… para o meu inverno.
Um pouco da tua disponibilidade… para o meu cansaço.
Um pouco do teu rumo infinito… para o meu extravio.
Um pouco da tua neve… para o meu barro.
Um pouco da tua serenidade… para a minha inquietude.
Um pouco da tua chama… para o meu gelo.
Um pouco da tua luminosidade… para a minha noite.
Um pouco da tua alegria… para a minha tristeza.
Um pouco da tua sabedoria… para a minha ignorância.
Um pouco do teu amor… para o meu rancor.
Um pouco da tua pureza… para o meu pecado.
Com todos esses “poucos”, Mãe, eu terei tudo.
Canção Nova
terça-feira, 8 de maio de 2018
Catequese 2º Ano
Esta semana falamos da igreja, mas não foi só da casa a que chamamos Igreja que nós falamos.
A verdade, é que Igreja somos todos nós!
Igreja é a família daqueles que são baptizados, filhos de Deus, que acreditam em Jesus.
Por isso é que a casa se chama de igreja, porque é lá que se reúne a Igreja formada pelas pessoas.
Por isso é que ouvimos Jesus dizer: “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, Eu estou no meio deles”. Isso significa que a Igreja está onde estiverem dois ou três reunidos em nome de Jesus. Como estamos nós aqui na catequese.
Quem se reúne em nome de Jesus somos nós, os cristãos!
E, com Jesus no meio de nós, nós formamos a... Igreja.
É bom sabermos que somos a Igreja, a família dos que querem seguir Jesus. Por isso, nós também sabemos como devem viver aqueles que querem fazer parte da família de Deus. Devem viver como Jesus nos ensinou: obedecendo, dizendo a verdade, rezando, respeitando e amando todas as pessoas!
segunda-feira, 7 de maio de 2018
Meditando 6º Domingo da Páscoa - Ano B
“Se alguém Me ama, guardará a minha palavra. Meu Pai o amará e faremos nele a nossa morada.”
No contexto da última ceia e do grande discurso de despedida, Jesus insiste no vínculo fundamental que deve prevalecer sempre entre si e os discípulos: o amor. Esse amor, transforma o discípulo em morada de Deus, habitação do Espírito prometido, que é força, que é sabedoria, que é sopro e “respiração de Deus”, mestre, guia, advogado, memória e paz. Essa paz que é manifestação plena do amor, da certeza, da segurança e da tranquilidade de Deus em nós. Essa paz que não é como a “do mundo”, mas “paz que vem de Deus” que acontece na superabundância da presença do Espírito que o Senhor Jesus promete como companhia de caminho até ao fim dos tempos. Para que tenhamos fé. Para que todos tenham fé.
Obrigada, Senhor, por que me escolheste e me amaste primeiro. Que a tua Palavra faça eco no meu coração, para que Te sinta sempre presente no meu caminho, dando-me forças para continuar a seguir-Te.
Capela da Ponte de Rio Tinto
sexta-feira, 4 de maio de 2018
Catequese 2º Ano
Este sábado começamos por recordar aquilo que costumamos dizer quando nos benzemos: “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”
Depois lembramo-nos que já falamos sobre o Pai, Deus, o Filho, Jesus mas... e o Espírito Santo?
Então, recorremos à Bíblia e ouvimos um texto de S.Lucas.
Actos dos Apóstolos 2, 1-6:
1Quando chegou o dia do Pentecostes, encontravam-se todos reunidos no mesmo lugar.
2De repente, ressoou, vindo do céu, um som comparável ao de forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde eles se encontravam.
3Viram então aparecer umas línguas, à maneira de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles.
4Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes inspirava que se exprimissem.
5Ora, residiam em Jerusalém judeus piedosos provenientes de todas as nações que há debaixo do céu. 6Ao ouvir aquele ruído, a multidão reuniu-se e ficou estupefacta, pois cada um os ouvia falar na sua própria língua.O que é então o Espírito Santo?
É representado pelo vento, pelo fogo ou por uma pomba. Na Bíblia ouvimos que os discípulos estavam todos cheios de medo, pelo que tinha acontecido a Jesus. Quando receberam o Espírito Santo, começaram todos a falar às pessoas sobre a Boa Notícia de Jesus Ressuscitado.
Então, o que faz o Espírito Santo:
Lembra-nos tudo o que vem de Deus
Está sempre connosco.
Por Ele somos capazes de rezar a Deus.
Faz o nosso coração parecido com o de Jesus
Faz-nos ser amigos uns dos outros
Em tudo isso é o Espírito Santo que está em nós.
Para percebermos ainda melhor, fizemos uma experiência.
Faz o nosso coração parecido com o de Jesus
Faz-nos ser amigos uns dos outros
Em tudo isso é o Espírito Santo que está em nós.
Para percebermos ainda melhor, fizemos uma experiência.
Tínhamos uma vela, um tubo do rolo de papel de cozinha e um pedaço de madeira que desse para tapar um dos lados do tubo.
1- Esta vela acesa, em cima da mesa, simboliza o Espírito Santo no coração das pessoas. Acendemos a vela e cada um, à vez, se aproximou e colocou a mão próxima da vela. Todos sentimos calor. É isso que sente aquele que tem o Espírito no coração e também o que sentem as outras pessoas que se aproximam dele, pois quem tem o Espírito no coração é acolhedor e solidário.
2- Colocar a vela debaixo do tubo deixando a ponta de cima aberta. Cada um encostou a mão no tubo, chegou próximo e olhou para dentro. Ainda conseguimos ver a vela acesa? E sentir o calor da vela? A barreira que foi colocada impediu que a chama fosse vista, ou o seu calor fosse sentido. É o que acontece com aquele que tendo o Espírito no coração, apesar de nutri-lo com orações (continuar ligado a Deus) não se abrem para as outras pessoas, mantendo o coração fechado. A chama não se apaga, mas já não é tão forte, está fraca, sem calor.
3- Tapamos a parte de cima do tubo por alguns instantes, até que a vela se apagou. É o que acontece com as pessoas que receberam o Espírito Santo, mas não mantém contato com Deus. Destapamos e cada um viu que a vela se apagou. Representa as pessoas que se afastam de Deus e por isso não alimentam o Espírito que está no seu coração. Neste caso, o Espírito não foi embora, está lá, mas já não consegue aquecer o coração dessas pessoas. No entanto, se elas se aproximarem de Deus e das outras pessoas que estão repletas do Espírito, essa chama vai se acender novamente.
Depois desta experiência, o compromisso que levamos esta semana é o de rezar a Deus, para mantermos viva dentro do nosso coração a chama do Espírito Santo.
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Esta semana, na catequese, começamos por observar um molho de paus secos juntos.
Que cor? Que cheiro? Que vida? Porque estão secos? O que precisariam estes paus para terem vida? Para que servem agora?
Percebemos que eram paus de videira secos e que desta forma só servem para queimar.
Sabemos que estes paus ficaram secos porque foram separados da videira. Para dar uvas precisariam de estar unidos á videira, serem regados e podados.
O que isto tem a haver connosco foi o passo que demos a seguir.
Diante da parábola da videira (Jo 15, 1-11) Jesus quis dizer-nos algo importante.
Escutamos com atenção e percebemos que Jesus revelou-se como sendo a videira á qual os cristãos estão unidos. Só unidos a Ele recebemos a seiva que é a sua vida que faz com que a nossa vida seja uma vida produtiva produzindo bons frutos. Ele mesmo nos ensina o “truque” para conseguirmos mantermo-nos unidos Ele: Permanecer!
Permanecer unidos à videira significa, antes de tudo, não abandonar os compromissos assumidos no batismo. Significa, permanecer no “seu amor”. Primeiro no amor que ele tem por nós, mais do que o amor nosso por ele; significa, por isso, permitir que ele nos ame, que nos passe sua “linfa”, que é seu Espírito, evitando colocar entre nós e Ele os obstáculos da autossuficiência, da indiferença e do pecado.
Às vezes precisamos de nos deixarmos podar para darmos frutos melhores, isto é, para crescermos no amor de Jesus.
Importa olharmos para dentro de nós e pensar o que nos impede de dar bons frutos?
Ninguém permanece unido a Jesus sozinho porque Ele nos “empurra” sempre para os outros! Um ramo só, dificilmente produz muitas uvas. É na comunidade, na relação com os outros, na aceitação dos limites e das capacidades de cada um que mostramos o quanto estamos unidos a Jesus produzindo muitos frutos de amor, de gestos de atenção, etc. Cada membro da comunidade é um ramo que, unidos uns aos outros, partilham a seiva que recebem do tronco que é Jesus.
É de Jesus que nos vem a inspiração e a força para fazermos o bem e para sermos pessoas boas e caridosas, amigos de todos.
Ter Jesus connosco: é a fonte da verdadeira alegria ☺
quarta-feira, 2 de maio de 2018
Maio é um mês especialmente dedicado a Maria e à oração do Santo Terço. Uma oração simples e profunda, nascida, segundo a tradição, no século XIII com os dominicanos e depois sempre promovida pelos Papas.
O Terço, como é bem conhecido, é uma oração que medita os momentos mais importantes da vida de Jesus e da vida de Nossa Senhora.
Nas palavras do Papa Francisco, toda a existência de Maria é um hino à vida.
Efectivamente, o nosso caminho de fé está unido de maneira indissolúvel a Maria, desde o momento em que Jesus, morrendo na cruz, a entregou a nós como Mãe.
Apresentamos, a seguir, alguns dos ensinamentos do Papa Francisco sobre Maria:
1. Um cristão sem Maria está órfão. Também um cristão sem a Igreja é um órfão. Um cristão precisa destas duas mulheres, duas mulheres mães, duas mulheres virgens: a Igreja e a Mãe de Deus.
2. Maria faz precisamente isso connosco: ajuda-nos a crescer humanamente e na fé, a ser fortes e a não ceder à tentação de sermos homens e cristãos de uma maneira superficial, mas a viver com responsabilidade.
3. Ela é uma mãe que ajuda os filhos a crescerem, e quer que cresçam bem. Por isso, educa-os a não cederem à preguiça (que também deriva de certo bem-estar), a não se conformarem com uma vida cómoda que se contenta somente com ter algumas coisas.
4. É a mãe que cuida dos seus filhos para que cresçam mais e mais, cresçam fortes, capazes de assumir responsabilidades, de assumir compromissos na vida, de aspirar a grandes ideais.
5. Maria é mãe, e uma mãe que se preocupa sobretudo com a saúde dos seus filhos. A Virgem protege a nossa saúde. O que quererá isto dizer? Ela nos ajuda a crescer, a enfrentar a vida, a sermos livres.
6. A Virgem Maria educa seus filhos no realismo e na fortaleza diante dos obstáculos, que são inerentes à própria vida, e que Ela mesma padeceu ao participar dos sofrimentos do seu Filho.
7. Ela é uma mãe que nem sempre leva seus filhos pelo caminho mais “seguro”, porque dessa maneira eles não podem crescer. Uma mãe sabe equilibrar estas coisas. Uma vida sem desafios não existe.
8. Maria luta connosco, sustenta os cristãos no combate contra as forças do mal.
9. Maria é a mãe que, com paciência e ternura, nos leva a Deus, para que Ele desate os nós da nossa alma.
10. Toda a existência de Maria é um hino à vida, um hino de amor à vida: Ela gerou Jesus na carne e acompanhou o nascimento da Igreja no calvário e no cenáculo.
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